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                            Ponto de contato inicial entre Vênus e a Terra

Conjuntos cruzados de linhas paralelas em Vênus

               Há uma curiosa imagem mostrando uma área de Vênus de 80 km de comprimento por 37 km de largura com dois grupos de linhas paralelas cruzando-se em ângulo de 90º entre si, foi captada em 17 Setembro de 1990 e enviada pelo radar Magellan e que pode ser vista consultando os sites da NASA: http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA00085, http://pds.jpl.nasa.gov/planets/captions/venus/xcut.htm ou http://history.nasa.gov/JPL-93-24/ch8.htm.
Os técnicos da NASA desconhecem a razão desta formação única em todo o sistema solar conhecido.
Há também uma enigmática área: a Grande Província Ígnea – Artemis forma uma marca espetacular e que se estende por uma área de 13000 km e forma uma parte de Aphrodite Terra.

Explicação:
Estas áreas só poderá ser compreendida à luz de uma colisão astronômica.
O conjunto de linhas paralelas é o ponto inicial do contato entre Vênus e a Terra. Um dos grupos é composto de linhas brilhantes, mais grossas e irregulares que são linhas de atrito e outro de linhas finas e ligeiramente curvas distando cerca de 1 km, em média entre si, como fatias, que são evidências de rachaduras ou trincas na crosta e resultantes do movimento de choque em conjunto com o atrito. Os dois planetas tinham o mesmo sentido de rotação, mas as duas superfícies, no momento se tocarem, estavam em sentido contrário.
Estas marcas parecem com o resultado da raspagem feita por máquina para renovação da capa de asfalto das estradas.
Este tipo de terreno, em Vênus, é único em todo o sistema solar, como divulgado pela NASA, mas estas linhas foram interpretadas, equivocadamente, como resultado de atividade sísmica. A atividade sísmica, em qualquer astro, é um processo que gera rachaduras de linhas irregulares e não de linhas paralelas como fatias de espessura regular e principalmente não produzem conjuntos cruzados de linhas paralelas. Assim, o objeto que as provocou tinha que ter um formato regular, muito provavelmente esférico, e enorme peso para causar fissuras em uma crosta de mais de 80 km de espessura, como é a crosta de Vênus. Isto é a evidência irrefutável de atrito e colisão deste planeta com um corpo esférico de gigantescas proporções, uma colisão planetária. A velocidade do atrito foi a soma das velocidades tangenciais de suas superfícies. As linhas de atrito, ligeiramente curvas, devem significar que os dois planetas, naquele instante, tinham os eixos quase paralelos porque se os dois planetas tivessem se tocado com seus pólos, por exemplo, aquelas linhas de atrito seriam circulares e concêntricas embora pudessem estar, muito provavelmente, cobertas de magma. Assim as linhas mais brilhantes estão quase paralelas à linha do equador, à época, enquanto as linhas das rachaduras estão quase paralelas ao eixo.

O ponto inicial de contato entre Vênus e a Terra há 600 milhões de anos.

Área da superfície de Vênus com 37 por 80 Km situada em Lakshmi Region.
Foi apelidada como graph-paper por suas linhas paralelas e sua limpeza.

Veja mais em:
http://photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/PIA00085

Este conjunto cruzado de linhas paralelas é um monumento ao início da colisão astronômica.

 Não tive acesso à imagem completa, pois creio ser uma possibilidade restrita aos técnicos da NASA, pois lá só alguns técnicos têm acesso a algumas imagens, pois deverá poder ser notada a existência de menor largura que corresponde ao inicio da faixa de linhas mais acentuadas e brilhantes, que são as produzidas pelo atrito e indica o local do início do toque dos dois planetas e uma maior largura no final da faixa, que corresponde ao início do afundamento de Vênus na Terra que foi feita pela Grande Província Ígnea –Artemis forma uma marca espetacular e que se estende por uma área de 13000 km e forma uma parte de Aphrodite Terra. Assim, com a inversão da rotação de Vênus, esta imagem está agora no sentido do atual movimento de rotação. A NASA só publicou uma parte desta área em um retângulo, mas quando for publicada integralmente poderá ser notado que as bordas dela têm o formato de uma hipérbole.


Estas linhas paralelas, em Vênus, são a evidência do início da colisão e foram preservadas por 600 Ma, salvas do banho de lava da Terra que o planeta levou, por estarem em um planalto na região de Lakshmi que fica a oeste de Eistla Régio, em uma região que separa Guinevere Planitia de Sedna Planitia, uma grande área que está 1 a 2 quilômetros abaixo da linha média da superfície de Vênus e localizado a 30 graus de latitude norte e 333,3 graus de longitude leste e impressiona o tempo de preservação e a nitidez de suas imagens. Esta área de Vênus também é conhecida pelo apelido de “graph paper” devido à regularidade e limpeza com ausência de rochas. Se houve limpeza houve também a atuação de agente limpador que foi a compressão de mais de 9.000 metros de oceano em um efeito de jato violento em todas as direções, em fração de segundo tal como uma explosão, que varreu as superfícies de contato dos dois planetas imediatamente antes de Vênus atritar e afundar parcialmente na esfera terrestre. Esta faixa de solo tem suas dimensões proporcionais ao diâmetro, às velocidades de rotação e de impacto dos dois planetas. Esta área de Vênus, por sua extensão e largura, poderá ser útil para se calcular o diâmetro da Terra no momento da colisão e velocidade de rotação dos dois planetas. Além destas linhas, Vênus está cheia de outras, com grandes distâncias entre si, provavelmente resultantes do atrito com os pedaços de crosta que estavam sendo conduzidos para o interior da Terra ou com os pedaços que estavam indo para o espaço exterior e que poderão ser vistas, ao examinar o mapa detalhado de Vênus. Em Sedna Planitia, Guinevere Planitia, Sif Mons, Sappho Patera, Mead, Navka Planitia, Carson e Alpha Régio são encontradas linhas de atrito que em alguns casos podem ser confundidas com as linhas de montagem das imagens que são obtidas por faixas, mas a maioria deve ter sido encoberta pelo banho de lava.
O fato de Vênus possuir linhas de atrito significa que outro corpo também deve ter as marcas deste encontro, mas estas linhas, em Vênus, são consideradas únicas no sistema solar, pela NASA. A Terra, sua parceira na colisão, perdeu a maior parte da crosta e assim estas marcas foram parar no espaço exterior em pedaços que viraram asteróides ou caíram em algum outro planeta ou, mais provavelmente, no Sol por não conseguirem a velocidade orbital necessária. As linhas de atrito, as mais brilhantes, estão na direção do centro de Aphrodite Terra, o principal local que afundou no manto do planeta Terra.

Mais sobre o Lakshmi Planum:
http://link.springer.com/article/10.1007%2FBF00142395#page-1


Figure 1. A: Mollweide projection of Venus showing Magellan altimetry, fracture zones (from Price & Suppe 1995) (stipple), wrinkle ridge trajectories (red and white; from Price & Suppe 1995), and radial fracture trends (black). Major geomorphic features: crustal plateaus (pA—Alpha Regio; pF—Fortuna Tessera; pO—Ovda Regio [in D]; pTe—Tellus Regio; pTh—Thetis Regio [in D, E]), volcanic rises (Atla Regio; rB—Beta Regio; rBl—Bell Regio; rD—Dione; rEc—central Eistla Regio; rEe—eastern Eistla Regio; rEw—western Eistla Regio; rL—Lada Terra; rI—Imdr Regio; rT—Themis Regio), Phoebe Regio (Ph), Lakshmi Planum (LP), Rusalka Planitia (RP), Niobe Planitia, Ishtar Terra, western and eastern Aphrodite Terra, and Artemis trough in dark blue. Wrinkle ridge trends in intratessera basins in western Aphrodite are exaggerated for illustration. Thin black polygon marks map area. Thick white line demarks newly defined Artemis. B: Example synthetic aperture radar image of fractures (fr) and wrinkle ridges (wr). C: Map of fractures and wrinkle ridges. D:Orthographic view of a virtual globe to the west of Artemis (A) with Magellan gravity (low—black; high—light), wrinkle ridge (red) and radial fracture (yellow) trends, fracture zones (from Price & Suppe 1995) (green), and Artemis chasma (pink); symbols as in A. E: View of virtual globe to the east of Artemis. rA—Atla Regio. Figure modified from Hansen & Olive (2010).
http://www.largeigneousprovinces.org/11feb

Segundo o site acima “A natureza enigmática de Artemis tem deixado os pesquisadores perplexos desde a aquisição de dados da Pioneer Venus no final de 1970. A superfície de Vênus está repleta de rachaduras circulares ou quase-circular em uma variedade de escalas” e assim tentam explicar estas fraturas de uma crosta tão espessa (80km) através de hipotéticas plumas mantélicas que “teriam” pressionado aquelas região.

             Em Vênus há vários tipos de marcas sem boa explicação. Não pode ser descartado na análise da superfície de Vênus o efeito que poderia ter sido causado pela compressão e/ou atrito das bordas de um vulcão original, tipo caldeira, da Terra sobre sua superfície e/ou o inverso. A inércia do manto líquido de Vênus fez sair magma por seus vulcões, tipo caldeira e ou solapando alguns deles.

Vênus e a Terra são parceiros de uma espetacular colisão astronômica.