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A origem do círculo do fogo.

       O Círculo do Fogo ou Cinturão de Fogo fica ao redor do Pacífico e tem um sistema de vulcões que tem 82% deles ativos e que são 535; é um enigma para os geocientistas e um dos seus maiores desafios. É a área de maior ocorrência de terremotos e responsável por 90% da atividade sísmica da Terra.
Segundo a teoria Tectônica de Placas, é a região onde ocorre o hipotético processo de subducção de placas da crosta continental ou desaparecimento da crosta original.

 

http://www.earthobservatory.sg/resources/maps/ring-fire#.VRQg60w3tIw

 

        Explicação:
Quando os continentes começaram a se mover ao redor do planeta, há 200 Ma, foram deslocando a crosta oceânica, em formação, que os cercava e que tinha uma espessura compatível com formada em 400 Ma, através do esfriamento da camada superior do manto, provavelmente com cerca de 3,3 km, pois hoje é de 5 km e há 600 Ma era de 0 km. Assim, a crosta fina vem sendo deslocada e comprimida no sentido da região de maior profundidade média do planeta. Isto pode ficar evidenciado ao se examinar o Cinturão de Fogo do Pacífico para onde os continentes se dirigem. Assim, enquanto houver um resto de concavidade haverá também tentativa de seu preenchimento. Esta é a razão do deslocamento dos continentes. A área em volta dos continentes, há 600 MA, era 70% da superfície do planeta, hoje é perto de 35% cercada pelo Cinturão de Fogo.
Pode-se observar que há relevos submarinos de formatos quase concêntricos em relação ao centro do Pacifico tais como Dorsal Pacífico-Antartica, Dorsal Índico-Antártica, Dorsal Médio-Indiana, Dorsal da Ilha Nortalk, Escarpas de Mendocino. Há fossas oceânicas tais como Fossa das Kurilas, Fossa das Aleutas, Fossa da América Central, Fossa Peru-Chile, Fossa do Mindanao, Fossa das Marianas, Fossa de Kermadec, Fossa de Tonga e Fossa do Japão.
O terremoto no Índico em final de 2004 trouxe novas revelações porque antes se acreditava que certas regiões estavam imunes a esses eventos devido à crosta, naquele ponto do oceano, ser espessa e antiga e porque o movimento relativo entre as placas é lento. Pensava-se que terremotos gigantes só são possíveis se uma das placas fosse mais fina porque a maior parte dos terremotos de grande intensidade ocorre em áreas chamadas de subducção.
Assim, o que ocorre na região do Pacífico é o esmagamento e levantamento das placas mais finas que são as que compõem o leito daquele oceano.