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     A origem do carvão mineral
                        
             Há minas com até 23 camadas de carvão e é possível encontra-lo à profundidade de 1.200 m. As jazidas têm formato alongado e algumas têm grande comprimento e chegam a ter 80 km.
Basicamente há quatro tipos de carvão fóssil: a turfa, o linhito, a hulha e o antracito aos quais é atribuída, atualmente, uma fase do processo de fossilização em função do tempo decorrido e seria a turfa a fase inicial e o antracito a fase final. Aceita-se que o carvão fóssil é de origem vegetal, mas há controvérsias quanto ao local de origem do material fossilizado. Uns defendem que o material teria sido gerado ali enquanto outros defendem que o material teria sido deslocado de outros lugares.

Explicação:
O carvão fóssil tem duas origens; a microbiogênica (hulha e antracito) que como o petróleo é de depósitos feitos, naqueles locais, com o material orgânico existente antes dos 600 Ma em camadas que chegam 60 metros de espessura, tal como na bacia de Powder River – Wyoming EUA, e a vegetal (turfa e linhito) de idade menor em dezenas de milhões de anos, pois as árvores são resultado da evolução da vida vegetal e tem idade bem menor que o petróleo porque é retirado de árvores fossilizadas e as árvores são resultado da evolução da vida, em sua fase de maior complexidade dos organismos, cujo processo levou centenas de milhões de anos.
O carvão de origem vegetal teria origem em áreas mais ou menos densas quanto à vegetação tais como pântanos e florestas e resultaram do sepultamento rápido por motivo da abertura do cânion sobre o qual a vegetação vivia. Assim o carvão fóssil é resultado da fossilização de faixas de florestas que ficavam dentro dos limites de cânions. Encontram-se algumas árvores em posição vertical com árvores, na grande maioria, em posição deitada. Provavelmente as que estão de pé estavam mais próximas da abertura do cânion e as outras teriam sido arrastadas pelo solo em movimento de descida e por causa disto há camadas inclinadas.
Como a fossilização é um processo que depende do rápido soterramento que impede o oxigênio e microorganismos de atuarem na decomposição, isto ocorria cada abertura do cânion quando ocorria então o soterramento da camada de árvores que estavam na superfície.  Por esta razão muitas jazidas são encontradas entre paredes quase verticais e que são as paredes dos cânions. Os cânions são interligados e muitos deles interceptados e por esta razão há muitas minas submersas onde a água salgada tem atuado e gerado, em muitas camadas, altos teores de enxofre. Como as jazidas estão em cânions é natural que tenham sofrido com a ocasional subida de magma que atuou na composição físico-química das camadas deslocando-as e aquecendo-as.
Lugares onde existiam florestas e sofreram aberturas de cânions são potenciais locais de existência de jazidas de carvão fóssil. Infelizmente, o subsolo dos rios é o lugar de grande potencial porque os rios são usuários dos cânions e não seus formadores.