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 A Terra perdeu 70% da crosta original há 600 milhões de anos

A crosta da Terra é atualmente composta de 30% de placas continentais com espessura próxima de 45 km e idade próxima de 4.600 MA, que compõe a crosta original e os restantes 70% de placas de basalto solidificado, de espessura de 5-7 km e com idade menor que 600 Ma que compõe a crosta oceânica e originárias da solidificação da parte superior do manto.

Supercontinentes
Foi no supercontinente Gondwana, que reunia as massas continentais ao sul do Equador, mais a Índia, que surgiram formas raras como os gondwanatérios, a que pertence ‘V. sertichi’. (imagem: LennyWikidata/ Wikimedia Commons – CC BY 3.0) http://cienciahoje.uol.com.br/colunas/cacadores-de-fosseis/um-fossil-espetacular/?searchterm=Um%20f%C3%B3ssil%20espetacular

 

Explicação:

A maior evidência de que a Terra sofreu uma colisão planetária é a constatação de que está faltando a maior parte de sua crosta original ou continental.

            A crosta da Terra, tal como a dos outros planetas telúricos; Mercúrio, Vênus, Marte e também a Lua, foram formados tal como a primeira lei de sedimentação, ou seja, as camadas se organizam em posição horizontal, e onde a espessura da crosta é igual em qualquer ponto do planeta. No caso da Lua, devido à existência de basalto em grandes regiões, chamadas de Marias, pensa-se ainda que ali a crosta é fina, mas não há razão alguma para tal (Ver mais em A Captura da Lua). No entanto a segunda lei da sedimentação, segundo a qual a camada de cima é sempre a mais nova, não se aplica na formação da crosta, visto que a crosta solidifica de fora para dentro por perda de calor para o exterior e por isto a camada mais interior é mais nova. Assim, podemos dizer que há duas leis da formação da crosta por solidificação do manto. (Não confundir com acréscimo de sedimentos à crosta).
Primeira.  As camadas da crosta se organizam em posição horizontal.
Segunda. A camada de baixo é sempre a mais nova.
A crosta antes da colisão estava íntegra e formando uma esfera de várias camadas e estava equilibrada, acima do manto, tal como uma abóbada de uma igreja ou a casca de um ovo e toda a água que havia estava sobre a crosta compondo o Oceano Global.
O que poderia arrancar a maior parte da crosta de um planeta essencialmente líquido? O que teria energia cinética suficiente para fraturar a crosta continental com espessura próximo de 46 km e fazê-la desaparecer? Obviamente, um outro planeta em velocidade vertiginosa provocando um choque planetário. Esta é uma das mais fortes evidências de que a Terra tenha se chocado com outro planeta e a grande velocidade. A ausência da maior parte da crosta original se deve ao fato dela ter ido para o espaço exterior.

3d geopolitical earth countries continents model - Geopolitical Earth Globe (Countries and continents)... by twopixels

http://www.turbosquid.com/3d-models/3d-geopolitical-earth-countries-continents-model/428197

        Quantas vezes, ao olhar uma imagem como a acima nos perguntamos: onde está o restante da crosta do planeta? Quando não sabemos as respostas costumados deixar as pesquisas e as respostas com aqueles que pensamos serem os depositários do conhecimento daquela área.

        A crosta foi para o espaço exterior e o astro que colidiu com o planeta pode ser identificado a partir das evidências e pistas, pois não poderá sair do sistema solar porque a Terra foi imensamente deformada com a colisão, absorvendo grande parte da energia cinética e, portanto quem se chocou com ela não pode estar muito longe por ter perdido velocidade a não ser que tenha caído no Sol.
As evidencias da colisão traumática estão por toda a parte. Vejamos:


Caverna do Vietnam

photo
Penhascos de Suduroy - Ilhas Faroe - Vista para Beinisvørð

https://www.google.com.br/search?q=coastal+cliffs+-whale&hl=pt-BR&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=xPZMUfiUMNTk4AOS04HoBg&sqi=2&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1468&bih=867

https://www.google.com.br/search?q=big+canyons+-lindsay+-shirts&hl=pt-BR&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=rPhMUb3kLYr89QTB04H4CA&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1468&bih=867#hl=pt-BR&tbm=isch&sa=1&q=grands+canyons+-lindsay+-shirts&oq=grands+canyons+-lindsay+-shirts&gs_l=img.3...26804.28734.0.29910.6.6.0.0.0.0.207.1004.1j2j3.6.0...0.0...1c.1.7.img.bwB7tp6rEZY&bav=on.2,or.r_qf.&bvm=bv.44158598,d.dmg&fp=3c4cf4e64e2f257b&biw=1468&bih=867
https://www.google.com.br/search?q=fiordes&hl=pt-BR&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=SSFWUfb5LKaE0QGY4YGABQ&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1468&bih=826

 
A distância de quatro dezenas de milhões de quilômetros, até Vênus, é considerada pequena, em termos astronômicos, pois é aproximadamente 104 vezes a distância da Terra à Lua.
A ausência de 70% da crosta original da superfície atual é a principal evidência de que a Terra sofreu uma colisão planetária e sua maior parte da crosta foi lançada ao espaço.
Os pedaços que não conseguiram velocidade de escape (11,2 km/s, o equivalente a 40 320 Km/h caíram tanto no Pangea quanto no magma que formava o cone remanescente e como tinham densidade menor (2,8t/m3) que este magma (3,3 t/m3) ficaram flutuando no que hoje é a crosta oceânica e isto tem servido de argumento para aqueles que afirmam que aquelas rochas são parte dos continentes que afundaram.
À luz desta teoria, VCT600MA, estas rochas são pedaços que não conseguiram velocidade de escape e caíram e ficaram flutuando no magma ou são rochas que ficaram no espaço algum tempo, como asteróides, e depois caíram na Terra nos oceanos.