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         CONCLUSÕES, IMPLICAÇÕES E PREVISÕES DA TEORIA VCT600MA

Esta teoria leva à compreensão do passado Geológico da Terra cuja montagem deste grande quebra-cabeça foi possibilitada pela análise dos trabalhos científicos armazenados nos mais diversos meios e que estavam e estão disponíveis para todos.

 
 

                                                    CONCLUSÕES

 
 

1 - A Terra foi atingida em uma colisão planetária por Vênus, a altíssima velocidade, que lhe deixou esta pouca quantidade de massa coberta com apenas 30% da área atual, composta da crosta original.   

2 - A crosta da Terra era toda coberta por um Oceano Global de aproximadamente 9,27 km de profundidade ( não incluí nestes cálculos a parte erodida e que compõe plataforma continental) que resultaria em uma profundidade menor.  

 
 

3 – O campo Geomagnético foi formado a partir dos jatos de ferro no momento da colisão e mantido pelo movimento da camada de ferro para que fique com igual espessura no processo de recuperação da esfericidade perdida e este campo vem diminuído gradativamente porque a Terra está melhorando sua esfericidade através dos movimentos de massa de todas as suas camadas.

4 - O que restou do Oceano Global, ato contínuo, desceu das placas da crosta (Pangea) em um imenso evento de escoamento levando os primeiros sedimentos para a crosta oceânica no início de sua formação e as regiões próximas da beirada das placas continentais receberam um fluxo com maior velocidade facilitando a formação destas gigantescas ondas de sedimentos no que são, hoje, as erodidas plataformas continentais e também fossilizaram microrganismos da massa orgânica que compunha a vida existente.

 
 

5 – Sem esta colisão planetária os seres complexos, incluindo o ser humano, não existiriam.
Isto porque foi quando se iniciou todas as condições para a explosiva evolução da complexidade dos seres, ou seja a partir do lançamento dos elementos químicos do interior do planeta, disponibilizando toda variedade deles e que compõe o manto e também gerou imenso calor por dezenas de milhões de anos quando ocorreu a explosão de energia devido ao contato direto das águas, remanescentes da colisão Vênus – Terra, com o manto terrestre por ausência de 70% da crosta da área atual do planeta e reforçada pelas incessantes descargas eletricas somadas a ocorrência dos elementos radiotivos.

6 – A maioria dos asteróides e dos cometas são originários da Terra. Não podemos dizer que todos os asteróides do sistema solar são resultado deste evento porque Urano roda “deitado” evidenciando que também foi alvo de um choque planetário. Assim, a Terra não foi formada pela junção de asteróides e cometas mas sim formadora deles.

 

7 - Não há petróleo no subsolo do oceano Pacífico porque a água fora do Pangea estava em ebulição, com correntes convectivas, devido ao contato direto com o magma por causa da perda da maior parte da crosta e não havia como o material orgânico parar em um local para ser coberto por sedimentos vindos da superfície das placas continentais e assim resultasse em um depósitos de petróleo. Assim, esta compreensão resultará em grande economia evitando-se imensos gastos com a prospecção de petróleo naquele oceano. Há, no entanto, muito hidrato de carbono sobre o leito oceânico do Pacífico.

 
   
   

 8 - Deduzo que o núcleo central não é sólido apesar de parecer muito massivo, pois se assim fosse não teríamos depósitos de urânio, plutônio, tório, ouro, etc. retirados do núcleo e espalhados por sobre todos os continentes através de aleatória e pesadíssima chuva de metais. Esta chuva de metais ocorreu, ato contínuo, à colisão significando que caiu sobre o restante do gelado oceano que estava escoando para fora da Pangea, ou seja, descendo para a parte superior do manto que estava desnivelado cerca de 7 km em relação à superfície da crosta remanescente.

9 – Deduzo que a razão da gravidade não ser uniforme em todo o planeta, ou seja, os objetos terem pesos diferentes em vários lugares da Terra é o fato de que o centro de gravidade estar ligeiramente deslocado no sentido do centro do Oceano Pacífico por ter sido ali o local do choque planetário e o local para onde ainda estão migrando massas para recomposição relativa das camadas que compõe o manto terrestre e que é evidenciado pelos pequenos ajustes da crosta terrestre, evidenciado nos contínuos terremotos de várias intensidades. Isto sem levar em conta que no equador o diâmetro é 21 quilômetros maior do que o de pólo a pólo. O programa GRACE (Gravity Recovery and Climate Experiment) está fazendo um levantamento meticuloso do planeta para construir um mapa gravitacional detalhado para ajudar na compreensão. É composto de satélites gêmeos que vão circundar a Terra em uma órbita polar a uma altitude de 500 quilômetros e que vão seguir um ao outro a uma distância de 220 km.

 
   

10 - Se esta colisão não tivesse ainda ocorrido, ainda, a Terra estaria mais perto do Sol em sua antiga órbita, Vênus estaria, até hoje, a passar perigosamente perto da Terra que estaria ainda com uma única placa que é a própria casca, tal como uma casca de ovo, envolvendo o planeta e coberta por um oceano global com mais de 9 km de espessura e com seus microorganismos em um mundo submerso cada vez mais gelado e coberto por espessa crosta de gelo e não teria a Lua como satélite, pois esta continuaria com status de planeta na atual órbita que ficava a dezenas de milhões de km de distância.

11 - Se a perda da crosta original, na colisão, tivesse sido muito menor ou se a espessura do Oceano Global fosse muito maior, o volume de água remanescente cobriria os atuais continentes inviabilizando o desenvolvimento de seres terrestres incluindo o homem.

 
   

12 – Os 800 km3 de material erodido do Grand Canyon não foram carreados pelo pequeno rio Colorado. Estão ali mesmo preenchendo a fissura do canyon, resultado da adaptação da crosta ao planeta, agora de menor raio, tal como o material erodido dos outros canyons.

13 - Apresento Vênus como o tão procurado “Vulcan”, causador da precessão do periélio de Mercúrio, que demorou a ser encontrado porque agora está longe do seu lugar de procura, o interior da órbita de Mercúrio, conforme correta previsão do  Diretor do Observatório de Paris, Urban Jean Joseph Le Verrier (descobridor de Netuno) de que haveria uma massa entre Mercúrio e o Sol. A procura havia sido suspensa porque se pensou que Einstein havia resolvido o problema com sua equação “adaptada” para atingir os 43” de arco por século,  antecipadamente informados a ele por um astrônomo.

 
   

14 – O basalto que está na superfície da Lua já pertenceu à Terra e foi transferido para ela quando de uma muito provável e suave colisão, entre os dois, quando do processo de captura após a invasão da orbita da Lua feita pela Terra vindo de órbita mais próxima do Sol por motivo da colisão com Vênus.

 
       
   

                                                       IMPLICAÇÕES

 
   

          1 - A validade desta teoria implica na aceitação de que a formação do sistema solar não ocorreu como se pensa atualmente, ainda, com todos os planetas já em suas posições atuais.

          2 - Implica também na validação da teoria Snowball Earth de Paul Hoffman e Joseph Kirschvink, segundo a qual a Terra era toda coberta de neve e repentinamente ficou super-quente e da qual eu extraí a data da colisão astronômica, próximo de (600 milhões de anos) de acordo com o atual relógio radiométrico, ou seja, a meia-vida aceita do Urânio 238 no método U-Pb.

 
   

           3 – Valida a teoria de Darwin, “A Origem das Espécies” ao apresentar as razões dos grandes intervalos de tempo de fossilização, incluindo a aparição repentina de fósseis organismos de animais complexos, após intervalos de dezenas de milhões de anos, que era seu grande dilema, pois ele sabia que o registro geológico tinha falhas, mas não sabia quais forças estavam envolvidas neste processo.

4 - Eu sugiro que o Período Cambriano comece não a partir do aparecimento de fósseis complexos, como em 542Ma, mas a partir de 600Ma cobrindo o período Edicariano. Isto porque foi quando se iniciou todas as condições para o rápido desenvolvimento da complexidade dos seres, ou seja a partir da colisão planetária que lançou sobre a crosta elementos do interior do planeta, disponibilizando toda variedade de elementos que compõe o manto e também gerou imenso calor por dezenas de milhões de anos quando ocorreu a explosão de energia devido ao contato direto das águas, remanescentes da colisão Vênus – Terra, com o manto terrestre por ausência de 70% da crosta da área atual do planeta e que atuava como isolante.

 
   

          5 - Uma colisão capaz de arrancar a maior parte do corpo do planeta Terra teve energia suficiente para jogar inúmeros pedaços por todo o sistema solar é também responsável por ter espalhado vida microscópica, existente no Oceano Global da Terra, pelo sistema solar, cinturão de asteróides e através da nuvem de cometas, hoje dilapidada, pois são 600 milhões de anos de queda de escombros. Se estes pedaços foram tão longe, alguns podem ter caído em Europa, lua de Júpiter e como provavelmente há um oceano por baixo de sua crosta de gelo, Europa pode ter vida microscópica originada em seus processos de formação da crosta somados aos muito provavelmente levados pelos asteróides e cometas originados na Terra e que resultaram em “contaminação”. É evidente que se o asteróide Ceres, também envolto em água,  teve sua origem na colisão Vênus-Terra, levou consigo muito material orgânico e logo saberemos se as amostras de vida teriam resistido à viagem. Muitas grandes pedras estão espalhadas pela superfície da crosta terrestre sem conexão com as rochas do local resultantes de saída de magma pelas rachaduras pela crosta.

 
   

         6 -   Se os astrofísicos estiverem certos ao afirmarem que o Urânio só se forma no núcleo das estrelas então não podemos descartar a hipótese de que a Terra tenha sido uma pequena estrela. As Anãs Marrons, vistas atualmente como estrelas demasiado pequenas em massa para se tornarem quentes o suficiente para iniciar a fusão do hidrogênio, precisam ser analisadas sob esta ótica, pois a Terra tinha um volume muitas vezes maior que o atual possibilitando ter a pressão, no núcleo interno, suficiente para ocorrer a fusão nuclear do urânio e outros elementos. Afinal, se é possível obter elementos, mais pesados que o Urânio, sintetizados artificialmente por que isto não poderia ocorrer no centro de um planeta cerca de 17 vezes maior que o volume atual da Terra ou da Super-Terra? Seria o urânio 235 um estágio antes do urânio 238, processo interrompido pela colisão? Afinal, o fim do Sol ainda está sendo estudado como mostra o site http://www.universetoday.com/101360/astronomers-hint-that-our-sun-wont-terminate-as-the-typical-planetary-nebula/

       Levando em conta que os planetas do sistema solar são compostos de mais pesados que o hidrogênio, não podemos deixar de pensar que foram formados por parte do conteúdo do Sol após um possível choque estelar. Não sabemos se no núcleo do Sol estão sendo formados elementos mais pesados que o Urânio. Assim, há necessidade de se estudar mais sobre fusão nuclear.
Afinal, a Terra mantem seu manto em estado de fusão apenas com o calor de decaimento de elementos?

 
   

        7 - Com o conhecimento desta teoria VCT600MA, o descarte definitivo do lixo atômico deverá e poderá ser executado, em curto prazo, com segurança através de furos, até o magma, em locais da crosta que ficam acima da linha do magma preferencialmente pedaços da crosta continental. Ver conceito da Linha do Magma em: Porque há tectonismo global.
Isto é crucial visto que a quantidade de rejeitos radioativos atingiu uma quantidade difícil de guardar com segurança. Uma vez dentro do corpo humano, a radioatividade do átomo de urânio pode alterar o material genético das células, levando-as a se tornarem cancerosas e/ou passar para as gerações seguintes as alterações genéticas e reservando para a espécie humana um futuro obscuro. Para conhecer como algumas nações estão descartando seu lixo atômico deve-se assistir o assustador vídeo “Piratas” em http://dotsub.com/view/8446e7d0-e5b4-496a-a6d2-38767e3b520a.

        8 - A energia geotérmica para ser transformada em energia elétrica poderá ser obtida na quantidade necessária e com segurança através de furos, até o magma, em locais da crosta que ficam acima da linha do magma. No entanto, é um calor que estamos trazendo para cima da crosta e afetará a temperatura ambiental.

 
   

       9 - A partir de 1960, o rádio astrônomo, Frank Drake liderou um grupo na busca por sinais de rádio de possíveis civilizações extraterrestres, no National Radio Astronomy Observatory em Green Bank, na Virgínia Ocidental. Apesar da equação de Frank Drake, segundo a qual poderia se obter um número muito alto de civilizações extraterrestres possíveis, não foi detectado, até agora, nenhum sinal de possível civilização. Este acompanhamento é feito pelo SETI Institute. A esta equação precisará ser acrescentado o fator de improbabilidade da ocorrênciar um choque planetário, tal como o que ocorreu com Vênus e a Terra, para que elementos, originarios do interior do planeta, necessários ao desenvolvimento de vida complexa possam ser lançados sobre a crosta desses planetas produzindo uma explosão de vida complexa tal como a Explosão do Cambriano, e haver tempo de vida, da estrela mãe, suficiente para que se produzir a evolução dos seres vivos tais como defendida, brilhantemente, por Charles Darwin, além deste planeta conseguir se manter em órbita, apesar da colisão. A Humanidade deve sua própria existência a inúmeros fatores, mas particularmente a esta colisão tanto pela quebra do ambiente aquático, do Oceano Global, quanto pela geração de grande calor, encurtando muito o tempo necessário para a explosão da complexidade da vida. Some-se a isto a formação e manutenção do campo geomagnético que protege do excesso de radiação solar.

 
   

          10 - Os cálculos da idade da Terra, através de métodos de datações radiométricas utilizando elementos de grande densidade ou do manto inferior, entre eles o Urânio (U-Pb), precisarão ser revistos porque eles estavam no núcleo da Terra e foram jogados sobre a crosta, na colisão planetária, evidenciando o marco da explosão do Cambriano. 
Se para se calcular a idade da Terra foi usado o método U-Pb, provavelmente precisará ser recalculada a idade do planeta pois o Urânio estava no nucleo da Terra e de lá saiu na colisão astronômica com Vênus, sendo espalhado aleatoriamente, em chuva metálica, pelo que sobrou da crosta.

 
   

      11 -  O resultado das explosões estelares não são em forma de disco, a massa vai em todas as direções como qualquer explosão. As esferas e os discos são a consequencia da organização gravimétrica das massas em órbita. Os planetas do sistema solar guardam ainda um certo ângulo em relação à eclíptica mas tendem a ficar todos em um mesmo plano orbital porque todos sofrem atração da incessante força gravitacional do plano médio. O choque planetário Vênus-Terra foi possibilitado pela aproximação dos seus planos orbitais gerando pontos de cruzamento. Assim, a tendência é que todos os sistemas planetarios existentes acabem ficando em um mesmo plano tal como a organização dos aneis de Saturno. Por exemplo, a órbita de Plutão é inclinada 17° em relação ao plano médio dos outros planetas, ainda. Isto vale para as galáxias, elas começam como gigantescas bolas de luz, mas tendem a ficar em forma de disco resultando em muitas colisões. Este é o mecanismo geral que se aplica ao longo da existência do Universo. Assim, quanto mais velha é a galáxia mais planar é seu sistema estelar. Com exemplo, a Galáxia Sombrero, a 28 milhões de anos-luz da Terra. Pode ser vista em:

 
   

http://www.google.com.br/imgres?imgrefurl=http%3A%2F%2Fcemiteriodosfisicos.blogspot.com%2F2012_

04_01_archive.html&tbnid=Xx91MDILKpIztM:&docid=PRvBMn4ds8gw_M&h=336&w=597

 
   

12 - Einstein afirmou que as leis de Newton estavam erradas, mas não contou para ninguém, nem provavelmente para seu parceiro e amigo Arthur Stanley Eddington, que construiu a sua própria equação já sabendo do valor que teria que apresentar como resultado para justificar a variação dos 43” arcsec por século para explicar a anômala precessão de Mercúrio e que queria demonstrar que sua equação explicava a condição anômala de Mercúrio. Isto teria sido usado como teste de sua equação da Teoria da Relatividade, a pedido de seu parceiro Eddington. Recentemente a BBC fez um filme “Einstein e Eddington” http://pt.wikipedia.org/wiki/Einstein_and_Eddington. “Eddington é famoso pelo seu trabalho sobre a Teoria da Relatividade. Eddington escreveu um artigo em 1919, Report on the relativity theory of gravitation, que anunciou a Teoria Geral da Relatividade de Einstein para o mundo anglófono.” http://pt.wikipedia.org/wiki/Arthur_Stanley_Eddington
Veja mais em: Evidências em Mercúrio.

 
       
   

                                         PREVISÕES

 
   

           1 - A previsão, à luz da VCT600MA, é que ainda ocorrerão bilhões de terremotos e tsunamis até a Terra atingir a esfericidade buscada e possível, pois há um déficit de 133 milhões de km3 de massa na região do Pacífico que vem diminuindo com deslocamento contínuo de massa para lá e que altera a esfericidade do planeta provocando ajustes entre as placas e consequentemente o vulcanismo aparente e o submerso, terremotos e tsunamis. Afinal, estão faltando na região do Pacífico mais de 133 milhões de km3 e a saída atual de magma, pelos vulcões, está estimada em cerca de 30 km3/anuais. Neste ritmo levaria mais de 4 Ma, mas poderá e deverá ser um tempo bem maior em função do levantamento do fundo do Pacífico se processar cada vez mais em um ritmo menor e terminará de subir, sem que o oceano se feche.

           2 – Quando a luta por melhor esfericidade terminar, o equilíbrio da Terra será reencontrado, as placas não mais se moverão, haverá a consolidação da crosta e adição de energia potencial gravitacional, através do vulcanismo aparente e o submerso, ao meio ambiente, cessará e a superfície da Terra entrará num processo de esfriamento fazendo o planeta voltar a ser como era antes dos últimos 600 Ma, quando ainda estava bem mais próximo do Sol, esférico e com as águas cobertas com uma capa de gelo, antes de ser empurrado para cá.

 
   

           3 - Não haverá nova reunião de placas continentais, em qualquer outro lugar do planeta, como alguns cientistas apregoam, por falta das condições exigidas e demonstradas nesta obra.

          4 - Devido à diminuição gradativa do campo geomagnético, já medido ao longo do tempo e comprovado, espera-se que haja, ao fim de 2.000 anos, uma inversão dos pólos magnéticos. No entanto, minha previsão da teoria VCT600MA é que o campo geomagnético se extinguirá significando que a esfera líquida de ferro do interior da Terra atingiu sua maior esfericidade impedindo, assim, que haja deslocamentos de camadas, cada vez mais finas, de ferro para a existência do campo magnético como conseqüência da inexorável luta do planeta pela esfericidade. Assim, quando o campo magnético ficar nulo a radiação do Sol passará sem a proteção do campo magnético e a humanidade e todos os seres sofrerão conseqüências a serem medidas. No entanto a taxa de diminuição gradativa do campo magnético irá ficando cada vez menor, o que significa que o momento da anulação do campo magnético está mais longe do que se pensa atualmente.

               5 - Um dos grandes temores da humanidade, de que a Terra venha a sofrer um estado de efeito estufa parecido com o de Vênus, devido à liberação de CO2 e atuação da energia solar e que têm gerado políticas globais para controle de emissão do CO2 não se justifica porque todo o carbono existente e muito mais, perdido para o espaço exterior, já esteve liberado no Oceano Global antes dos últimos 600 milhões de anos e, no entanto o clima era gelado em função da absorção da energia em combinações bioquímicas mesmo estando, a Terra, a uma distância menor do Sol, antes da colisão astronômica, quando era Iceball Earth. Assim, não devemos confundir estados temporários de grande calor, devido à liberação de lixo calórico incluindo o calor retirado dos sistemas de resfriamento das usinas atômicas e que aquecem os mares e oceanos, calor não utilizado e liberado na atmosfera e que pode ser administrado mantendo-se a população da Terra em equilíbrio, com estado definitivo de efeito estufa, afinal a Terra irradia mais calor para o espaço exterior do que recebe do Sol. Isto porque calor está sendo gerado por atividade nuclear no centro do planeta e mantendo o planeta em predominantemente em estado líquido.

 
   

                6 - A compreensão do incessante tectonismo global, assim como do vulcanismo e da existência dos tsunamis trará uma nova ordem na execução de medidas de proteção às populações, pois como ainda faltam próximo 133 milhões de km3 de massa na região do Pacífico tão cedo não vão parar os terremotos e os tsunamis, tão bem documentados em vídeos, é muito importante se preocuparem com as construções. Sugiro que em regiões de grande freqüência de terremotos as casas pequenas sejam de concreto armado, no formato de iglus, cobertas com a planta era para suavizar a temperatura interna.

   7 - Esta teoria trará luz e motivação para detalhamento das Geociências e para estudos mais aprofundados sobre a formação do Sistema Solar. Assim, sob novo paradigma geofísico, geológico e paleontológico, será aberto um imenso campo de pesquisas para todos. Miríades de doutorados e PHD´s serão obtidos com o estudo detalhado desta nova teoria, a VCT600MA.

   8 - Há um programa internacional de pesquisas marinhas dedicado à compreensão científica da Terra, o Integrated Ocean Drilling Program (IODP) em andamento que utiliza o navio de pesquisas Chikyu, na região do Pacífico, fazendo perfurações parciais na crosta para instalação de sensores visando a obtenção de dados que ajude a compreender melhor os mecanismos envolvidos nos vulcões, terremotos e nos tsunamis. Este navio é resultado de um acordo entre os EUA e o Japão.

 
   

          Um apoio adicional é fornecido pelos 17 membros de um Consórcio Europeu (ECORD), a República Popular da China, da República da Coréia, Austrália, Índia e Nova Zelândia. "O Chikyu vai permitir progressos consideráveis no conhecimento da crosta terrestre, sobre a qual por enquanto estamos reduzidos a conjecturas", estima Asahiko Taira, professor no Instituto Oceanográfico da Universidade de Tóquio e futuro diretor do programa de pesquisas do Chikyu. “O homem trouxe amostras de rochas até da Lua, mas nunca conseguiu entender como é o manto terrestre, que está muito mais perto e compõe a maior parte do nosso planeta”, emenda Shinichi Kuramoto, outro membro da expedição. (JC e-mail 1964, de 30 de Janeiro de 2002). Pretendem, assim, detectar alterações na tensão, pressão e inclinação no terreno e obter grande vantagem em alguns dias ou horas de aviso antes que algo aconteça. Sistemas de alerta atual no Japão só avisam 10 minutos antes de um terremoto de grande porte. Querem dados em tempo real a partir do ponto exato.
Além das perfurações parciais da crosta, que não têm maiores conseqüências, pretende fazer um furo trespassando a crosta oceânica até o manto a uma profundidade entre 7 mil e 10 mil metros, considerado por muitos como um dos sonhos dos geólogos, mas não esta programado para ocorrer antes de 2018. Este furo é chamado de (Borehole into the Earth's Mantle - BEAM), Houve o segundo painel de avaliação em um meeting (IODP Proposal Evaluation Panel)  no período 1-3 de Dezembro de 2012 em São Francisco EUA.

Como a parte inferior da crosta daquela região está sob imensa pressão, evidenciado pela posição da lava na boca dos vulcões ativos e próximos tais como o Sakurajima ou os do Hawaí, que tem suas bocas a vários km acima do leito oceânico, um furo que trespasse a crosta, no nível do leito oceânico daquela região, é altamente perigoso por quatro motivos:

        1- A lança de perfuração, dependendo da diferença de densidade em relação ao magma, será empurrada de volta pela pressão exercida pela saída do magma e que causará um acidente de grandes proporções no navio e principalmente em sua tripulação.
2- O furo se tornará um novo vulcão com fluxo de lava, de grande velocidade que só parará quando a boca do novo vulcão chegar no nível dos outros que estão próximos. Devido à saída rápida da lava o furo poderá ser aumentado de diâmetro devido à fuso das paredes dele.
3- Poderá acelerar a ocorrência de terremotos devido ao deslocamento de manto em maior volume provocado pela saída rápida pelo sistema de placas da crosta oceânica..
4- Esta saída extra de energia geotérmica, sem controle, aquecerá ainda mais o oceano Pacífico e consequentemente os outros oceanos em um momento de preocupação geral com o aquecimento da superfície do planeta.

       Um acidente a ser temido e lamentado por todos, caso ocorra, pois estes cientistas estão lidando com algo muito perigoso sem o necessário conhecimento.  É como lidar com explosivos sem ter conhecimento algum.

        Eu já avisei, através de e-mails, a diretora internacional do IODP, Michiko Yamamoto, que não está me dando atenção.

       Assim, é preciso, para o bem da humanidade, que se evite este furo chamado de BEAM.

 

                9 - Há 600 Ma, logo após a perda da crosta continental a profundidade média do Pantalassa, oceano que circundava a Pangea, era de aproximadamente 4 km. Como o desnível da superfície da crosta até a parte superior do manto era de 7 km, significa que as águas ficavam, em média, 3 km abaixo da superfície da crosta. A erosão inexorável da parte superior das placas continentais, durante os últimos 600Ma, carreou para os oceanos a massa que hoje vemos espessar a crosta oceânica e levantando as águas e alargando cada vez mais a plataforma continental invadindo cada vez mais a superfície da crosta. Assim, do desnível de 3 km até o nível das águas de hoje houve uma alteração geográfica extraordinária. A invasão das águas dos oceanos continuará e avançará pelos campos férteis levando as plantações para níveis mais altos e de menor área.            O levantamento do leito do Pacífico é o maior responsável pela distribuição de águas pelo restante do planeta causando a invasão de litorais. Assim há uma relação direta entre a reatividade dos vulcões, os terremotos, os tsunamis, a abertura de canyons, o levantamento das montanhas e a variação de esfericidade do planeta. Por causa disto a previsão mais correta é que haverá ainda imensa quantidade de grandes terremotos e tsunamis, muitos vulcões continuarão em atividade e outros voltarão a entrar em atividade, sem termos certeza onde, pois muito volume do manto ainda será deslocado e o fundo do Pacífico terminará de subir, sem que este oceano se feche, quando então, o equilíbrio da crosta da Terra será reencontrado e haverá a consolidação da crosta, as placas não mais se moverão e a adição de energia potencial gravitacional ao meio ambiente cessará e a superfície da Terra entrará num processo de esfriamento, pois a saída de magma pelos vulcões (quase 600) cessará e as águas resfriarão. Isto porque o calor do Sol é insuficiente para manter nossos oceanos em estado líquido. A erosão da superfície continental continuará, mas os relevos de basalto e de granito são difíceis de erodir e assim, entre inúmeros outros grandes relevos, o Pão de Açúcar, a Pedra da Gávea e o Corcovado, os Andes, os Alpes, os Himalaias e as Montanhas Rochosas continuarão para sempre, incólumes, como monumentos à grande colisão planetária.

 
   

                                            Conclusão geral.

              Assim, podemos resumir o geodinamismo na seguinte frase:
Os grandes eventos geológicos, geofísicos e paleontológicos são conseqüências da recuperação da esfericidade da Terra perdida na colisão com Vênus, ocorrida há cerca de 600 milhões de anos quando então perdeu a maior parte de sua massa, de sua crosta e de sua água ficando inicialmente com o formato de um cone e assim tornou-se um planeta de menor volume.

Outrora, eu acreditava, assim como muitos, que devido à descoberta da imensidão de estrelas que formam o Universo ou Universos, haveriam de ser encontrados muitos planetas que tivessem vida, tal como na Terra. Sabe-se, atualmente, que as estrelas muito maiores que o Sol têm vida mais curta, pois o tempo de vida de uma estrela depende bastante da sua massa e isto afeta diretamente o tempo necessário para a evolução dos seres vivos para atingir o grau de complexidade que o ser humano apresenta. Hoje, depois de confirmada a descoberta de 1.700 exoplanetas, continuo mais fortemente acreditando que existam muitos planetas que tenham vida, mas só composta de organismos simples, tais como os que Terra tinha antes do choque com Vênus. Isto porque a Terra só passou a ter vida complexa quando ocorreu, há 600 Milhões de anos, uma pequena parte de sua existência, o extraordinário evento que extraiu de seu interior uma grande variedade de elementos, jogando-os sobre o que restou da crosta, além de gerar intenso calor, possibilitando e existência o período Cambriano, e que ainda mantem nossos oceanos em estado líquido como resultado da tentativa, da Terra, de recuperar sua esfericidade original ao deslocar as camadas mais externas da massa do manto para a região do Oceano Pacífico, região do impacto, ferimento difícil de curar e que vem ferindo tantos de seus habitantes. Se a espessura do Oceano Global fosse muito maior ou se a perda da crosta fosse bem menor, as águas continuariam a cobrir toda a crosta, o ambiente seria totalmente aquático e isto impediria a evolução para animais terrestres, obviamente.

Assim, nossa existência dependeu de tantos eventos que a probabilidade de que estejamos sós no Universo, como seres de alta complexidade, é muito maior do que se pensa atualmente. Isto nos faz ficar mais tranqüilos quanto a invasões ou ataques de alienígenas (extraterrestres), mas quem gosta de assustar as populações, com ÓVNIs e principalmente UFOs, vai ficar muito decepcionado, pois também não vai ter à disposição tecnologias extraterrestres. É imensamente provável que a humanidade acabe antes de ter contato com algum improvável extraterrestre.