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        A Coluna Geológica
Antes de tudo, aqui, farei uma ressalva; A datação radiométrica dos fósseis, por uma limitação do método do carbono 14 que é de 70.000 anos, vem sendo feita a partir dos sedimentos ou silicatos que os envolveu e que já existiam. Isto trás um problema de precisão, seria como datar a safra de um vinho a partir da data da fabricação do vidro utilizado para a confecção da garrafa.
 O tempo geológico é dividido em eras geológicas. 
Coluna Geológica é a teoria da evolução que defende que formação geológica mais antiga contém as formas de vida mais primitivas e também que as formações mais antigas devem estar da base e os seres mais desenvolvidos ou de maior complexidade, devem estar no topo, nas formações mais recentes. É o resultado do desenvolvimento da vida na Terra durante bilhões de anos. Um dos vestígios de vida mais antigos na Terra do período Pré-Cambriano são os estromatólitos que são estruturas construídas por colônias de organismos unicelulares. As pesquisas culminaram, nos últimos anos, na descoberta dos fósseis mais antigos conhecidos, micróbios celulares petrificados cerca de 3.500 milhões de anos, mais de três quartos da idade da Terra.

 

Charles Darwin afirmou que o súbito surgimento de fósseis com morfologias complexas, no Cambriano inferior, estava em desacordo com os processos evolucionários normais. Nesta súbita aparição havia a "maioria dos grupos de animais modernos do planeta", inclusive as criaturas com olhos, antenas, mandíbulas cortantes, pernas articuladas. Assim, o verdadeiro desafio da explosão cambriana é a grande variedade de formas fossilizáveis que apareceu em mais ou menos no mesmo instante no tempo geológico. Cada filo representado por organismos modernos - certamente todos aqueles com peças fossilizáveis - foram incluídos, ainda para nenhum existe algum antepassado claramente identificável. Explicar o aparecimento simultâneo e abrupto daqueles fósseis é um dos principais desafios na biologia da evolução.

 

 

 
   

"Eldredge e Gould certamente concordariam que algumas lacunas importantes são realmente devido a imperfeições no registro fóssil. Muito grandes lacunas também. Por exemplo, os estratos de rochas do Cambriano, colhidos há cerca de 600 milhões anos, são os mais antigos em que encontramos a maioria dos principais grupos de invertebrados. E encontramos muitos deles já em avançado estado de evolução, a primeira vez que eles aparecem. É como se eles tivessem sido plantados lá, sem qualquer história evolucionária "(Dawkins, Richard [zoólogo e professor para a Compreensão Pública da Ciência, Universidade de Oxford]," O Relojoeiro Cego ", [1986], Penguin:. Londres, 1991 , reimpressão, p.229). Ver mais em:
http://winteryknight.wordpress.com/2011/04/30/what-is-the-best-explanation-for-the-cambrian-fossil-record/
Quatro lugares de grande concentração de fósseis são: o Agate Fossil Beds National Monument – Nebraska – USA, Burgess Shale - Yoho National Park – Canada e Shandong, na região de Zhucheng – China em uma ravina de 300 metros de comprimento por 10 de largura com (mais de 7.600) e também a descoberta de 20 mil fósseis de répteis, em uma montanha, mariscos e outras criaturas marinhas pré-históricas, feita por uma equipe do Centro Geológico Chengdu – China.
Sobre as montanhas têm sido encontrados grandes quantidades de fósseis marinhos que têm levado os cientistas a imaginar que os continentes emergiram dos oceanos, levantando as montanhas em hipotéticas colisões tais como a Placa Indiana x Placa Asiática que seriam responsáveis pelo levantamento dos Himalaias.
Ver: http://wiki.answers.com/Q/Why_are_sea_fossils_on_top_of_the_mountains?#slide=2

 

 

   

Explicação:
O encontro de fósseis sobre as montanhas é resultado do levantamento delas a partir da saída de magma por entre as rachaduras na crosta continental por motivo da quebra por movimento de adaptação da crosta a um planeta de menor diâmetro pela perda de massa e de grande parte da crosta na colisão dos dois planetas. Sem grande parte da crosta as águas escoaram para fora dos continentes deixando milhões de lagos e lagoas de água salgada, de pouca profundidade, onde se desenvolveram os animais marinhos.
Na natureza não há registro intencional do que ocorreu ou ocorre. Isto foi criado pelo ser humano que procura investigar o que ocorreu em tempos idos para ter o prazer do conhecimento e também passar a futuras gerações e estas tomarem medidas baseadas na história. Foi enviada, até, uma sonda para o espaço exterior ao sistema solar, com informações de localização da Terra, nossa aparência e até música, sem minha autorização e de quase todos nós, para que algum, muito, mas muito improvável, ser inteligente do espaço possa localizar-nos e tentarem o que quiserem. Quem está na clareira se sentido bem não pode atrair os animais que vivem na floresta, pois corre grande risco.
Mesmo os seres humanos pré-históricos não registravam nas paredes sua própria aparência. Há somente desenhos de animais e mesmo assim feitos, muito provavelmente, por adolescentes. Cada um de nós é descendente do cruzamento de várias famílias, mas não temos o registro da aparência dos nossos ascendentes, antes da popularização da fotografia, salvo em pinturas a óleo e esculturas pagas a artistas pela alta nobreza.
Assim, o registro geológico é fruto do acaso. Muitos contestadores dos resultados dos paleontólogos desconhecem que a fossilização é um processo que depende do sepultamento abrupto dos animais e exigem que se encontrem fósseis do Pré-Cambriano e explicações para a existência de camadas invertidas, ou seja, rochas com os fósseis de animais anteriores têm sido encontradas em cima de rochas que contêm fósseis de animais desenvolvidos posteriormente. Isto para poderem aceitar a Evolução das espécies como algo muito provável. Os animais quando morrem e ficam a descoberto sofrem decomposição química e também são totalmente consumidos pelos outros animais do ambiente salvo forem sepultados abruptamente.
A aparente mistura de fósseis de idades muito diferentes pode ser compreendida com o conhecimento sobre a verdadeira origem dos cânions que se abriram muitas vezes e assim, os organismos da época, muitos deles ainda vivos, a cada novo alargamento de uma rachadura, caiam junto com a água onde estavam nas profundezas delas, fossilizando-se ali. Estas rachaduras iriam receber novos sedimentos preenchendo o vazio e após um grande intervalo já ocorria nova abertura e o processo se repetia. Além disto, os cânions faziam a conexão entre mares, lagos e lagoas que podiam estar em estágios diferentes de desenvolvimento da vida.
Em outros cânions, magma subia e levantava subsolo com fósseis trazendo-os para as camadas de cima como atestam inúmeros relevos. A atividade geológica da Terra processou-se de formas diversas que lembraria o caos.  É neste ambiente de aparente incerteza que os paleontólogos estão trabalhando.
Darwin queixou-se, em sua obra, A Origem das Espécies, de que o ponto fraco de sua teoria e que seria usado como argumento por seus contestadores e detratores, seria o fato de não se encontrar fosseis de variedades intermediárias ou formas transicionais que fariam a ponte entre as espécies atuais e as antigas, os elos perdidos ou fósseis transicionais, embora ele tivesse certeza de que teriam existido. Afirmava, ainda, que os registros geológicos tinham grandes falhas que correspondiam a grandes e lapsos de tempo e isto lhe trazia um grande incômodo porque dificultava a compreensão de sua obra e afirma "Creio que a explicação se encontre na extrema imperfeição dos registros geológicos".
O primeiro registro fóssil foi feito há 542 milhões de anos e explicar o aparecimento simultâneo e abrupto daqueles fósseis vem sendo um dos principais desafios na biologia da evolução.
O entendimento que se tem sobre coluna geológica é de que a sedimentação que possibilitou a fossilização tenha ocorrido horizontalmente na superfície da crosta, mas o processo foi muito mais complexo, pois a crosta terrestre fraturava em praticamente todos os lugares – o levantamento das montanhas são a evidencia disto - ou abriam-se um pouco mais, servindo de armadilha para os animais que usavam aquele lugar como trilha ou habitat. A saída de magma levantando o subsolo provocava o deslizamento das camadas do solo onde havia animais sepultando-os abruptamente. Assim também, uma espécie que só existia em um determinado cânion pode estar inteiramente sepultada e não participou da continuação da evolução das espécies. No Grand Canyon vivem, atualmente, cerca de 88 espécie de animais, 250 - 300 espécies de pássaros, 25 tipos de repteis e cinco espécies de anfíbios. Se ocorresse uma abertura muitos cairiam nele e resultariam em fósseis.

   

 

   

 Considero que estas falhas de registro geológico, que Darwin citava e é considerado o “dilema de Darwin”, podem ser comparadas à atitude de se tirar fotos, de uma obra de construção, sendo que o fotógrafo é o mesmo que está construindo. Assim, ele tem que parar de tirar fotos para que a obra se desenvolva. Ao tirar fotos, apenas, por etapas concluídas, gera um conjunto de imagens que mostra os saltos e não a completa evolução da obra, obviamente.
Segundo Darwin “a existência de territórios estáveis seriam necessários para a consolidação de determinadas características” e como quem tirava a “foto” era o mesmo que tinha que construir, se a superfície não parasse de sacudir, fazendo o registro geológico através de fossilizações, não haveria evolução da vida. Assim, houve muita evolução da vida, mas estão faltando muitas “fotos” por falta de fossilização. O animal sepultado quando pego em/ou próximo uma abertura de cânion ou compressão por deslizamento de sedimentos, quando do levantamento de duas montanhas próximas, tem as características de seu estágio de complexidade. Estas aberturas no solo eram comandadas pela lentíssima luta do planeta pela recuperação da esfericidade perdida e isto levava um bom tempo para provocar novas aberturas dos cânions causando sepultamentos ou mais terremotos, naquela região, porque dependia de outra curvatura mais acentuada, do planeta como um todo, e suficiente para alavancar a crosta e alargar os cânions ou fraturar a placa que estava deslizando em direção ao Pacífico. É por isto que parecem que os fósseis tem aspectos distintos dando às vezes a impressão de que não são resultado de um outro organismo com aspecto muito próximo.
Além dos organismos locais, as fendas recebiam animais aquáticos vindos de lagos parcial ou totalmente esvaziados por causa do evento. Nos Alpes foram encontrados fósseis marinhos em abundância e isto reforçava a idéia que os antigos tinham de que a Terra tinha sofrido um “dilúvio universal” cujo movimento da águas, em turbilhão, os teria levado para lugares tão altos, mas não foi isto o que ocorreu, mas sim, os fósseis dos animais desenvolvidos ali, porque a superfície dos continentes ficou cheia de lagos e lagoas salgadas, eram freqüentemente, junto com o solo e tudo o que havia nele, suspensos pelo magma saído pelas fraturas ou rachaduras de adaptação quando da formação daquelas montanhas. Assim, as fotos da evolução ou registro geológico por sepultamento rápido de fósseis ocorriam em tempos e lugares diferentes.
Na ilha de Lanai, no Havaí, foi descoberta imensa quantidade de fragmentos de conchas marinhas, a 325 metros de altitude. Assim, parte da história da vida na Terra está enterrada em diversos lugares tais como em cima de montanhas, na base e na lateral das delas devido ao seu desnudamento e nos cânions a profundidades diversas.  Foram encontrados fósseis de medusas nos Montes Ediacara na cordilheira australiana dos Montes Flinders.

File:Flinders Ranges - near Rawnsley's Bluff.JPG

Montes Flinders - Australia
Os paleontólogos poderão construir, no centro de alguns cânions estáveis e secos, para facilitar os trabalhos, um profundo poço com saídas laterais, até as paredes do cânion para examinar os fósseis soterrados. Também acabarão furando a parte superior de cavernas que podem existir em alguns canyons, umas sobre as outras, a maioria alagada a partir de certa profundidade. Poderão também formar parceria, através dos governos, com as mineradoras de carvão, pois a fauna da época de cada camada de carvão soterrada foi fossilizada junto com as árvores. As mineradoras temem informar que vêm encontrando fosseis de animais porque poderia ser pedida a paralisação de seus trabalhos, afetando o cumprimento dos seus contratos, mesmo que temporariamente, pois há histórico dessas paralisações e por causa disto elas devem estar pulverizando muitos fósseis. Um grande dano para o entendimento da história do planeta e uma compensação financeira ajudaria a conseguir uma parceria eficaz.
Represas são normalmente construídas em lugares de grandes fraturas na crosta e por isto elas podem sofrer rachaduras não por erro de projeto e/ou construção, mas por desconhecimento de que ali a crosta já se adaptou a curvatura menor e que podem voltar a se movimentar. Por estas características é um reservatório natural de fósseis e quando das grandes escavações em sua construção, são feitas coletas de fosseis e se salva o que existe lá.

   

  Assim, a acentuação da curvatura da crosta original fez desaparecer ambientes, escoando suas águas, onde viviam baleias, tais como o Vale das Baleias (wadi al-hitan) no deserto egípcio, atualmente rico em fosseis de animais marinhos pré-históricos e que provavelmente tinha comunicação com o Mar Vermelho. Assim também foi encontrada no deserto peruano Pisco, a 4 km de altitude, uma cabeça da gigante Leviathan melvillei de até 18 metros de comprimento que viveu entre 12 e 13 Ma atrás. Assim, também, o encontro de fósseis com mais 13 milhões de anos no deserto do Atacama tais como ossadas de focas e dentes de tubarões, leva a se pensar que este enorme deserto chileno já foi fundo de mar.

Na primeira abertura do cânion caíram os primeiros organismos, que ali estavam, junto com solo. O cânion foi sendo preenchido e nas aberturas subseqüentes foram adicionados novos organismos. A cada preenchimento, era formada uma nova parede e fez com que os cânions tenham uma sucessão de paredes, cada uma com organismos de épocas diferentes. Assim, pode-se dizer que a coluna geológica, em muitos lugares, está “deitada” tendo os organismos mais recentes na parte central e inferior do cânion e os mais antigos juntos às paredes do cânion, como fatias verticais. Como a fenda leva algum tempo para ser preenchida, podemos dizer que, em cada parede ou fatia, os organismos ficam ordenados de baixo para cima. A cada nova abertura do cânion animais recentes caiam a grandes profundidades.  
   

 

   

.  Assim, ali, muitos fósseis de ancestrais comuns ou “elos perdidos” poderão ser encontrados. Nas fraturas da crosta onde havia estes lagos esvaziados poderão ser encontrados muitos fósseis. Muitas fraturas poderão ser localizadas pelos equipamentos utilizados pela Geofísica.
Como os animais foram cobertos por solo que estava por baixo deles e outros caiam pelas aberturas dos canions para ficar em camadas de idade geológica inferior, vemos a dificuldade que os paleontólogos estão tendo para montar o quebra-cabeça ao datar radiometricamente as rochas que aprisionaram aqueles fósseis pois devido à limitação da datação de fósseis por carbono 14, para idades superiores a 70.000 anos, a datação vem sendo feita por decaimento de outros elementos radioativos utilizando as rochas que envolvem os fósseis. Assim, ao se abrir o solo quando do levantamento de magma na formação de uma montanha ou em um processo maior tal como a rachadura na crosta, se um animal cair ali poderá ser sepultado em uma camada de solo muito antiga e ao ser encontrado pelos paleontólogos, estes poderão pensar, por enquanto, que o animal apareceu naquele nivel sem passar pelo processo de evolução da vida. Nessas quedas também desceram animais já fossilizados há algum tempo. Portanto havia a irregularidade do registro geológico como Darwin citou e temia.

   

 

  Sabendo-se , agora, da capacidade de fossilização dos cânions, muitos fósseis de dinossauros poderão ser encontrados no fundo deles, pois havia sepultamentos em massa porque costumavam ser lugar de passagem devido à sedimentação que dava conforto ao pisar embora fossem altamente perigosos. Assim, o fundo dos cânions reserva-nos grandes e surpreendentes descobertas paleontológicas, pois ali, muitos “elos perdidos” estão escondidos e poderão ser encontrados e estes são parte do grupo que não morreu todo soterrado que pôde continuar a saga da evolução. Poderão se verificadas incompatibilidades entre os fosseis e o ambiente registrado nas rochas metamórficas que os envolvem.

Um  outro processo que concorre com a abertura dos canyons, quanto ao volume de animais fossilizados, é o processo de levantamento das montanhas pelo magma. Quando duas fileiras de montanhas, a pouca distância, eram criadas ao mesmo tempo, em um processo rápido, o sepultamento dos animais ocorria devido ao escorregamento do solo levantado  que descia e cobria os animais que não conseguiam escapar devido à distância a percorrer e à desorientação sobre em qual sentido correr. Isto potencializado pela altura e alta temperatura das montanhas em formação. Uma evidência disto é a enorme quantidade de fosseis encontrados (mais de 7.600), na província de Shandong, na região de Zhucheng – China em uma ravina de 300 metros de comprimento por 10 de largura como recentemente anunciado pela Agencia de notícias Xinhua. "Esta descoberta é muito importante para a compreensão do fim da era dos dinossauros", disse James M. Clark, paleontólogo da Universidade George Washington que examinou alguns dos fósseis.
"É muito difícil entender por que existem tantos dinossauros mortos em um só lugar", disse Wang, o técnico principal na escavação. " . Mais de 15.000 ossos estavam fraturados, deturpados e escurecidos de cerca de 65 milhões de anos no período Cretá.

 

"Para se ser paleontólogo em Portugal é preciso ser-se muito determinado"
O paleontólogo português Octávio Mateus escava a lateral de uma montanha e verifica que o fóssil que ele quer extrair inteiro está no solo que fica por baixo de uma camada de lava solidificada. Ele quebrou a camada de granito para deixar a descoberto o que ele queria. http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=55183&op=all
Podemos observar, na foto, que o solo foi levantado pelo magma que atravessou a crosta e formou a montanha e uma parte da lava granítica escorreu pela lateral cobrindo o solo que havia acabado de sepultar os animais que ali viviam naquele momento.
Segundo o site: http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL939252-5603,00-CHINESES+ACHAM+MAIOR+SITIO+DE+FOSSEIS+DE+DINOSSAURO+DO+MUNDO.html
“Chineses acham 'maior sítio de fósseis de dinossauro' do mundo.
Principal exemplar é um dino de 'bico de pato' com cerca de 20 m.
País cada vez se torna mais famoso pelos restos pré-históricos.”
Ainda segundo o site: http://noticias.r7.com/tecnologia-e-ciencia/noticias/paleontologos-encontram-marcas-de-dinossauros-de-100-milhoes-de-anos-na-china-20100208.html,
“paleontologistas chineses localizaram mais de 3.000 marcas de pegadas de dinossauros em uma região do leste da China.
A agência de notícias Xinhua informa que as marcas, que provavelmente datam de mais de 100 milhões de anos, apareceram depois de mais de três meses de escavações em uma área próxima da cidade de Zhucheng, na província costeira de Shandong, uma região na qual foram encontradas 50 toneladas de ossos de dinossauros desde os anos 60. As marcas de pegadas, com tamanhos de 10 a 80 cm, pertencem a pelo menos seis diferentes tipos de dinossauros, incluindo o tiranossauro. Os passos estão todos orientados na mesma direção, segundo Wang Haijun, da Academia Chinesa de Ciências. Isso pode indicar que aconteceu um movimento migratório, ou de pânico brusco, entre dinossauros herbívoros contra um ataque de carnívoros.”.Para saber a idade destes fósseis basta datar a rocha das montanhas que, em seu levantamento, cercaram e mataram estes animais.
Assim, sabemos que, atualmente, alguns deslizamentos de solo, por chuva, sepultam animais e também pessoas e outrora devem ter fechado muitas cavernas feitas pelos humanos no sopé das montanhas, para suas moradias e isto interessa à Antropologia, pois poderá encontrar muitas cavernas cheias de esqueletos.
Após ler esta obra, a VCT600MA, o leitor compreenderá melhor a obra de Charles Darwin “A origem das Espécies”. Se a VCT600ma tivesse existido antes da de Darwin, com certeza a dele teria detalhes enriquecedores e sua obra seria compreendida e facilmente aceita como fato. Paciência.
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