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Evidências na Lua

 

A Lua vem sendo considerada um grande enigma científico. Ela tem uma massa 81 vezes menor que a massa da Terra e sua distância média em relação a ela são quase 400.000 km e gira ao redor da Terra numa velocidade de 3.200 km/h.

 Os cinco astros mais próximos do Sol tem as seguintes densidades: Mercúrio 5,4; Vênus 5,2; Terra 5,5; Lua 3,4; e Marte 3,9. Pela seqüência de densidades a Terra deveria estar em uma órbita mais próxima de Vênus, mas está distante e próxima da Lua que tem uma densidade bem menor. Não se sabe, ainda, porque os “mares” estão concentrados no lado visível.  Foi descoberto, também, que a Lua não tem um núcleo metálico como a Terra apesar de estarem tão próximas. Como a constituição química não é semelhante à da Terra busca-se uma pista que dê a sugestão do lugar de onde ela teria vindo isto porque se pensa que a Terra já estaria na órbita atual.

Entre as várias teorias sobre a origem da Lua existe a “Hipótese de Captura”, segundo a qual a Lua formou-se em outro lugar, no Sistema Solar e foi capturada pelo campo gravitacional da Terra quando passou perto dela.

Para justificar a existência de basalto na superfície da Lua, foi formulada, há algum tempo, a hipótese segundo a qual a Lua teria espessura de crosta igual a zero na região onde este basalto é aparente.

Os cientistas da GRAIL (Gravity Recovery and Interior Laboratory) da NASA descobriram as concentrações de massa ao combinar dados da gravidade obtidos pela missão com sofisticados modelos computacionais de grandes impactos de asteróides e detalhes conhecidos sobre a evolução geológica das crateras de impacto. As descobertas foram publicadas na edição de 30 de Maio da revista Science. "O termos conhecimento destas concentrações de massa significa que finalmente estamos a compreender as consequências geológicas dos grandes impactos," afirma Melosh. "O nosso planeta sofreu impactos semelhantes no seu passado distante, e a compreensão das concentrações de massa pode ensinar-nos mais sobre a Terra primitiva, talvez sobre como as placas tectónicas se formaram e o que criou os primeiros depósitos de minério.". Ver mais em:

http://mail.globo.com/mail/?AuthEventSource=SSO#inbox/13f0c525078ae354

 

Moon's water may have earthly origins. Ratio of hydrogen to deuterium suggests a common source. Mais em:

http://www.sciencenews.org/view/generic/id/350303/description/Moons_water_may_have_earthly_origins

“This is an important result and a surprising result,” says David Stevenson, a planetary scientist at Caltech.

“There is no story for the formation of the moon that satisfies everything we know,” Stevenson says. “But that’s fine. That’s what drives science.”

"Não há história para a formação da lua que satisfaça tudo o que sabemos", diz Stevenson. "Mas isso é bom. Isso é o que impulsiona a ciência. "

 

 

Explicação:

 

Segundo a teoria VCT600MA, é altamente improvável que a Lua tivesse pertencido, como satélite, a Vênus que tinha uma órbita de alta excentricidade ou à Terra, antes da colisão destes, pois ao fim do deslocamento deles, pós colisão, a Lua acabaria ficando pelo caminho e a uma distância muito maior de cada um dos dois planetas do que está atualmente da Terra. Assim, diferentemente do que se pensa, a Lua muito provavelmente, estava sozinha na órbita em que se encontra, tinha “status” de planeta do sistema solar, pois seu plano orbital está mais próximo do plano da eclíptica, como é chamado o plano orbital da Terra e recebeu a esta como invasora, que a capturou. Assim, a captura da Lua se deu após a invasão de sua órbita, pela Terra, vindo do local do choque planetário.

 Neste processo não se pode descartar que possa ter havido entre eles, um ou mais, pequenos toques por estar a rotação da Lua parada em relação à Terra, possivelmente devido a este(s) contato(s). Pode ter ocorrido impacto de tal monta que foi suficiente para afastar sem deixar fugir tal como, em uma corrida de karts, quando um deles toca em outro que está indo no mesmo sentido e quase na mesma velocidade.

Como a Terra estava com sua crosta remanescente toda quebrada não teria fazer como grandes estragos à crosta da Lua. Além disto, fora do conjunto de placas do Pangea o planeta estava com o início da atual cobertura de basalto e, se houve o toque, parte do basalto da Terra deve ter “molhado” a superfície da Lua, devido à característica dos líquidos de molhar os sólidos por haver entre líquidos e os sólidos uma atração maior que as moléculas dos próprios líquidos. Afinal 16% da superfície lunar é composta de crateras de impacto que foram molhadas por lava basáltica similar à da Terra. O toque foi posterior à formação das crateras de impacto que estão “banhadas” de basalto. A fonte de basalto, onde a Lua poderia se banhar, era a Terra que estava sem a maior parte da espessa crosta original.

Este basalto na Lua, com aspecto de derrame, foi captado, quando líquido, na fonte, o basalto terrestre da parte superior do manto a descoberto da crosta original ou continental. Se assim não fosse, o basalto que fosse encontrado na Lua estaria em pedaços de rocha, por já terem se solidificado, caídos do espaço exterior como asteróides de basalto originários da colisão planetária com Vênus como milhões de outros.

Este evento de contato pode ter ocorrido, logo após a chegada da Terra à atual órbita, ou, mais provavelmente, em momento(s) posterior(es). Imagens da NASA poderão ajudar na localização de áreas de atrito, na Lua, que estejam por baixo da poeira do regolito. A NASA  lançou duas sondas GRAIL (Recuperação da Gravidade e Laboratório Interior) para fazer um mapa do núcleo da Lua, ao custo de US$ 500 milhões. Esta sonda detectou que a crosta lunar tem espessura de 43 km e tem rachaduras profundas. Veja mais em: http://www.sciencenews.org/view/generic/id/346903/description/Violent_past_revealed_by_map_of_moons_interior

 

É curioso que Lua tenha o centro de massa deslocado do centro geométrico aproximadamente 2 km na direção da Terra e há um questionamento relativo a seu formato que não é esférico, mas tem-se que levar em conta que a Lua tem a parte da crosta mais espessa, constantemente para o lado externo em relação à Terra, ou seja, tem sempre a mesma face voltada para a Terra resultado da rotação síncrona, uma espécie de sintonia orbital que mantém a Lua porque o período de rotação e o período de orbital da Lua são iguais. Assim, a parte oculta da Lua se comporta como um escudo da Terra, pois muitos dos objetos que vêm do espaço na direção da Terra são distribuídos irregularmente na Lua caindo na face externa e muitos dos que iriam se chocar com ela, no lado interno, são grandemente atraídos para Terra e assim, não chegam a atingi-la. Se um homem adulto está sendo apedrejado e se uma criança se interpuser, o que poderá ocorrer? São centenas de milhões de anos de concentração de queda de meteoritos e asteróides, a maioria provavelmente originária da Terra e isto pôde espessar a superfície da Lua externa ao sistema Terra – Lua. Se a Lua tivesse rotação em relação à Terra, os materiais vindos do espaço seriam distribuídos regularmente por todo o astro e seu formato seria próximo do esférico.

A análise das rochas, trazidas da Lua pelos astronautas americanos, mostrou que elas se formaram próximo de 3,9 Ba de anos e têm composição parecida com a da Terra. Muito provavelmente são pedras originarias da crosta original da Terra enviadas para o espaço por motivo da colisão com Vênus.

Se houve a colisão Terra - Lua não se sabe, com certeza, ainda, nem o efeito sobre o formato da Lua, mas é altamente provável e isto poderá ser confirmado muito proximamente pela Astrofísica através da datação radiométrica do basalto que outrora, muito provavelmente, pertenceu à Terra e assim deverá ter idade inferior a 600 Ma.

 Deveriam ser feitos estudos para verificar se houve toque entre eles há 250 Ma e também há 65 Ma, quando ocorreram super-extinções ou muito antes, pois ocorreram imensos derrames de basalto na superfície da Terra e parte dela deve ter molhado a Lua. A extinção dos dinossauros vem sendo atribuída à queda de um gigantesco asteróide. No entanto, a Lua poderá vir a ser reconhecida como um astro que foi abalroado pela Terra, em lugar desse hipotético e imenso asteróide. Assim, é possível que futuramente este(s) toque(s) na Lua venha(m) a ser indicado(s) como causadores de grandes extinções. Um dos imensos derrames de basalto é o Deccan Traps (Índia), uma área inicial de 1.5 milhões de km², que está atualmente com cerca de 512.000 km2 de área visível.

Recentes estudos geológicos da Lua mostram uma enorme área de impacto na imagem a seguir:

 

Full moon showing position of rift valleys

The full moon as seen from the Earth, with the positions of the rift valleys superimposed in red. Photograph: Kopernik Observatory/Nasa.

 

Three views of the moon: visible light, topography and gravity gradients

The moon in visible light (left), its topography (centre, where red is high and blue low), and Grail gravity gradients (right). The gradients reveal a giant rectangular pattern of structures surrounding the Ocean of Storms Composite: Nasa/Colorado School of Mines

http://www.theguardian.com/science/2014/oct/01/rift-valleys-moon-fiery-history acessado em 02/10/2014.

Ver mais mais em:

http://www.nature.com/nature/journal/v514/n7520/full/nature13697.html

e

https://www.sciencenews.org/blog/science-ticker/asteroid-impact-did-not-form-moon%E2%80%99s-largest-plain?utm_source=Society+for+Science+Newsletters&utm_campaign=01ff9d9610-Editors_picks_Week_of_September_29_2014_10_3_2014&utm_medium=email&utm_term=0_a4c415a67f-01ff9d9610-93315277

 

A superfície da Lua precisa ser analisada sob a hipótese de ter sido empurrada pela Terra, afinal que marcas, em baixo relevo, poderiam ter sido feitas na Lua por altos relevos da Terra. Que efeito teria causado, na superfície da Lua, um vulcão terrestre ou uma montanha de granito ou uma cadeia de montanhas em caso de contato entre os dois astros? Isto de

 A Lua tem marcas estranhas sem explicação e a Terra também, como mostra a existência de um vulcão raspado no Chad – África atualmente conhecida como Aorounga Impact Crater que pode ser vista em http://www.tsgc.utexas.edu/essays/images/geology/crater/100003/.

 

http://www.tsgc.utexas.edu/essays/images/geology/crater/100003/1000.gif

 

 

Na superfície da Lua há, também, um baixo relevo (Rille) que é definido como um vale ou pequeno cânion de paredes íngremes e fundos lisos, cujo nome é “Schroeter’s Valley” e que tem origem desconhecida. Que efeito causaria, na superfície da Lua, um vulcão terrestre, tipo caldeira ou original da formação da crosta Terrestre, em caso de atrito entre os dois astros?

Na superfície da Terra há pedras enormes que não pertencem à região onde foram encontradas e elas podem ter duas origens; Ou são asteróides que haviam caído na superfície da Lua e depois caíram da Lua, nesta pequeníssima colisão, pois a gravidade da Lua é 1/6 da gravidade da Terra ou são asteróides que caíram direto na Terra, voltando após sua viagem pelo espaço.

 

 Um grande tópico de discussão vem sendo; porque a superfície do lado oculto da Lua tem pouquíssimo basalto? O fato de haver basalto sobre a crosta da Terra tem induzido os cientistas a pensarem que processos semelhantes tenham havido, na Lua, e provocado estes banhos de basalto nela. No entanto os processos são diferentes e o basalto que está na superfície da Lua pertenceu à Terra devido ao contato entre eles, muito provavelmente.

Afinal, se os dois astros foram formados em regiões diferentes e estão juntos, compondo um sistema, o mais provável e aceitável é que tenham se tocado, pois a Terra é invasora desta atual órbita e a Lua está girando ao redor da Terra e muito provavelmente, o basalto na Lua, é resultado deste encontro, pois a crosta continental só cobre 30% da superfície atual da Terra.

Assim, a Lua não tem orbitado a Terra por mais de 4 bilhões de anos, mas menos que 600 milhões de anos ou no máximo igual.

É por isto que devemos examinar, também sob este ponto de vista, a imagem “Eye of  Sahara” da NASA photojournal.jpl.nasa.gov/catalog/pia04963, uma estrutura de 50 Km de diâmetro, onde as linhas concêntricas evidenciam o choque de um astro esférico, em rotação, feito por um dos pólos. A outra hipótese, muito mais provável, é que seja a imagem de um vulcão original, ou seja, do inicio da formação da crosta do planeta.

Assim, uma excelente tese de doutorado em Astrofísica seria a localização do ponto de contato, empurrão ou pequena colisão, entre a Terra e a Lua que teria fornecido aquele basalto que vemos todos os dias, pois sua face de contato está voltada para nós constantemente. O primeiro a fazer ganhará um grande prêmio.