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Evidências nos asteróides e cometas.

            Os asteróides são tidos, pelos astrofísicos, como restos de um planeta que foi destruído numa colisão massiva, ocorrida há muito tempo, ou que são matéria que nunca se uniu para formar um planeta. São compostos em seu maior volume por silicatos compondo rochas que se parecem muito com as terrestres e o restante por ferro e níquel (http://www.igg.cas.cn/xwzx/yjcg/201001/W020100106442086930587.pdf). Um conjunto imenso de asteróides está espalhado entre as órbitas de Marte e Júpiter compondo o “cinturão de asteróides”. Ali já foram descobertos próximo de 40.000 asteróides com diâmetro maior que 0,5 km. Cerca de 20 mil asteróides têm diâmetros acima de 5 ou 10 km. Há cerca de 220 deles são maiores que 100 km e pelo menos dezesseis asteróides massivos que chegam a medir 240 km ou mais.

Num.

Nome

Diametro
(km)

Distância*
(10^6km)

Albedo

Descobridor

Ano

 Ceres

900

413.9

0.10

G. Piazzi

1801

511 

 Davida

320

475.4

0.05

R. Dugan

1903

15 

 Eunomia

255

395.5

0.19

De Gasparis

1851

52 

Europa

156

463.3

0.06

Goldschmidt

1858

951 

 Gaspra

17x10

205.0

0.20

Neujmin

1916

10 

 Hygiea

215

470.3

0.08

De Gasparis

1849

243 

 Ida

58x23

270.0

?

J. Palisa

1884

704 

 Interamnia

167

458.1

0.06

V. Cerulli

1910

 Pallas

261

414.5

0.14

H. Olbers

1802

16 

Psyche

132

437.1

0.10

De Gasparis

1852

87 

 Sylvia

136

521.5

0.04

N. Pogson

1866

 Vesta

262.5

353.4

0.38

H. Olbers

1807

              Descobertas de grandes asteróides continuam. Uma recente foi do asteróide 2009 HC82 com 2 a 3 km de diâmetro que tem uma órbita fortemente inclinada e no sentido inverso ao compararmos com o resto dos corpos do Sistema Solar com um período de 3,39 anos terrestres.
Os cometas são tidos, pelos astrônomos, como pedregulhos compostos de materiais diversos tais como rocha e gelo silício, cálcio, cloro, sódio, potássio, ferro, níquel além de poeira. O astrônomo americano Fred Whipple (1906-2004), era o maior especialista em cometas e divulgou em 1950 sua teoria conhecida como "dirty snowball". Segundo o site http://www.space.com/scienceastronomy/080904-comet-origins.html “Strange New Comet Explains Old Mystery” acessado em 16-2-2009, “O cometa Halley, que ilumina os céus da Terra a cada 75 anos com a sua brilhante cauda, tem uma pitada de mistério científico. Até agora, as teorias não têm sido suficientes para explicar como adquiriu a sua invulgar órbita retrógrada, mas a recente descoberta de outro estranho cometa que órbita mais longe no Sistema Solar pode explicar um pouco mais sobre as origens do Halley”.  "O grande mistério tem sido, como é que obtemos cometas como o Halley", "É um dos cometas mais famosos e não se tem nenhuma explicação dinâmica para como alcançou a sua órbita, e como a obteve. Agora foi descoberto um objeto que pode fornecer uma fonte para um cometa do tipo do Halley." disse o astrónomo JJ Kavelaars do Conselho de Pesquisa Nacional do Canadá, que trabalhou na equipe que descobriu o 2008KV42. O cometa recém descoberto, KV42, orbita o Sol numa inclinação de 104 graus quando comparado com o plano principal no qual a maioria dos planetas e asteróides viajam. Esta bola de material orbita ao contrário, quando comparada com todos os outros objetos.
Cientistas da NASA divulgaram que há muito material orgânico no interior do cometa "Tempel-1", alvejado em 4 de julho de 2005. Assim, os cometas vêm sendo vistos como os objetos que teriam espalhado a vida pelo universo, de acordo com o trabalho “Life from Space: An Emerging Paradigm” do Dr. N. Chandra Wickramasinghe e seu grupo de trabalho da Universidade de Cardiff, Inglaterra.  “A equipe do Dr. Wickramasinghe já é adepta antiga da panspermia, a teoria segundo a qual a vida se originou nos cometas e então se espalhou para planetas habitáveis ao longo da galáxia”.
As descobertas das missões aos cometas, que surpreenderam muitos, reforçaram os argumentos para a panspermia. Nós agora temos um mecanismo que explica como isso pode ter acontecido. Todos os elementos necessários - argila, moléculas orgânicas e água - estão lá. A maior escala de tempo e a massa muito maior dos cometas torna muito mais provável que a vida tenha começado no espaço do que na Terra," diz o Professor Wickramasinghe.
As idéias de Fred L. Whipple vêm sendo aceitas após as observações das missões enviadas ao cometa Halley. Recentemente um professor da Universidade de Arkansas e dois colegas, publicaram um estudo onde demonstram que alguns meteoritos e asteróides tem a mesma assinatura isotópica do Magnésio que o manto da Terra. Yang W , Teng FZ, Zhang HF, (2009) . Eles julgam que estas evidências ajudarão no debate sobre as origens do planeta.
https://mail.google.com/mail/u/2/?shva=1#inbox/1420188b2e49803a
"Os blocos de construção que entram no fabrico dos nossos oceanos são asteróides e cometas gelados," afirma Torrence Johnson do JPL da NASA em Pasadena, no estado americano da Califórnia, que apresentou os resultados numa assembleia da Divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Astronómica Americana no passado dia 7 de Outubro. Johnson, membro da equipa em várias missões planetárias da NASA, incluindo Galileu, Voyager e Cassini, passou décadas a estudar os planetas no nosso próprio Sistema Solar.

Ainda, sobre a atuação da sonda Curiosity na superfície de Marte, “informações sobre a evolução da crosta marciana e regiões mais profundas dentro do planeta surgem da análise mineralógica de uma rocha ígnea com o tamanho de uma bola de futebol denominada "Jake M." As rochas ígneas formam-se pelo arrefecimento de material fundido originário das profundezas do planeta. As composições químicas das rochas podem ser usadas para inferir as condições térmicas, químicas e a pressão sob as quais cristalizaram. "Nenhuma outra rocha marciana é tão semelhante às rochas ígneas terrestres," afirma Edward Stolper do Instituto de Tecnologia da Califórnia, autor principal de um relatório sobre esta análise.” Extraído do site:
http://www.ccvalg.pt/astronomia/noticias/2013/09/27_curiosity_marte.htm
https://mail.google.com/mail/u/2/?shva=1#inbox/1415ec4365d41135
O astrônomo holandês Jan Hendrik Oort (1900-1992) propôs em 1950 a existência de uma nuvem de cometas para explicar existência dos cometas de longo período. Ela ficou conhecida como nuvem de Oort em sua homenagem. Apesar de ninguém ter visto a essa nuvem de Oort os cientistas têm certeza que ela existe e que os cometas estão espalhados em todas as direções. Eles ainda buscam resposta para algumas questões: se tudo no Sistema Solar tem forma de disco porque a nuvem de Oort é considerada esférica? Por que os cometas caem na direção do Sol?
Explicação:
Sendo os cometas compostos principalmente de gelo e silicatos, é bem provável que muitos milhões ou bilhões, tenham sido gerados como resultado da instantânea e explosiva compressão do Oceano Global e sua crosta de gelo, produzindo um violento lançamento para o espaço exterior, formando uma imensa nuvem de cometas. Assim, os primeiros cometas, aqueles que saíram das duas áreas do ponto inicial de contato entre os dois planetas, foram compostos do material raspado nestas áreas de atrito e lançados com imensa velocidade que poderá vir a ser calculada. As direções foram as mais diversas possíveis naquelas circunstâncias e isto poderá explicar como muitos “adquiriram” a sua invulgar órbita retrógrada que foi na sua formação e geraram a idéia de que se tratava de uma nuvem.
As áreas de atrito, em Vênus, são as linhas paralelas e cruzadas, vista em imagem (Figura 11) e as linhas paralelas na Terra estão desaparecidas devido ao desaparecimento daquele pedaço da crosta. Outros cometas foram compostos de pedaços da crosta, magma mais gelo e pedaços da camada de gelo do Oceano Global. Estes, de gelo, ao cair em algum astro deixam o efeito circular do impacto e desaparecem posteriormente por evaporação como mostram algumas crateras na Lua que não têm massa no centro.
Os povos muito antigos sabiam que quando as nuvens estavam sobre eles descia a chuva, mas não sabiam como as nuvens se formavam. Analogamente os cometas caem como chuva, mas é necessário entender como foram parar lá, compondo o que se pensa ser uma “nuvem de cometas” que já está quase totalmente dilapidada.
Boa parte da imensidão de pedaços da Terra que são conhecidos como asteróides, caíram, nestes últimos 600 Ma, na Terra, em Vênus, na Lua, em Marte, em Júpiter, Mercúrio e a maioria no Sol. Os asteróides são objetos rochosos ou metálicos, têm sua composição formada por fusão e para isto teriam que ter pertencido a um corpo maior que gerasse energia radioativa suficiente para que a fusão tivesse ocorrido, pois se sabe que no espaço frio a reunião de silicatos e metais, em pouco volume, jamais atingiriam o ponto de fusão. Portanto sobra-nos a opção de que os asteróides sejam pedaços de massa resultantes de colisão entre grandes astros.
Assim, este cinturão de asteróides foi originado, muito provavelmente, da colisão Vênus – Terra. Se a Terra foi empurrada para distância de 40 milhões de km, massas quase infinitamente menores podem ter sido enviadas a distâncias muito maiores.
Os grandes asteróides, que sejam originários da crosta terrestre, são formadas de camadas de silicatos de idades diferentes e deverão ter uma de suas dimensões limitada à espessura da crosta, à época, e assim não deverá passar de 46 km que era a espessura na borda da crosta próxima ao Rio de Janeiro, pelas minhas estimativas em função da profundidade do fundo basáltico, a 7 km, que apóia o depósito de petróleo Pré-sal que começou a ser formado logo após a colisão. Os cálculos levam em conta que a crosta tem densidade de 2,8 t/m3 e está flutuando no manto que tem 3,3 t/m3. Já os asteróides ou cometas que sejam originários do manto poderão ter qualquer dimensão.
É provável que a cor avermelhada de Marte seja devido à oxidação de asteróides metálicos tais como ferro-níquel originários da Terra e também muitas de suas rochas porque se constatou que têm textura das rochas vulcânicas daqui. Devem ter caído, lá também, pedaços da crosta de gelo com cloro e sódio. Recentemente, a sonda Curiosity enviou imagens do Monte Sharp.
Mais recentemente, foi descoberto que “Rocha marciana tem composição similar a tipo terrestre, diz Nasa. Robô Curiosity analisou pedra com forma de pirâmide em solo marciano. Objeto se parece com formação rara encontrada em lugares como o Havaí.” extraído, em 12-10-2012, de http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2012/10/rocha-marciana-tem-composicao-similar-tipo-terrestre-diz-nasa.html.  Este pedaço de rocha, com arestas, sobre a superfície de Marte, junto com milhões de outras, evidencia que é resultado de um choque entre rochas. Isto é mais uma evidência da origem terrestre de rochas encontrados em Marte.
De acordo com o http://www.spaceref.com/news/viewnews.html?id=169, June 25, 2000,  Carleton Moore e seu grupo de cientistas disseram ter encontrado altas concentrações de cloro, além de sódio, magnésio e cálcio em uma amostra do Nahkla, um meteorito que caiu no Egito em 1911. Pensa-se que é de origem marciana e que são evidências de que os oceanos de lá eram salgados. "Os elementos mais abundantes encontrados foram o cloro e o sódio, como nos oceanos terrestres", disse Moore. Ele e seus colegas acreditam que a água salgada molhou a rocha e evaporou, depositando sódio, cloro e outros elementos. Assim, também é provável que as luas de Marte Deimos, Fobos, sejam compostas de magma originário da Terra.
Um dos grandes enigmas em Marte que pode ser solucionada pela teoria VCT600MA, é argila espalhada pela superfície do planeta devido a pedaços da crosta terrestre arrancada e enviada para o espaço. Podemos sentir isto no site: http://www.sciencenews.org/view/generic/id/344133/description/Mars_clays_may_have_volcanic_source. Segundo o trabalho mostrado neste site “Os pesquisadores também analisaram depósitos de argila de Mururoa Atoll da Polinésia Francesa, no Oceano Pacífico que se formou a partir de lava de refrigeração. Esta argila reflete os mesmos comprimentos de onda da luz infravermelha, como depósitos de Marte, sugerindo que ambos têm propriedades mineralógicas semelhantes e, assim, provavelmente formado da mesma maneira.” Assim, mais uma evidência de que a argila encontrada em Marte é originãria da crosta da Terra.
O asteróide 243 Ida, provavelmente originário da Terra, ficou com formato de um torpedo, ao passar muito provavelmente pela água que envolvia o planeta, pois lembra a forma do ombro humano, e faz supor que era um pedaço de magma que sofreu resistência à sua passagem. Há também asteróides esféricos como Ceres.
http://www.jpl.nasa.gov/asteroidwatch/overview.cfm
Cientistas da NASA encontraram na Antártica o meteorito ALH84001 de 3,6 Ba e aceitam sua origem como parte da superfície de Marte por terem sido encontrados gases compatíveis com a atmosfera atual daquele planeta e que teria sido arrancado da superfície pelo impacto de algum asteróide. Descobriram nele traços de hidrocarbonetos policíclicos aromáticos e depósitos minerais parecidos com os causados por nanobactérias, muito similares aos fósseis de bactérias encontrados na Terra. O material orgânico, no meteorito, faz pensar em uma conexão com o material orgânico citado no texto “Traços descobertos por cientistas em rocha australiana seriam de vermes marinhos de 1,2 bilhão de anos” no artigo “Achado pode dobrar idade da vida animal” publicado em Quinta-Feira, 15 de novembro de 2007 no Jornal da Ciência - JC e-mail 2030, de 10 de Maio de 2002.

Meteorito ALH84001


Estranhas formas tubulares interpretadas, por alguns, como “fósseis” de bactérias marcianas. (Crédito: JSC/NASA)

              Para encontrar evidênciasdaexistência de vida originada fora da Terra, através de asteróides, primeiramente tem-se que descartar a possibilidade de que este material pertença ao arrancado da Terra na qual caem, anualmente, dezenas de toneladas de meteoritos sendo alguns rochosos e com aproximadamente 4,5 Ba de idade que evidencia que pertenceu à parte externa da crosta onde a vida permeava. O Oceano Global estava com tanta vida microbiológica que é perfeitamente aceitável que qualquer material saído da Terra tenha levado microorganismos e cloreto de sódio. Afinal, naquele momento a água do oceano era muito mais salgada que atualmente pois constatamos que há muito sal aprisionado em minas subterraneas ao redor do mundo (algumas em exploração há muito tempo)  e sobre as camadas de petróleo do depósito conhecido por pré-sal, que existem não só nas costas no Brasil, mas nas costas da África e virão a ser localizados.
Sabemos que as condições para que um objeto entre em órbita são especiais. Assim, se atirarmos algo perpendicularmente para cima, ele tenderá a cair sobre nós, mas se nos afastarmos do ponto de lançamento, o que haviamos lançado cairá na direção da Terra. Os cometas são originários do choque de Vênus com a Terra, mas caem na direção do Sol pela mesma razão e, no caminho, em outros planetas. Esta é a razão pela qual a grande maior parte da massa arrancada da Terra caiu no Sol.The Willamette Meteorite, the largest ever found in the United States (15 tons)
The Willamette Meteorite, the largest ever found in the United States (15 tons)
Source: © Denis Finnin, American Museum of Natural History.

 

       As conclusões dos cientistas: “Chondritic magnesium isotopic composition of the terrestrial mantle: A case study of peridotite xenoliths from the North China craton” Yang W, Teng FZ, Zhang HF,(2009) de que os asteróides tem a mesma composição do manto da Terra.
“Meteorito da Rússia era composto de minerais e níquel, dizem geólogos”
http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2013/03/meteorito-da-russia-era-composto-de-minerais-e-niquel-dizem-geologos.html
Isto reforça a teoria VCT600MA que afirma que os asteróides teriam origem no manto da Terra resultantes da colisão astronômica de Vênus com a Terra. Assim há asteróides compostos de alguns de todos os elementos químicos que compõe o planeta Terra.

Marte, cheia de escombros originária da colisão Vênus-Terra.

 

http://www1.ci.uc.pt/iguc/atlas/10meteoritos.htm
Os cientistas estão em busca da melhor explicação. Eles ainda não encontraram porque não imaginaram que a Terra poderia ter sido alvo de um choque planetário que lhe teria arrancado grande parte da crosta como está muito evidente e agora ficarão entusiasmados.
A complexidade da morfologia das calhas encontrada em Vesta não pode ser explicada pelas colisões pequenas disse Debra Buczkowski, um cientista do participante do Down, sonda da Nasa, e baseado na Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory, em Laurel, Maryland, que é o autor principal de um artigo novo em Geofísica Research Letters, um jornal da União Geofísica Americana.”
http://www.agu.org/news/press/pr_archives/2012/2012-42.shtml
http://www.nasa.gov/mission_pages/dawn/news/dawn20120926b.html
Um dos maiores feitos da atualidade foi enviar um sonda pelo espaço até um cometa
Sonda europeia Rosetta chega ao encontro de cometa que levou 10 anos. (06/08/2014)

http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2014/11/robo-liberado-por-sonda-rosetta-pousa-em-cometa-confirma-agencia.html
“- A dureza do gelo encontrado sob sua camada de poeira no primeiro local de pouso é surpreendentemente alta – comenta Klaus Seidensticker, também do Instituto de Pesquisas Planetárias da DLR e integrante da equipe de investigadores da missão.”
O módulo Philae também encontrou ingredientes básicos da vida tais como compostos orgânicos no cometa.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/sociedade/ciencia/philae-encontrou-moleculas-organicas-gelo-duro-em-cometa-14594144#ixzz3JXqd14RC 
Para estudar a vidas fora da Terra foram criados diversos organismos de pesquisa. Um deles é o Núcleo de Pesquisa em Astrobiologia da Universidade de São Paulo – USP, http://www.astrobiobrazil.org/index.php/en/    
http://ncse.com/rncse/23/3-4/astrobiological-perspective-lifes-origin
http://astrobiology.com/nasa-astrobiology-institute/
Lembremos que a Terra no momento da colisão astronômica era coberta por um Oceano Global de aproximadamente 9 km de espessura, depositário de um espesso composto orgânico formado de microalgas, bactérias e protozoários, coberto por uma grossa camada de gelo.
Choques planetários produzem asteróides e se algum destes planetas tiver água poderão ser formados cometas. E isto pode ocorrer porque os astros, em qualquer lugar do Universo, têm tendência a estarem todos em um mesmo plano orbital devido à atração gravitacional entre eles e assim cada um deles é atraído pela força gravitacional média dos outros planetas. Após estarem no mesmo plano orbital e se alguns deles tiverem órbita com tal excentricidade que cruze a órbita de outro deverá ocorrer uma colisão em algum momento e então haverá a formação de asteróides e ficarão em órbita da estrela aqueles que conseguirem velocidade suficiente para tal. Os asteróides e cometas também tendem a orbitar no mesmo plano e podem também colidir, como sabemos que já ocorre. Muitas marcas foram originários de pequenas colisões quando o asteróide, originário do manto terrestre, ainda estava macio por não ter esfriado completamente e também porque a quantidade de massa da Terra espalhada pelo Sistema Solar era impressionante.