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METODOLOGIA

 

Os métodos utilizados neste trabalho foi o indutivo seguido do dedutivo.

O indutivo foi conseqüência da resolução de algumas questões latentes ou impertinentes, já relacionadas na Introdução, que povoavam a minha mente e resultaram em um insight em 2004 após longo tempo, quase 20 anos, de observações e de indagações ocasionais sobre o estado da crosta da Terra, à luz dos meus conhecimentos de Física e de Química e ao acompanhar os avanços da ciência, pois não era minha área de trabalho, e não divulguei a descoberta até que a testasse e a comprovasse em longas e cansativas investigações, em raciocínio dedutivo.

O dedutivo envolveu o levantamento e análise posterior das grandes questões pendentes das Geociências e das conclusões de especialistas que forneceram as informações consideradas peças chave do quebra-cabeça em muitos de seus trabalhos que estavam com o descobrimento de anomalias que é a discordância com o paradigma vigente. Comecei naquela mesma noite, após encontrar o que procurava de acordo com a minha primeira previsão: deveria existir, em Vênus, uma mesma área com dois tipos de marcas;  uma de linhas de atrito devido à soma das rotações e outra de linhas de fraturas resultantes do impacto devido à colisão. Consegui encontrá-la nos sites da NASA ; uma imagem chave e elucidativa feita pela NASA: Venus - Lineated Plains in Lakshmi Region. A outra área, que está na mesma direção das linhas de atrito e que corresponde ao afundamento de Vênus no corpo do planeta Terra é a Aphrodite Terra com suas rachaduras circulares.
Foi feita análise de imagens, disponibilizadas pela NASA em seus sites oficiais, e enviadas pela última sonda americana, a Magellan, no período 1990-1994 que transmitiu mapas detalhados da superfície de Vênus, cobriu 98% de Vênus com uma resolução de 100 metros usando ondas de radar e descobri, também, a existência da Snowball Earth Theory que demonstra, com riqueza de detalhes, que a superfície da Terra esteve gelada até 600 Milhões de anos atrás quando, então, repentinamente ficou quentíssima.
Este trabalho de investigação, visando responder às questões pendentes, montando o grande quebra cabeça, resultou na obra “Quando Vênus colidiu com a Terra – O extraordinário evento que mudou a história da Terra” (2008) – Rio de Janeiro – Brasil, ISBN 978859089-6.
As informações às quais eu tive acesso são as mesmas que estão disponíveis para todos e isto facilitará a avaliação da obra. Há também um quadro comparativo entre as duas teorias candidatas a paradigma definitivo.

 

Revisão teórica - Contestação da teoria Tectônica de Placas

Devemos partir da premissa de que a teoria Tectônica de Placas não é a defesa de que a crosta da Terra está dividida em placas que vêm se movendo e ainda se movem. Isto é apenas uma constatação. Faltava teorizar sobre a geodinâmica para descobrir que forças colossais poderiam deslocar radialmente, a partir da África, todas as placas continentais ao mesmo tempo assim como fraturar a crosta e levantar montanhas e sustentar a pressão até esse magma se solidificasse.
As placas continentais vem se movendo ao longo dos últimos 200 milhões de anos e ainda se movem eisto já foi defendido na obra de Alfred Lothar Wegener “A Origem dos Continentes e dos Oceanos”, onde dizia ele, que os continentes já haviam estado todos juntos formando o que hoje chamamos de Pangea. Quando ele propôs suas idéias, a estrutura das bacias oceânicas era muito pouco conhecida e não havia recursos tais como a datação radiométrica de rochas e da visão da Terra, através de satélites, que facilitaram muito a compreensão de sua teoria. As suas propostas não foram bem recebidas. A principal fraqueza de sua teoria era a ausência de um mecanismo que permitisse explicar a movimentação das colossais massas continentais por distâncias tão longas.  Ele teve que viajar muito para recolher evidências paleontológicas, geológicas e geofísicas, mas não teve acesso às informações que tive tais como as imagens, da Nasa, da superfície de Vênus, feitas posteriormente, e a profundidade média dos oceanos, medida pela Geodésia e a espessura da crosta. Ele não sabia que o Pacífico tinha uma profundidade média maior que o restante dos oceanos e mares e assim não tinha como suspeitar que a Terra, está em recuperação de seu original formato esférico, e que já esteve enormemente deformada e isto teria resultado no deslocamento dos continentes para o centro daquela região, por deslizamento, sob a ação da energia potencial gravitacional esmagando a fina crosta oceânica que é o endurecimento da parte superior do manto no qual as placas continentais flutuam.  Morreu trabalhando em uma expedição à Groenlândia documentada em:
http://sites.google.com/site/geologiaebiologia/tect%C3%B3nica-de-placas.

Arthur Holmes (1890–1965) tornou-se o precursor da teoria Tectônica de Placas ao sugerir na Sociedade Geológica de Edimburgo que o manto sólido poderia adquirir certa viscosidade quando aquecido pelo calor do interior da Terra e provocaria a formação de correntes de convecção que, em sua ascensão, fragmentariam a crosta e arrastariam seus pedaços e poderiam explicar a formação das montanhas. No entanto, ele advertiu que suas idéias foram "puramente especulativas" e que "não têm qualquer valor científico, até que adquiram o apoio de provas independentes". Mas foi considerado que ele tinha chegado muito perto de descrever a visão moderna do movimento das placas da Terra e de sua dinâmica. No entanto, reconhece-se a dificuldade de explicar a quebra dos continentes a partir desta idéia e procura-se descobrir que misterioso mecanismo provoca tais movimentos radicais.

A teoria Tectônica de Placas é a teorização da geodinâmica que nasceu após reuniões realizadas nos Estados Unidos na Geological Society of América, no Goddard Institute for Space Studies e na American Geophysical Union, no final de 1966 e início de 1967, pois foi proclamada como fato a partir de quando passou a ser aceita pela grande maioria dos geofísicos e geólogos e se tornou o Paradigma Geofísico em vigência. Seus autores são William Jason Morgan da Universidade de Princeton, Walter Pitman, III e Lynn R. Sykes do Observatório Terrestre Lamont-Doherty na Colômbia. Ela é apoiada na “mantle plume theory” que foi inroduzida  próximo de 1970 por W. Jason Morgan na ausência de uma boa teoria que explicasse a existências das trilhas de pequenos montes marinhos no meio de todas as placas oceânicas. Assim, a Terra vem sendo vista, nos últimos 40 anos, sob sua ótica que se apóia na hipótese da existência de correntes convectivas no manto, que estariam sendo geradas nos 200 km abaixo da crosta e que teriam condições de deslocar, através de atrito na parte inferior das placas, continentes de imenso peso, empurrando-os contra outros. Esta teoria teria recebido, para sua formulação, o reforço crucial da teoria Ad hoc dos “Hotspots” que foi concebida pelo professor de geofísica canadense, na Universidade de Toronto, J. Tuzo Wilson em 1963 para defender que hotspots, fixos, produziriam “plumas mantélicas” que seriam responsáveis por furar a crosta produzindo vulcões e até levantando montanhas, após quebrar as espessas placas da crosta continental. Ad hoc, em ciência e filosofia, significa a adição de hipóteses(s) estranha(s) a uma teoria para tentar salvá-la de ser falseada. “Cientistas são frequentemente céticos sobre teorias que as apresentam frequentemente, não suportando ajustes para sustentá-las. Hipóteses Ad hoc são frequentemente características de pseudocientistas”.

Quando houve melhor conhecimento do fundo dos oceanos, do conceito das falhas transformantes, desenvolvimento do paleomagnetismo, da localização mais precisa dos terremotos etc., nasceu o paradigma ainda vigente que é a teoria Tectônica de Placas, mantido com grande gasto de recursos em propagandas através de filmes em TVs e que tem engessado a mente dos geocientistas e provocado a geração de algumas teorias tais como a “Expansão da Terra” ou “Contração da Terra”, que contrariam a Física nas leis da termodinâmica, além de outras teorias.
Um dos que não aceitaram esta teoria, a TP, o proeminente geólogo russo Vladimir V. Beloussov (1907‒1990) endereçou uma carta ao também proeminente cientista Victor Efimovich Khain (1914‒2009), encontrada em seus arquivos e onde pode-se ler seus argumentos sobre todas as questões cruciais mencionadas em relação à teoria Tectônica de Placas e que ainda estão sem solução; na melhor das hipóteses alguns disposições teóricas ad hoc foram inventadas. Essa carta nunca havia sido divulgada antes. Leia-a em:
http://www.ncgt.org/nws/33a0245b20129f2e85638faf0e5528c4.pdf

No entanto a “Deriva Continental” e a “Tectônica de Placas” falharam quanto à definição das fontes de energia e do mecanismo usadas para o movimento das placas além do desaparecimento da maior parte da crosta continental e original.

Assim, a teoria Tectônica de Placas não se sustenta por várias razões entre as quais cito apenas onze:
1 - Ela contém inconsistências elementares, pois afirma que as placas tectônicas são movimentadas por atrito, na parte inferior da crosta, produzido por movimento da parte superior do manto enquanto defende que vulcões seriam provocados por pontos quentes “hotspots” fixos ao longo de milhões de anos.
Se correntes convectivas do manto tivessem capacidade de produzir, na região do Pacífico, através da descida de parte do manto, a zona de depressão que está atraindo as Placas Tectônicas não haveria como existir, ali, os “hotspots”, fixos, que hipoteticamente gerariam pressão e dariam origem e manutenção a vulcões. Estes dois tipos de fenômenos, se existissem, seriam mutuamente excludentes.
2 – Uma outra inconsistência. A atual estratificação do manto se deve à organização ou segregação gravimétrica de seus elementos de acordo com  seu peso atômico. A densidade total do planeta é 5,5 e a parte superior do manto, no qual a crosta flutua, é cerca de 3,3.
Se houvesse correntes ascendentes, no manto, com velocidade tal que causasse um atrito, embaixo da crosta, que conseguisse deslocar continentes, com 45 km de espessura e dezenas de milhões de quilômetros quadrados ao mesmo tempo em que pressiona e fratura outras placas de 5 km de espessura, o manto teria densidade homogênea e assim não haveria como sair constantemente, pelos vulcões do Hawaii, a parte leve e superior do manto, o basalto, composto principalmente de magnésio e silício. Isto é uma prova de que não há correntes ascendentes e que os elementos estão organizados de acordo com sua densidade que pode ser conferida na Tabela Periódica.
3 – Se estas hipotéticas correntes ascendentes, baseadas no calor, fossem as responsáveis por separar os continentes, não poderiam ser responsáveis pela simultânea formação da falhas transformantes, rachaduras na crosta transversais à dorsal oceânica, pois podemos observar que enquanto a dorsal oceânica (Atlântica) vai acompanhando o alargamento do oceano, as falhas transformantes vão mantendo o aspecto de cânion estreito durante os últimos 200 Ma.
4 - Para elevar o cume de uma montanha tal como o Everest, composta de magma solidificado, que tem 8.848 metros de altitude na parte mais alta, no momento da subida do magma, foi necessária a pressão de ~52.300 t/m2 (8.848 m+ 7.000 m) x 3,3 t/m3 sobre a parte superior do manto. (Os 7.000 metros é a distância, aproximada, da superfície da crosta até o nível do basalto que circunda as placas de cerca de 46 km, 3,3 g/cm3 é a densidade da parte superior do manto). Esta pressão ocorreu e produziu estes imensos relevos e se manteve até à solidificação do magma, mas não foi provocado por aquecimento e movimento do manto por hipotéticas correntes ascendentes, pois qualquer material quando entra em estado de fusão tem sua superfície plana e ao receber muito mais calor mantém-se plana e o máximo que pode ocorrer com ele é entrar em estado de ebulição, liberando gases e não levantando massa, líquida, em qualquer lugar daquela superfície.
Assim, não há fenômeno físico, baseado em variação de calor, que justifique o levantamento de magma fraturando a crosta de 45 km, ou mais, de espessura e ainda manter a pressão até o magma atingir o ponto de solidificação.
A existência de vulcões e de rachaduras em todos os continentes e na parte oceânica evidenciam que as placas racharam por pressão em sua parte inferior. Isto levou a se acreditar que seria possível a quebra de uma placa tectônica, ao meio, usando a pressão exercida por hipotéticas correntes ascendentes do manto. No entanto é necessário lembrar que o planeta tem cerca de 535 vulcões ativos que são 535 válvulas de escape sem contar com os milhares de fissuras sem consolidação, em seu sistema de placas da crosta. Além disto, os vulcões têm idade menor que 600 Ma por terem sido formados após a formação do Pangea. Como o Pangea era uma montagem de placas, significa que há rachaduras entre elas e assim não há como lentas correntes ascendentes de manto se concentrarem em um determinado ponto para, com imensa pressão localizada, suspender uma placa de rocha, de 5 km de espessura, até quebrá-la e muito menos de 45 km, pois esta pressão já teria se dissipado.
5 - Estas hipotéticas correntes, mesmo que existissem, não obedeceriam a um objetivo final, pois correntes de convecção do manto, tais como as da atmosfera, seriam formadas aleatoriamente e não as poderíamos responsabilizar por estarem deslocando placas, “insistentemente”, em determinado sentido como está sendo, por exemplo, o processo de afastamento da América do Sul da África, há 200 Ma. Elas seriam de aspecto arredondado e assim não teriam o contorno e a longa extensão apresentada pela cadeia meso-oceânica, para pressionar o extenso continente norte e sul americano. A literatura que apóia a existência de correntes ascendentes mostra, em desenhos todos diferentes entre si, evidenciando a falta de compreensão do fenômeno, o local de pressão na cadeia meso-oceânica, mas o que faria correntes ascendentes do manto se deslocarem milhares de km para acompanhar a ruptura desde a borda da África até o meio do Atlântico? Assim, estas correntes, se existissem, não poderiam ter programado e executado o deslocamento das grandes placas separando-as inicialmente e movendo-as por todo o planeta rumo a um ponto comum, neste lentíssimo processo de 200 Ma, deixando atrás de si uma cadeia submarina de montanhas, de comprimento aproximado de 70.000 km.
6 – Segundo a Universidade de Cambridge o Pangea era um conjunto de placas que estavam reunidas há 600 Ma. A teoria Tectônica de Placas não apresenta a razão dos continentes esperarem 400 Ma para iniciarem o movimento que já dura cerca de 200 Ma e ainda continua. Estes movimentos começaram radialmente e dirigem-se no sentido de um lugar comum, o centro do Pacífico que fica opostamente ao lugar do centro do Pangea o continente africano.
7 – A Terra existe há aproximadamente 4.600 Ma e o cerne magmático das montanhas tem idade menor que 600 Ma. A teoria Tectônica de Placas não consegue explicar porque as hipotéticas plumas mantélicas e os hipotéticos “hotspots” só teriam começado a existir ou atuar a partir dos últimos 200 Ma, 1/23 do total da vida do planeta.
8 – A temperatura do núcleo atual da Terra é estimada em 6000ºC e o silício, componente principal da crosta, funde a 1410º C. Se houvesse correntes ascendentes, no manto, com velocidade tal que causasse um atrito, embaixo da crosta, suficiente para deslocarem continentes haveria a transferência de calor do magma para a parte inferior da crosta e esta fundiria e isto não aconteceu. Pelo contrário, a crosta existe justamente porque não há essas correntes ascendentes ou convectivas baseadas no calor.
9 – As placas continentais são compostas por crosta original e representam cerca de 30% da atual superfície da Terra. A teoria Tectônica de Placas defende que há um processo de expansão dos oceanos à custa do consumo de placas continentais, no entanto não é possível explicar a submissão destes 70% ausentes pelos 30% remanescentes visto que a crosta continental tem densidade de 2,8 g/cm3 e apoiado em um manto líquido que tem densidade de 3,3 g/cm3 que resulta em uma flutuação de 15%. Assim o imenso empuxo (Princípio de Arquimedes) jamais deixaria que algum pedaço da crosta continental mergulhasse no manto para que fosse submetido por outro.
Não há fenômeno físico que faça com que movimentos laterais de pedaços de crosta de igual espessura resultem em desaparecimento de boa parte deles, pois todos têm o mesmo grau de flutuação no manto. Não há como uma placa perder sua flutuação, mesmo poucos centímetros, quanto mais 45 km para que outra galgue sobre ela. Se uma placa continental (com mais de 40 km de espessura e imensa extensão) fosse passar por sobre uma oceânica (com 5 km), esta teria que descer cerca de 30 km para chegar à base da placa continental, algo que o empuxo não permitiria, pois a crosta oceânica é composta da parte superior do manto. A literatura que divulga o hipotético fenômeno da subducção omite a existência do vetor força empuxo resistindo à entrada de pedaço da crosta no manto líquido no qual a crosta flutua e que, portanto, impediria qualquer movimento no sentido do interior do planeta. Isto poderá ser visto nas imagens sobre a TP theory, onde há a omissão do vetor empuxo reagindo contra a entrada de pedaços de crosta e encontradas na Internet em: https://www.google.com.br/search?q=tectonic+plates+theory&hl=pt-BR&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=bMZDUZLyFdaz4AOE_4H4Dw&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1468&bih=867

           Não creio que a omissão do vetor empuxo nos desenhos sobre tectônica de placas seja um erro crasso, mas sim uma tentativa deliberada de justificar o desaparecimento da maior parte da crosta continental para reforçar a Teoria Tectônica de Placas, pois Físicos não podem desconhecer o Princípio de Arquimedes. Além disto, omitem o coeficiente de atrito entre os pedaços de crosta, sólidos e convexos, e dá, no entanto, imenso valor ao hipotético atrito do magma líquido em movimento. O papel aceita qualquer coisa, não é? Assim, o empuxo impede a existência do hipotético fenômeno da subducção e por isso impede o desaparecimento da crosta em movimentos de descida rumo ao centro da Terra. A teoria Tectônica de Placas não consegue explicar como a hipotética subducção teria se iniciado a partir da crosta completa de um planeta telúrico como é a Terra, Mercúrio, Vênus e Marte e também a Lua. Vênus é um exemplo eloqüente, pois sua crosta tem grandes depressões, é toda rachada e nenhum pedaço desapareceu ainda nem vai desaparecer. As fossas no fundo do Oceano Pacífico, entre elas, a Fossa Kermadec, Fossa de Tonga, Fossa Peru-Chile, Fossa do Japão, Fossa das Kurillas e das Aleutas são na verdade resultado da compressão das finas placas de basalto de idade menor que 600 Ma resultante do escorregamento das placas continentais que cercam aquele oceano e que fica menor continuamente. Ele processo pode ser comparado à quebra da camada gelo por compressão, feita pelos navios petroleiros no círculo polar ártico. Este processo de compressão de placas oceânicas teria se iniciado há 200 Ma quando a crosta oceânica tinha perto de 3,3 km de espessura.
Assim, a perda de 70% da atual crosta continental da Terra não foi por movimentos laterais e afundamento no manto e sim verticais, para o espaço exterior.

     10 – A crosta continental é convexa e isto impediria que qualquer pedaço dela se curvasse para se submeter a outra. Como o raio é igual para os dois pedaços de crosta, não haveria condições de diminuir ou aumentar o raio de apenas uma delas para que pudessem se encaixar. Além disto, se dois pedaços de crosta com tem o mesmo grau de flutuação como fazer para que um com 46 km de espessura se abaixe para que o outro também com 46 km de espessura possa galgá-la? A crosta da Terra, em sua formação, tal como a escória, flutuando, em processo de fusão do ferro, já havia sido rejeitada pelo manto. Só desenhos e vídeos, com auxilio de computadores, podem possibilitar o mergulho de algo que está flutuando porque as imagens não sofrem as leis da física e da química. Ver em: https://www.google.com.br/search?q=tectonic+plates+theory&hl=pt-BR&source=lnms&tbm=isch&sa=X&ei=bMZDUZLyFdaz4AOE_4H4Dw&ved=0CAcQ_AUoAQ&biw=1468&bih=867

     11 - Se houvesse correntes ascendentes, no manto, com velocidade tal que causasse um atrito, embaixo da crosta, este não causaria uma força suficiente para deslocar e comprimir placas oceânicas com espessura de 5 km de basalto solidificado. Afinal o atrito líquido-sólido é incomparavelmente menor que o atrito sólido-sólido. Se a planeta fosse esférico, qualquer espessura da crosta oceânica, por mais ínfima que fosse seria suficiente para impedir que hipotéticas correntes do manto deslocasse os continentes.

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             A hipotética “subducção” de continentes, para explicar o desaparecimento deles, não pode ocorrer na prática.

A teoria Tectônica de Placas ou TP theory, foi criada por quem não levou em conta o Princípio de Arquimedes (empuxo), o atrito e a dissipação de calor e demais considerações acima. Para saber mais sobre empuxo, ver:
http://www.youtube.com/watch?v=2akGEh3y6fs
Assim como os Epiciclos, os Equantes e os Deferentes foram criados pelo astrônomo grego Cláudio Ptolomeu para justificar o Sistema Geocêntrico também a hipotética Subducção de placas continentais, pedra de toque da Teoria Tectônica de Placas, apoiada na omissão, proposital ou não, do empuxo, o princípio de Arquimedes, foi criada para justificar a perda de 70% da crosta original da Terra utilizando-se de teorias Ad hoc tais como correntes convectivas do manto e hotspots fixosque seriam responsáveis por furar a crosta para produzirem vulcões. Muito dinheiro público de vários países foi gasto para que a teoria Tectônica de Placas fosse aceita, mesmo contrariando as leis da física, química aliados à hipotética formação do sistema solar veiculado pela astronomia.
Provavelmente tenta-se que se acredite na execução de um processo de alquimia onde os elementos leves que compõe o manto teriam se transformado em elementos mais pesados para irem para as camadas mais densas do planeta e assim ocorrer o sumiço de 70% da crosta original composta principalmente de silício e oxigênio..

Quando uma teoria cientifica não é apoiada pelas evidências deve ser revista ou descartada. Com certeza a TTP não passou pelo crivo do Método Científico.

Parafraseando Dr. Peter Hayes, um cientista da Universidade North East, no Reino Unido, Os geólogos, os geofísicos e os paleontólogos têm colhido da árvore errada nos últimos 60 anos - porque a Teoria Tectônica de Placas é inconsistente.

                 A Teoria Tectônicas de Placas tem sido aceita por quase todos e servido de paradigma, no entanto devemos ter em mente:
"Mas dizer que a regra tem sido universalmente aceita, não equivale a validá-lo ...".
Henri Poincaré. "Calcul des Probabilités," Paris, edição 1912.