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APRESENTAÇÃO

Esta obra é de cunho científico e é uma contribuição para a compreensão da Terra e trará um imenso benefício para a humanidade.
Isto porque a compreensão do geodinamismo, através do detalhamento de seu  funcionamento,  levará à compreensão do geomagnetismo que resultará na compreensão da sua formação, as inversões dos polos, sua manutenção e porque ele vem diminuindo gradativamente a ponto se se tornar nulo em um horizonte próximo em termos humanos. Isto é crucial para a espécie humana pois o campo gravitacional é uma proteção contra o grande volume de raios solares e quanto mais cedo o compreendermos será maior nossa chance de nos protegermos. Afinal, conhecer o inimigo é uma vantagem que não pode ser desprezada.
Resultará também na compreensão do tectonismo global, do vulcanismo global e dos Tsunamis e então poderão ser tomadas medidas de prevenção pois estes grandes eventos ainda vão continuar por muito tempo, em termos humanos, ou seja, vários milhões de anos até que a Terra recupere a sua esfericidade perdida na colisão planetária. Servirá, também, para fazer muitas previsões.
Quem compreender esta obra, que não é uma idéia criativa, mas uma descoberta extraordinária passará a ver a Terra como ela será e merece ser vista, pois se sentirá como se um nevoeiro denso se dissipasse, rapidamente, diante de seus olhos.
Um dos objetivos da ciência é encontrar modelos que expliquem a maior quantidade de observações dentro de um marco coerente que, neste caso, é a colisão planetária ou astronômica que a Terra teria sofrido há aproximadamente 600 milhões de anos. A partir desta idéia consegue-se montar todo o gigantesco quebra-cabeça das Geociências tentado desde o Congresso Internacional de Geologia em Paris em 1878.

           Carl Sagan, o famoso astrônomo da divulgação científica, disse uma vez, "afirmações extraordinárias exigem evidências extraordinárias" e aqui são apresentadas, sendo a maior delas e que mostra que a Terra sofreu um choque planetário é a ausência de 70% da crosta original que por outro processo não teria ocorrido.

Estou apresentando a todos como proposta, para unificação das geociências e como candidata a novo paradigma: “Vênus colidiu com a Terra há 600 MA” (VCT600MA) ou (VCT).  Ela foi apresentada no livro “QUANDO VÊNUS COLIDIU COM A TERRA” 2008 ISBN 978859089-6, lançado em 13-Jan-2009 no Auditório Joaquim Lavoura em São Gonçalo – RJ – Brasil.
Ela foi desenvolvida conforme explicado adiante na Introdução e na Metodologia e onde são decifrados todos os grandes enigmas da Terra tais como: a Explosão do Cambriano, o Paleomagnetismo, Geodinamismo, Geomagnetismo, a falta de 70% da crosta original, o deslocamento dos continentes, o levantamento das montanhas e de idades diferentes, a formação dos canyons e das cavernas de grande extensão, do petróleo e dos depósitos de minérios distribuídos aleatoriamente sobre a crosta continental.
Após a surpresa inicial, ao ler o título da teoria e após ler uma parte da obra, o leitor irá se surpreender com a obviedade que só agora foi descoberta porque o óbvio é difícil de ver porque diante dele costumamos acreditar que se fosse tão óbvio assim alguém já o teria visto e mostrado para todos, tal como, de fato, está ocorrendo agora.

             Como o título da teoria é surpreendente e aparentemente improvável, convido o leitor a suspender sua censura e prosseguir com confiança, pois está diante de algo que vale a pena ler, embora devamos saber que costumamos cair na seguinte armadilha mental: quando discordamos inicial e frontalmente de uma afirmativa tendemos a não ficar atentos às justificativas ou quando discordamos inicialmente de uma afirmação deixamos de ter interesse pela explicação

             Assim, antes de prosseguir, devemos lembrar ou conhecer esta frase: “Descobriu-se que as teorias científicas são biodegradáveis, pois as suas verdades se fundamentam em dados verificados, reverificados, sempre reverificáveis; o que possibilita que os seus erros sejam demonstrados. Isso torna as referidas teorias mutáveis, temporárias, daí sua biodegradabilidade” (1986). Estou convicto de que a teoria que apresento aqui não irá merecer estas palavras de Morin. A ciência está sempre à procura de respostas, o mais verdadeiro possível e para que ela avance é preciso estar de mãos dadas com o ceticismo que é a atitude de requerer argumentos coerentes e sensatos, evidências e provas antes de se concluir a veracidade de algo. A grande verdade sobre a ciência é que cada vez que uma pergunta é respondida, a resposta desbloqueia o dobro de novas perguntas. É assim que a ciência avança.

        Teorias precisam ser testadas visando sua rejeição ou descarte. Uma teoria pode ser aceita como verdadeira tanto por não se conseguir contestá-la com argumentos lógicos ou por não existirem, ainda, mecanismos para que se possam fazer as medições ou, também, pessoas gabaritadas e/ou competentes para usarem estes aparelhos de última geração e também analisar os dados já obtidos. Assim, muitas teorias são colocadas na prateleira para serem examinadas, posteriormente, quando chegarem conhecimentos mais avançados. A função principal do método científico não é criar teorias, pois a criação de teorias depende de insights, mas testá-las e descartá-las para que não sirva de sinalização errada para o caminho da ciência. No entanto isto não ocorreu corretamente com a teoria Tectônica de Placas, tido paradigma, que está atrapalhando o desenvolvimento das geociências visto que é grandemente aceita por quem deveria testá-la à luz das leis da Física e da Química, antes de aprová-la e principalmente descartá-la.

            Nos primórdios da Paleontologia uma determinada pegada não era vista como feita por dinossauros; hoje, devido ao conhecimento já acumulado, a partir desta pegada são conhecidas todas as características do dinossauro ou mais recentemente a descoberta de fosseis da uma serpente, Titanoboa cerrejonensis, que viveu há cerca de 60 milhões de anos na Colômbia e foi identificada através de algumas vértebras (Publicado em 5/2/2009 na Nature).
A solução de um problema, feito por um aluno, através de um novo método, tanto pode receber nota 0 (zero) por um professor que não gostou de que o aluno tenha inovado ou ele não conseguiu acompanhar seu método ou, então, pode receber nota 10 (dez) de outro professor que gostou da iniciativa do aluno e da inovação. Portanto, não estranharei se imediatamente começar a ser contestado, por alguns, devido à dificuldade de mudança de paradigma e também por causa do ceticismo natural e quase obrigatório de quem lida com ciência. Isto porque sem ceticismo qualquer inverdade pode se tornar uma verdade, em meio à nossa ingenuidade. Assim, convido a todos a “baterem” nesta obra com seus “martelos” para testarem se ela é feita de bronze ou apenas de gesso pintado com cor de bronze. Afinal, toda a obra de fundição precisa receber marteladas ou jateamento de esferas de aço para soltar a areia da fôrma, ou seja, neste caso, melhorar sua forma de apresentação. Isto poderá ocorrer ao se preencher o quadro comparativo dentre as duas teorias onde os defensores do atual paradigma TTP poderão preenchê-lo editando os espaços com as respostas que acham corretas.  Assim, eu não poderia deixar de mostrar, já, seu conteúdo só porque a apresentação ou “embalagem” poderia vir a ficar melhor. Em outras palavras, uma foto mal tirada não tira a beleza da obra que continuará como estava.

          Convido também todos os cientistas que passaram toda a sua vida estudando os fenômenos naturais a testar esta teoria, pois não devem se deixar morrer sem terem tomado conhecimento daquilo que tanto procuraram. Para muitos, isto parecerá pretensão, mas para mim é somente convicção.
Creio que o reconhecimento pelo meio científico, demorará pouco, pois atualmente, há muito mais conhecimento difundido e equipamentos de última geração, usados pelos geofísicos, que podem ajudar no entendimento e que são os principais interessados em trabalhar debaixo do paradigma correto. Esta obra será mais facilmente compreendida por quem tiver conhecimento de Física, Química e Astronomia principalmente as leis de Kepler, pois uma das chaves do mistério é atuação da gravidade, cujas leis foram descobertas pelo cientista britânico Sir Isaac Newton (1643-1727) e age em tempo integral sobre tudo e sobre todos e da qual deveríamos ter mais consciência, diária, de sua ação. Alguns poderão estranhar que Vênus pudesse ter uma órbita de tão grande excentricidade tal como .7 ou .8, mas estas altas excentricidades não são privilégio de cometas que, aliás, são resultado de choques planetários, como veremos adiante.

O apoio à teoria VCT600MA tende vir primeiramente dos alunos de Geociências por estarem ávidos de conhecimento e em busca de novidades e dos cientistas aposentados, pois podem defender a quebra de paradigmas sem que sua carreira científica fique temporariamente comprometida. Afinal, só pode ser considerado cientista quem tem a mente aberta para novas idéias, pois a mola mestra do avanço ciência é a curiosidade.

Teoria correta e divulgada, tal como uma lâmpada acesa, torna tudo claro.

Não devemos ficar tristes porque um novo ponto de vista possa mudar nossa visão do planeta Terra e possamos chegar a conclusões diferentes daquelas que tínhamos antes. Afinal:
só um evento tão extraordinário, como esta colisão planetária, poderia explicar, com simplicidade, o estado extraordinariamente caótico da Terra e de Vênus e de outras implicações astronômicas. A Terra é o único planeta telúrico que tem grande parte da crosta original faltando.

           Os grandes geólogos buscam livrar-se da grande quantidade de trabalhos descritivos sobre Geologia, produzidos anualmente, para efetivamente se defrontarem com a teoria que os ajudará na compreensão definitiva do sistema Terra. O momento chegou.

           Em um quebra-cabeça conseguimos encontrar uma peça, com mais facilidade, quando sabemos sua função. Por outro lado, diante de uma imagem que pode ser uma peça de quebra-cabeça, não podemos dizer que pertence a algum deles se desconhecemos a existência de quebra-cabeças a serem montados ou completados. Assim, peças de vários quebra-cabeças podem estar misturados e para que possam ser separados seletivamente é preciso ter o desenho do quebra-cabeça a ser montado. Além disto, no caso da Terra, grande parte das peças está muito fragmentada e desgastada com o tempo e outras estão alteradas pela ação do homem e suas máquinas possantes.
A grande dificuldade em um quebra-cabeça é fazer as peças no tamanho certo. Neste caso, a maioria das peças havia sido feita pelos cientistas de diversas áreas das geociências, da astronomia, da astrofísica e da astrobiologia. Montá-lo é muito mais fácil, faltava apenas a análise das peças para a montagem deste grande quebra-cabeça a partir da peça central, a colisão astronômica há 600 milhões de anos. 

“Esta é a essência da ciência: faz-te uma pergunta impertinente e cairás no caminho da resposta pertinente”. - Jacob Bronowski  (1908-1974) (cientista britânico).

Diante de uma pergunta impertinente, o cérebro comporta-se como um programa de computador que abre uma janela com um prompt para que seja preenchida logo que houver a resposta. Assim, coloco aqui duas “perguntas impertinentes” para que o leitor fique com elas, latentes, na mente, durante a leitura da obra: Porque todos os grandes eventos geológicos e paleontológicos, conhecidos, estão contidos nos últimos 600 Ma e por que as placas da crosta continental, toda fragmentada e com nove vezes a espessura da crosta oceânica, estão se afastando radialmente da placa africana, o centro tectônico, e indo todas no sentido do centro do Pacífico, que fica diametralmente oposto à África, em um processo que se iniciou há 200 milhões de anos (1/23) da idade do planeta (4,6 bilhões de anos) e continua até hoje?

         O que aconteceu foi fato e o que acontecerá fato será, não tapemos nossos olhos e ouvidos porque a realidade não mudará. Fato não muda; o que muda é a versão do fato. Assim, mesmo que mudemos nossa crença sobre um fato ele não se altera, embora saibamos que nossa vida é norteada pela versão dos fatos.

Resolvi publicar na Internet, após ter editado o livro, que explica a teoria VCT600MA, antes de publicar em alguma revista de ciência, de impacto, porque queria garantir primeiro a anterioridade e por isto consegui registro internacional através de seu ISBN, segundo, porque perdi a confiança nessas revistas de ciência devido à grande reclamação por parte dos cientistas de que há muita produção científica e poucas revistas com grande credibilidade e por isto não há como acompanhar o desenvolvimento real da ciência. (ver entrevista do físico e cosmologista português João Magueijo no http://lutaaquariana.blogspot.com.br/2009/04/joao-magueijo.html, )
Afinal estamos fazendo uso da Internet, maior memória externa de conhecimento da humanidade e melhor veículo de difusão de conhecimentos de todos os tempos. Além disto, veicular através da Internet tem como objetivo difundir rapidamente esta forma de ver a Terra e dar oportunidade e poder, a todos, de utilizar o método científico para avaliá-la e discuti-la e isto ajudará a validar outras teorias muito importantes tais como a “Snowball Earth” de Paul F. Hoffman e de Joseph Kirschvink, por exemplo, que é uma das peças centrais do grande quebra-cabeça, pois dela foi extraída a data do evento, 600 Ma. Para que a Snowball Earth seja aceita é necessário, apenas, que seja mostrada a fonte de calor que teria transformado o planeta Terra de gelado para extremamente quente em tempo recorde, ou seja, elevar 1,4 bilhões de km3 de próximo de zero oC  para estado de evaporação aumentando drasticamente a pressão da atmosfera. Uma outra e muito importante, que será beneficiada, é a Origem das Espécies de Charles Darwin que precisava da compreensão da existência de grandes intervalos de registro fóssil e da razão da liberação instantânea de imensa quantidade de energia para possibilitar a Explosão do Cambriano para ser totalmente aceita.
Perdi muito tempo, para mim e para todos, em desenvolver abstracts expandidos para participar de congressos de 12CISBGF 2011 (geofísica), no Brasil, e do 34th International Geological Congress 2012, na Austrália, porque queria fazer o anúncio oficial da teoria após ter passado pelo crivo do grupo de revisores dos congressos e aprovado para apresentação, mas foi muito frustrante vê-los rejeitados. Receio que realmente alguns revisores, no processo de peer review, não consigam ainda ver o valor da obra, porque estão todos sob o mesmo paradigma, o Tectonic Plates Theory, como cientistas da ciência normal cujo comportamento é não ir contra o paradigma vigente ou já estabelecido, principalmente os professores que têm obrigação de passar adiante os conhecimentos tal e qual como aprenderam na Faculdade sem os quais não teriam recebido seu Mestrado. Além do mais, se houver a análise prévia do CVitae do autor, antes da análise da obra, por parte dos editores ou dos revisores em peer review (revisão pelos pares), não ocorrerá o necessário blind review (avaliação anônima, da autoria dos trabalhos, feita pelos pareceristas). Como a produção de ciência está muito grande, para que sejam lidos todos os trabalhos ou papers, poderá pesar o nome do autor e quantos títulos tem, escritos no seu CVitae e assim o filtro é feito antes de se enviar os trabalhos para os revisores. Assim, como a quantidade de revisores ou pareceristas é muito pequena em relação à quantidade de produção científica, o gargalo é demasiadamente estreito e quem é pouco conhecido é descartado, ou seja, o sistema entrou em colapso porque só serão lidos os que, na visão deles, tem maior potencial de ser valoroso. É por isto que muitos pesquisadores se associam a outros de grande renome para não terem seus trabalhos rejeitados, para publicação nas melhores revistas da ciência ou em participação em congressos. Assim, o real autor acaba parecendo um mero auxiliar. Por isto, peer review só pode ter validade se associado ao estrito blind review.  Isto depois de atender aos quesitos das revistas de ciência tal como em: “As razões mais comuns para rejeição por periódicos” http://www.editage.com.br/resources/tutorial/reasons-for-journal-rejection.html
Se para se editar um livro dependesse somente deste sistema, a ciência estaria muito mais atrasada. Para se ter uma idéia das dificuldades dos autores em vencer o “status quo” a “Stationers Company (Worshipful Company of Stationers and Newspaper Makers) da Inglaterra, 1701. Essa companhia adquiriu, em 1557, o monopólio para a publicação de livros na Inglaterra e garantiu aos seus membros, durante sua vida, os “direitos de cópia”. Para serem válidos, esses direitos deveriam ser registrados na companhia. O Direito do AutorEvolução Histórica” http://pt.slideshare.net/profealbattaiola/normaslegis-2-direito-de-autor

A popularização dos livros “...desencadeou-se  a partir do século XV, com a invenção da prensa de tipos móveis de Gutemberg, tendo a Europa dinamizado a fabricação de livros; antes, o acesso às obras literárias era restritíssimo, por conta dos sistemas de concessão de privilégios de cópia entre as produtoras de manuscritos. Além disso, a aquisição de cultura através do livro (no mundo ocidental) era dificultada pelas restrições político-dogmáticas impostas pelos concessores dos privilégios e pela Igreja Católica.” http://www.ambito-juridico.com.br/site/index.php?n_link=revista_artigos_leitura&artigo_id=1917
Não há como exigir que a Nature (com 91,5% de rejeição) e/ou a Science analise todos os trabalhos científicos, mas como o modelo entrou em colapso, é necessário criar outro de maior potencial e credibilidade para análise da produção científica mundial, pois o ambiente está propício para a existência de corrupção na ciência e consequentemente atraso na Ciência.
“A revisão por pares se tornou uma ferramenta de repressão”. http://www.sott.net/article/234225-The-Corruption-of-Science-in-America
“Revisão em crise!”, http://marcoarmello.wordpress.com/2012/11/09/revisao-em-crise/     
“ Cientistas escravizam pós-graduandos e obstruem a ciência”, diz Nobel de Medicina de 2002. http://ucablog.com/2014/03/05/sydney-brenner/
Assim, quem tem CVitae grande e sobrenome famoso ou pertence a uma universidade famosa tem mais chance de publicar seus textos em uma revista importante. Estes poderão furar a fila. Como muitos querem julgar o valor de um trabalho científico a partir da revista onde foi publicado, a grande maioria se sente prejudicado porque a produção científica está tão grande que formam imensas filas para análise e publicação levando a grandes índices de rejeição, por limitação de espaço e até de tempo para ler todas as obras, fazendo com que seus autores procurem revistas alternativas. Afinal, precisam publicar seus trabalhos, pois é a etapa final do seus estudos. Os autores de trabalhos científicos não querem publicar diretamente na Internet porque o meio científico exige que seus trabalhos sejam publicadas em revistas de grande rejeição para que tenha uma carreira científica promissora.
Por causa disto, muitas pessoas, também, desconfiam do valor dos trabalhos publicados em revistas de ciência alternativas ou de menor índice de rejeição. Assim, como analogia em relação ao valor dos trabalhos científicos, temos a seguinte visão: um vasto campo com muitas pedras comuns, outras semi-preciosas e outras preciosas. Cabe a quem garimpa reconhecer o valor delas. Afinal, quem não sabe o que procura não reconhece se o que encontra.

                Muitos querem apenas procurar pedras preciosas no baú do tesouro e pensam que algumas revistas importantes são como baús de tesouros e não sabem que ali também são publicados trabalhos, sem valor, pois são baseados em paradigmas falsos como se pode ver em relação à Teoria Tectônica de Placas onde se reconhece o deslocamento de continentes devido à hipotética existência de Plumas Mantélicas e Hotspots, teorias Ad Hoc que produziriam atrito desprezível sobre a crosta e cuja existência nunca foi comprovada, para justificar o vulcanismo e o sumiço de 70% da crosta original ou continental em hipotéticos processos de subducção, “Re-evaluating plume-induced uplift in the Emeishan large igneous province

          IU Peate, SE Bryan - Nature Geoscience, 2008 - nature.com” ou então sobre formação de diamantes no manto, algo impossível de ocorrer porque o carbono é um elemento leve (12) e

não ocorre no manto que está organizado por segregação gravimétrica:
Diamonds sampled by plumes from the core-mantle boundary
TH Torsvik, K Burke, B Steinberger, SJ Webb… - Nature, 2010 - nature.com” como pequenos exemplos.
Tabela de índices de rejeição, ver:
http://www.rengy.org/uploadfile/file/%E4%B8%AD%E6%96%87%E7%89%88/%E8%B5%84%E6%BA%90/%E6%96%87%E7%8C

%AE/2010/Rejection%20rates%20for%20journals%20publishing%20in%20the%20atmospheric%20sciences.pdf

No entanto, negar um paradigma não é suficiente, é necessário apresentar uma outra teoria que consiga explicar com mais simplicidade as questões. Nossa sede de conhecimento, tal como nossa sede por água, faz reconhecer em uma fonte o potencial saciamento dela. As peças que os cientistas produziram, através de seus trabalhos, precisam ser colocadas no lugar certo na montagem do imenso quebra-cabeça. Esta dificuldade tem levado os cientistas a pensarem que será necessário estudar os planetas vizinhos, e isto vem sendo feito inclusive enviando sondas para asteróides e cometa: https://mail.google.com/mail/u/0/#inbox/148124446bc5da65?projector=1, para entender o planeta que está debaixo de nossos pés.
         Para a ciência normal, um CVitae grande é muito importante, para a ciência extraordinária, não. Percebe-se isto na frase de Thomas Kuhn, filósofo norte-americano:
“Quase sempre, os homens que fazem essas invenções fundamentais são muito jovens ou estão há pouco tempo na área de estudos cujo paradigma modificam. Talvez não fosse necessário fazer essa observação, visto que tais homens, sendo pouco comprometidos com as regras tradicionais da ciência normal em razão de sua limitada prática anterior, têm grandes probabilidades de perceber que tais regras não mais definem alternativas viáveis e de conceber um outro conjunto que possa substituí-las”. Thomas Kuhn, físico (Summa Cum Laude), filósofo e autor de “A Estrutura das Revoluções Científicas”

          O conhecimento é norteado pelos paradigmas vigentes que nos fazem ficar convictos sobre sua “autoridade” e a olhar com desconfiança qualquer outra visão que vá contra nossa convicção, pois o paradigma representa “autoridade” que depois de muito tempo em exercício fica difícil de contestar. Se nossa área de conhecimento é atendida razoavelmente pelo paradigma em vigência, nosso questionamento a ele é desativado e podemos nos tornar seus defensores ferrenhos. A chegada de uma nova teoria candidata a paradigma provoca “terremoto” que é algo assustador e não queremos que nossa área de conhecimento seja atingida por um e assim tendemos a contestar o novo para defender o conhecimento adquirido e também porque nossos diplomas foram obtidos sob sua vigência. No entanto, a humanidade precisa quebrar paradigmas para não estagnar. Afinal, o modelo Heliocêntrico de Kepler, hoje entendido e aprovado, foi durante algum tempo, muito criticado pela falta de simetria decorrente do fato do Sol ocupar um dos focos da elipse e o outro simplesmente ser preenchido com o vácuo.  Leia “A Estrutura das Revoluções Científicas” Thomas Kuhn.

O prazer do conhecimento não deve ser restringido. Assim, como apreciar e aprovar uma sobremesa não depende do aval de um maitre, também não é preciso da chancela de alguém que acredite ser “autoridade” da ciência (não há autoridade em ciência), para apreciar as descobertas cientificas, mesmo as feitas por cientistas amadores. Qualquer pessoa pode admirar a beleza de um diamante sem que tenha havido, antes, o aval de um especialista. O estudante de geociências é um cientista amador que poderá vir a ser profissional, quando receber o diploma, continuar pesquisando e se mantendo com o resultado dos seus trabalhos. Em síntese, todos terão a oportunidade de tentar refutá-la baseando-se nos conhecimentos já existentes e amplamente divulgados.

          A idade da Terra foi determinada pelos geólogos em 4,6 Bilhões de anos e esta obra se concentra nas conseqüências do evento que separa as duas grandes eras geológicas da Terra; os primeiros 4 bilhões de anos, conhecidos período Pré-Cambriano e os mais recentes 600 Milhões de anos que iniciaram com o período Cambriano no qual houve uma explosão na complexidade dos organismos também conhecida como Explosão do Cambriano.
Aqui, defendo uma surpreendente teoria para a existência do super-continente Pangea que, como se sabe, foi definida como a união de todas as terras emersas e berço da Humanidade e posteriormente dividido nos continentes atuais. É assustador aceitar que Vênus tenha entrado, parcialmente, no corpo da Terra, mas isto não mais se repetirá porque, agora, as órbitas estão muito distantes, diferentemente daquela época quando Vênus cruzava a órbita da Terra percorrendo uma órbita elíptica de alta excentricidade e consequentemente de altíssima velocidade.

O ser humano sempre teve necessidade de explicar os fenômenos que observava na natureza e foi construindo modelos para isto, dentro de sua capacidade de compreensão. Hoje já não é mais estranho nem assustador ouvir que a Terra não está no centro do Universo, mas alguns séculos atrás esta afirmativa foi considerada ofensa grave pelos dublês de sacerdotes de religião e de ciência, pois eram os fieis depositários dos livros de ciência, em seu imenso acervo, e aprovavam, para divulgação, apenas o que lhes interessava.

 Se a casa em que moramos foi projetada e construída por nós, sabemos, a qualquer momento, quando foi construída, porque determinada coisa tem aquele formato, porque e quando foi colocada naquele lugar, mas quando moramos em uma casa que compramos de outrem procuramos obter cópia de todas as plantas de sua construção para que nada nos surpreenda quando precisarmos fazer alguma modificação. A Terra é a casa do Homem e não há ofensa na formulação de teorias que levem à compreensão dos processos usados na sua construção e em sua modificação. Residimos nela e quando deparamos com seus extraordinários relevos tais como imensas cordilheiras, imensos e vertiginosos cânions, cavernas, cataratas, falésias, altíssimos monumentos de rocha, profundidades abissais, vulcões, etc. Vemos isto tanto no local onde moramos quanto em viagens ou em filmes e documentários, além de aparecerem ao fundo de muitas de nossas fotos e não conseguimos ter certeza da razão da existência deles naqueles locais e com aqueles formatos. Para isto as geociências estão tentando redesenhar as desaparecidas plantas da construção, pois não há ofensa ao construtor, nem a seus admiradores, em descobrirmos como algo foi construído e/ou modificado.

 É comum assistirmos a programas jornalísticos na TV tendo ao fundo a imagem do globo terrestre onde fica salientado que a América do Sul se encaixaria perfeitamente na África como em um quebra-cabeça e evidencia que já estiveram encaixados. Isto nos conduz à busca pela compreensão sobre a formação do planeta cujas drásticas e dramáticas mudanças da crosta e nos faz acreditar, corretamente, que algo de extraordinário e muito contundente tenha acontecido com o planeta e o despertar da curiosidade daqueles que gostam de pensar, pode levar a conclusões inesperadas e assustadoras e com as quais muitos não saberiam lidar. Quando vemos uma pegada imediatamente nos ocorre a seguinte pergunta: quem produziu esta pegada?
A história da Terra interessa a todos os que nela habitam e assim, não devemos ficar tristes por tomarmos conhecimento de que ela tenha sido alvo de algo tão traumático quanto uma colisão planetária. Ao contrário, devemos ficar contentes, pois este evento forneceu todas as condições para o início do desenvolvimento da vida complexa e conseqüentemente para a existência da humanidade, ou seja, dependemos desta colisão para existir. 

 A dificuldade dos geocientistas de conseguirem convincente explicação tem-lhes causado grande incômodo, levando-os a uma situação de impotência pela sensação de engessamento mental produzido pelo paradigma teoria Tectônica de Placas que eles vêm há quase 40 anos defendendo e gerando pesada munição de argumentos para aqueles que vêem a ciência com desconfiança e que interpretarão esta colisão como o momento da “separação das águas e da terra" que se sabia haver acontecido, por bom senso, mas que não se tinha boa explicação. A descida ou escoamento do que restou do Oceano Global, de cima do que restou da crosta original, produziu um grande fluxo das águas que muitos, sem saber, chamam de Dilúvio Universal, um marco na discórdia entre os cientistas e aqueles que mesmo sendo beneficiados pelos avanços da ciência, temem alguns dos seus avanços. Estes entenderão que este grande evento não ocorreu pelo processo que entendem nem tão recentemente, como muitos apregoam, mas com aproximadamente 600 Milhões de anos de diferença como a ciência virá a confirmar e assim não haverá mais o grande mistério.

  Agora sabemos que a Terra teve um passado traumático ou catastrófico, conseqüências de uma super catástrofe, mas como a humanidade nasceu muito depois do acidente, tem tendência a culpar o mais próximo que causa o maior número de mortes que é a água em grandes enchentes e em tsunamis. No entanto a água é apenas um joguete na luta das grandes forças que atuam na Terra e assim não pode ser julgada como única ou principal culpada. Ela é apenas a mandada e o executor da principal ação, Vênus, está olhando, de longe a 40 milhões de km de distância, durante os últimos 600 milhões de anos e o geodinamismo faz o restante do trabalho. Se este evento não tivesse ocorrido, a Terra continuaria a ser o que era, uma bola coberta de água com uma capa de gelo cobrindo também toda a vida que existia nela, na forma microbiológica como microalgas e protozoários, em um completamente opaco e gelado Oceano Global que tudo cobria.

A demora desta descoberta se deve ao fato do ser humano estar existindo na Terra num período em que o planeta está com o formato original quase todo recuperado, parecendo, a alguma distância, uma esfera quase perfeita e evitando a suspeição de que já esteve enormemente deformada. No entanto se pudéssemos vê-la, sem a água dos oceanos, constataríamos que ainda guarda importante e elucidativa depressão na região do Pacífico.
O movimento da crosta terrestre é desconhecido da humanidade. O homem tem medo do desconhecido por lhe parecer imprevisível e assim é preciso conhecer a verdadeira natureza da crosta. As grandes catástrofes de que tivemos conhecimento recentemente como, por exemplo, o Tsunami de 26-12-2004 que provocou a morte, em diversos países, de, aproximadamente, 260.000 pessoas, que além da aflição do momento sua morte provoca o choro dos seus parentes. Isto traz à tona a necessidade de refletir sobre a importância de conhecermos melhor o planeta em que vivemos e sobre nossa relação com ele e esta obra muito ajudará, com certeza, o desenvolvimento de tecnologias para prever seus movimentos ou pelo menos minimizar seus efeitos e assim muitas vidas poderão ser protegidas.
A partir das evidências, o homem consegue reconstituir a história. Os conhecimentos atuais dependem dos conhecimentos anteriores levando à conclusão de que a Ciência é cumulativa e cada nova descoberta leva a muitas outras resultando em um crescimento exponencial. Todos nós fazemos parte da humanidade e o conhecimento de cada um está apoiado no conhecimento existente.

 “Somente quando a ciência cumpre a importante missão de divulgar os grandes problemas científicos também no conjunto da sociedade é que ela adquire, do ponto de vista social, o direito de existir.” Einstein (1924).

Assim, os avanços da ciência não devem ficar restritos ao meio científico, mas sim têm que ser apresentados à sociedade para que possa desfrutar do conhecimento obtido.

 

Esta obra, a VCT600MA, abrirá os portões para se encontrar as respostas para outras tantas perguntas latentes, sobre a história geológica da Terra que serão respondidas posteriormente com mais profundidade, em doutorados, pelos especialistas, em cada uma delas e sobre as quais há grande quantidade de livros, publicações e sites belíssimos recheados de fotos impressionantes, de descobertas e de questionamentos cujos autores sentirão prazer em produzir uma nova versão deles, pois as obras que produziram, antes, estavam baseadas no paradigma, até agora, vigente que é a Teoria Tectônica de Placas, que deu sua parcela de contribuição, mas poderá vir a ser considerada um enorme equívoco ou uma teoria ingênua por não atribuir à força da gravidade, à força de atrito e à dissipação de calor, o seu verdadeiro valor. Ela não explica as grandes questões das Geociências e também está "engessando" a mente dos geocientistas, causando grande resistência para o avanço das Geociências que para tal é preciso desmontar este arcabouço teórico, pois
uma imensa quantidade de trabalhos, com anomalias, está se acumulando atrás da "barragem" chamada TP theory , já em eminente crise ou colapso, é uma “barragem” já apresentando muitas rachaduras que precisa ser “dinamitada” pela VCT600MA para o real avanço das Geociências através do “escoamento” dos trabalhos corretos dos cientistas, tão cheios de descobertas de anomalias, mas que precisam estar debaixo do paradigma correto para poderem ser entendidos e aceitos.

 

A lista de anomalias em Geologia poderá ser vista em:
Science Frontiers – Catalogo of Anomalies (Subjects)
http://www.science-frontiers.com/cat-geol.htm

Mais sobre paradigma:
https://revistacomunick.wordpress.com/2011/06/06/novo-paradigma-e-as-anomalias/

Neste vasto campo que está se descortinando, todos poderão admirar as conseqüências dos grandes eventos traumáticos que a Terra vivenciou, tanto próximo de casa, em filmes ou em documentários. Igual oportunidade será dada aos especialistas em Vênus que buscam respostas para suas dúvidas que tanto lhes atormentam, tais como, o fato daquele planeta ter 80% da superfície banhada por magma basáltico, ter dois gigantescos conjuntos cruzados de linhas paralelas de atrito e de impacto, ter sobre a superfície enormes discos de magma conhecidos por Panquecas, ter a crosta com enormes depressões e cortada por profundas fraturas de centenas de quilômetros de comprimento alem de ter seu movimento de rotação invertido, e de mostrar a mesma face quando de sua maior aproximação com a Terra.
Imagens da superfície da Terra, umas questionadoras e outras esclarecedoras poderão ser vistas no site http://www.tsgc.utexas.edu/essays/geology/geology.html e onde se poderá verificar que a crosta terrestre é muito mais fraturada do que se imaginava atestando o traumatismo que o planeta sofreu. A imensidão de montanhas sobre a crosta evidenciam as fraturas que tiveram que ocorrer para que todo aquele magma subisse.
Aqui faço exercício dos conhecimentos de geociências, de física, da lógica e do bom senso, pois não fiz medições ou tirei amostras de lava dos diversos ambientes citados. Tenho apenas uma pequena pedra resultante de perfuração em busca de petróleo na bacia de Campos – RJ -Brasil a 2800 metros abaixo do fundo do oceano. Ela é de cor cinza escuro e ao deslizar dos dedos, parece soltar um finíssimo pó que pode ser de origem vulcânica misturado a resíduos orgânicos do “caldo primordial”.
Esta obra manterá a ciência ocupada por centenas de anos, pois haverá muitas oportunidades para fazerem doutorados para detalharem os conhecimentos, aqui obtidos, incluindo a data da colisão planetária que pode ser um pouco mais ou um pouco menos do que 600 MA porque as datações radiométricas, utilizadas pelos geólogos e geofísicos, dependem da escolha do material a ser examinado, isto porque os elementos pesados utilizados nos métodos de datação radiométrica estavam no interior da Terra e foram jogados sobre a crosta remanescente quando da colisão planetária e isto poderá afetar os cálculos da idade da Terra, inclusive. É preciso ter a mente aberta.

 

"A mente que se abre a uma nova idéia, jamais voltará ao seu tamanho original."
Albert Einstein.