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Geodinâmica

 
 

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Descrição da geodinâmica.

            Após a colisão astronômica Vênus-Terra a ponta do cone da massa que sobrou ficava na região que hoje conhecemos como Pacífico. O cone era logicamente formado por camadas de elementos de densidades diferentes, mas de pouquíssima diferença entre as mais próximas e estas iniciaram o movimento de busca pela sua posição relativa ao novo centro de gravidade. O movimento de interiorização do que tinha sido o núcleo e das pesadas camadas remanescentes que o circundavam provocava o levantamento da parte externa do cone, a geratriz, encurvando-a provocando assim um achatamento ou abaulamento da base do cone onde as últimas e mais leves camadas tais como a crosta e a parte superior do manto, ficaram compondo a base do cone. Isto porque com um novo centro de gravidade (CG) (ponto de aplicação da resultante das forças de gravidade que atuam em cada partícula de um sistema. Ponto de aplicação da força peso de um corpo), que por o astro estar momentaneamente cônico e a massa ser heterogênea os centros geométricos e de gravidade estavam distanciados sendo que o de gravidade estava mais próximo relativamente da ponta do cone por causa da maior densidade dos seus componentes, isto devido à heterogeneidade de sua massa que leva o CG a ser diferente do centro geométrico. Por exemplo: se naquele momento, pós-colisão, fosse atravessado um tubo pela altura do cone ligando a base, abaulada, à ponta do cone preenchendo o tubo com a massa líquida do manto encontrada no caminho, teríamos um cilindro muito mais pesado em uma das metades dele.
Os elementos usam o valor do peso atômico onde o sentido do movimento é o centro de gravidade, recebem a reação da força empuxo e a preferência fica determinada pela diferença de seus pesos que os fazem mergulharem até chegarem à sua posição relativa atingindo assim o equilíbrio. Este movimento dos componentes do manto remanescente conduziu a um formato tal onde as leves camadas de enxofre, fósforo, silício, alumínio, magnésio e outros elementos de peso próximo assim como a crosta, composta de silicatos, e relativamente mais leves, pouco influíram nesse formato e continuaram todos reunidos em uma parte do planeta durante aproximadamente 400 Ma. O abaulamento do manto impedia a separação das placas continentais. Só passados 400 milhões de anos foi possível o deslocamento destas placas no sentido do centro do Pacífico ou o lugar do afundamento da ponta do cone remanescente.
O manto da Terra passou por vários formatos, e neste processo o planeta, algum tempo depois da colisão, visto perpendicularmente à Pangea, tinha a aparência de uma esfera e a 90º daquele ponto de vista tinha a aparência de um ovóide e ainda guarda, na região do Pacífico, um resquício destas características.
Devido à adaptação da crosta original remanescente a um planeta de formato dinâmico, as montanhas ficaram com formação em idades diferentes assim como a formação dos canyons, das cavernas e dos vulcões.
O processo de recuperação da esfericidade é lento, pela necessidade de se reconstituir todas as esferas concêntricas dos elementos constituintes do planeta, visando a coincidência dos centros de gravidade e geométrica, pois já se passaram 600 Ma, não terminou, mas é inexorável.