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PERGUNTAS MAIS FREQUENTES

O que é a teoria VCT600MA?

           É a teoria que defende que os grandes eventos geofísicos, geológicos e paleontológicos na Terra são conseqüências de sua colisão com Vênus há 600 milhões de anos (MA) e de sua tentativa de recuperação da esfericidade perdida naquele evento astronômico.  Isto porque se trata de um astro, predominantemente líquido, que quer voltar a ser uma esfera, o menor estado de energia potencial e de maior estabilidade. Esta é a real razão do Geodinamismo. A teoria VCT600MA pretende, assim, unificar a Geofísica, a Geologia e a Paleontologia e todas as outras Geociências em torno de uma nova teoria ao substituir a “Teoria Tectônica de Placas” que já contribuiu com o que podia.

Como a teoria VCT600MA foi concebida?

           No acompanhamento do desenvolvimento das Geociências e da discordância quanto à explicação vigente sobre a Geodinâmica. As descobertas das Geociências tais como uma matéria da TV Globo, há muitos anos, que mostrava a caverna da Toca da Boa Vista, a maior caverna conhecida do Hemisfério Sul, então com 20 km explorados. Naquela matéria o espeleólogo entrevistado do Grupo Bambui, descobridor da caverna em 1987, afirmava baseado em sua experiência, que como as paredes da caverna não mostravam tendência a estreitamento ele concluía que a caverna deveria ter, pelo menos, um comprimento cinco vezes maior e naquele momento um grande ponto de interrogação se desenhou na minha mente. O explorador estava certo, pois hoje ela tem 107 km mapeados.      Também, ao tomar conhecimento da conclusão da Universidade de Cambridge de que, através de um software desenvolvido lá, na qual demonstrou a possível existência, há 600 Ma, do Pangea, um imenso maciço composto de placas tectônicas que encaixavam com perfeição, fiquei durante muito tempo com quatro perguntas impertinentes: 1 – Por que os continentes estavam reunidos formando o Pangea e em determinado momento, passados 400 milhões de anos, ou seja, há 200 milhões de anos, este começou a se desintegrar, radialmente a partir da África indo uma parte para o norte, outra para o sul, leste e outra para oeste? 2 – Por que há canyons de enorme extensão? 3 – Por que há milhares de extensas e profundas cavernas? 4 -   Por que há altíssimas e extensas cadeias de montanhas de magma solidificado e originário do manto?  5 – Por que, aparentemente, estava faltando 70% da crosta original?  Isto me causava estranheza e com estes pontos de interrogação na mente, fiquei pensativo durante muito tempo e repentinamente, em 08 de Julho de 2004 (dia nacional da Ciência), obtive um insight que me conduziu à conclusão de que isto só poderia ocorrer se o planeta não fosse perfeitamente esférico e que uma grande depressão associada à perda de massa, incluindo a maior parte da crosta, devido a uma provável colisão com outro astro, explicaria tanto a ausência de 70% da crosta original, o deslocamento radial dos continentes, por deslizamento, quanto a quebra das placas que restaram para se adaptarem a um astro, agora, de menor massa e, conseqüentemente, de menor diâmetro explicando, assim também, a existência dos grandes canyons, de tão extensas cavernas e das montanhas através da conseqüente e paulatina quebra da crosta fazendo o magma subir entre os pedaços da crosta. Tudo então passou a fazer sentido para mim e comecei, então, a levantar as outras grandes questões das Geociências ainda sem resposta convincente, à luz das leis da Física e da Química e montei o grande quebra-cabeça e editei o livro “Quando Vênus colidiu com a Terra – O extraordinário evento ocorrido há 600 milhões de anos que mudou a história da Terra”.

           Perguntas para serem respondidas à luz da teoria VCT600MA:

Qual a maior evidência de que a Terra tenha sofrido um choque planetário há 600 MA?

           A ausência de 70% da crosta (original) da superfície atual e a adaptação das placas de crosta remanescente ao restante da massa líquida, sobre a qual flutuam, através de rachaduras conhecidas como canyons e também rachaduras das formações de montanhas. Todos estes grandes eventos têm idade igual ou menor que 600 MA.

Como se processou a perda da crosta continental da Terra?

           Instantaneamente em um choque planetário com Vênus, que tinha uma órbita de alta excentricidade e conseqüentemente altíssima velocidade, indo a maior parte da crosta, do manto e da água para o espaço exterior levando à formação de asteróides, cometas e meteoritos.

Porque as placas se encaixavam quando formavam a Pangea?

           Porque compunham aquela parte da crosta original que foi quebrada no impacto e ficaram a salvo, não tendo ido, assim, para o espaço exterior. Tal como o vidro de uma janela estilhaçada. Se movêssemos as peças horizontalmente jamais conseguiríamos o encaixe perfeito.

Porque Vênus é considerado o parceiro neste choque planetário?

           Porque Vênus tem todas as evidências de que tenha se envolvido em um choque com um grande astro com crosta e essencialmente líquido, pois Vênus tem marcas de atrito e de rachaduras de impacto, que travou seu movimento rotacional passando para -4 km/h e tem 80% da crosta coberta por lava, a maioria basáltica a parte superior do manto da Terra. Esta recomposição da crosta de Vênus é um processo que os astrofísicos, atualmente, calculam que começou em 500 MA e 700 MA.

Porque Vênus não perdeu parte da crosta na colisão?

          Vênus, com uma crosta compondo calota esférica de maior espessura e menor raio de curvatura, que lhe conferia uma dureza relativa muito maior, penetrou na crosta da Terra que tinha menor espessura e compunha uma calota de maior raio e, portanto de menor resistência à penetração. Por isto, a Terra perdeu muito material e ficou toda deformada, pois perdeu seu formato esférico e ficou com um formato quase cônico, enquanto Vênus sofreu parcial depressão e muitas rachaduras.

Por que a crosta continental tem espessura maior que 40 km e a oceânica tem 5 km?

          Porque a crosta continental é remanescente da crosta original do planeta, composta de cristais de silício (silicatos), antes do choque planetário e a crosta oceânica é o endurecimento ou solidificação da parte superior do manto que é o basalto, uma rocha escura.

Onde está o restante da crosta continental?

           A maior parte caiu no Sol por não conseguir velocidade suficiente para se manter em órbita dele e uma boa parte caiu em alguns planetas tais como a própria Terra, Marte, Vênus e Mercúrio. Uma outra parte está distribuída em asteróides e alguns cometas remanescentes.

Porque se pensa que há um processo de subducção de placas tectônicas que tenta explicar o sumiço de 70% da crosta continental ou original?

          Porque foram encontradas fossas marinhas, de grande profundidade, em vários regiões do Pacífico, que são compostas de placas finas de basalto que foram fraturadas pelo movimento das grandes e espessas placas continentais escorregando rumo ao centro do Pacífico devido à energia potencial gravitacional. As placas da crosta sejam elas as continentais ou as oceânicas têm densidade menor que o manto, onde flutuam, e não poderiam, em hipótese alguma, mergulhar no manto que tem uma densidade cada vez maior no sentido do núcleo da Terra porque tem seus elementos organizados por segregação gravimétrica ficando os mais pesados no núcleo central e os mais leves na parte superior do manto.

Porque não há subducção de placas?

           Porque a força vetor empuxo que sustenta as convexas placas continentais em flutuação, com espessura superior a 42km, impediria seu mergulho no manto. A crosta continental tem densidade 2,8 t/m3 e o manto no qual flutua, tem na parte superior densidade de 3,3 t/m3.

Porque os desenhos que defendem a subducção de placas continentais na T.Tectônica de Placas não mostram o vetor da força empuxo impedindo o hipotético mergulho de placas?

          Porque, muito provavelmente, o primeiro a desenhar desconhecia o fenômeno físico do empuxo (Principio de Arquimedes), do atrito entre os corpos e também da dissipação do calor ao tentar explicar a formação de vulcões e os outros apenas copiaram e também criaram variações. Há milhares desses desenhos na Internet com grande discórdia entre eles.
É um erro crasso de Física.
Com certeza, a Teoria da Subducção de Placas não foi submetida ao método científico. Não teria como passar nesta prova e assim não teria como servir de explicação “convincente” para o sumiço de 70% da crosta original. Isto atrasou muito a busca pela real causa do geodinamismo, agora finalmente encontrado. O conhecimento da força vetor empuxo deveria ser obrigatório para quem é Físico.

Porque os continentes dirigem-se, radialmente e contornando o planeta, no sentido do centro do Oceano Pacífico?

           Após a colisão astronômica Vênus-Terra a ponta do cone da massa que sobrou ficava na região que hoje conhecemos como Pacífico. O cone era logicamente formado por camadas de elementos de densidades diferentes, mas de pouquíssima diferença entre as mais próximas e estas iniciaram o movimento de busca pela sua posição relativa ao novo centro de gravidade. O movimento de interiorização do que tinha sido o núcleo e das pesadas camadas remanescentes que o circundavam provocava o levantamento da parte externa do cone, a geratriz, encurvando-a provocando assim um achatamento ou abaulamento da base do cone onde as últimas e mais leves camadas tais como a crosta e a parte superior do manto, ficaram compondo a base do cone. Isto porque com um novo centro de gravidade, que por o astro estar momentaneamente cônico e a massa ser heterogênea os centros de massa e de gravidade estavam distanciados sendo que o de gravidade estava mais próximo relativamente da ponta do cone devido à maior densidade dos seus componentes. Por exemplo: se naquele momento, pós-colisão, fosse atravessado um tubo pela altura do cone ligando a base, abaulada, à ponta do cone preenchendo o tubo com a massa líquida do manto encontrada no caminho, teríamos um cilindro muito mais pesado em uma das metades dele. Os elementos usam o valor do peso atômico e onde o sentido do movimento é o centro de gravidade, recebem a reação da força empuxo e a preferência fica determinada pela diferença de seus pesos que os fazem mergulharem até chegarem à sua posição relativa atingindo assim o equilíbrio. Este movimento dos componentes do manto remanescente conduziu a um formato tal onde as leves camadas de enxofre, fósforo, silício, alumínio, magnésio e outros elementos de peso próximo assim como a crosta, composta de silicatos, e relativamente mais leves, pouco influíram nesse formato e continuaram todos reunidos em uma parte do planeta durante aproximadamente 400 Ma.
Neste processo o planeta, deformado, visto perpendicularmente à Pangea, tinha a aparência de uma esfera e a 90º daquele ponto de vista tinha a aparência de um ovóide e ainda guarda, na região do Pacífico, um resquício destas características. O processo de recuperação da esfericidade é lento, pela necessidade de se reconstituir todas as esferas concêntricas dos elementos constituintes do planeta, visando a coincidência dos centros de gravidade e geométrica, pois já se passaram 600 Ma, não terminou, mas é inexorável.

O que é a Linha do Magma?

            É linha ideal da parte superior do manto em função da recuperação dinâmica da esfericidade do planeta e que começou com o formado de um cone logo após a colisão até o formato quase esférico de hoje, mas que evidencia a falta de massa no volume aproximado de 133 milhões de km3 na região do Pacífico.

Porque os dois planetas se chocaram?

           Porque coincidiram em um ponto de cruzamento de órbitas que estavam no mesmo plano orbital e Vênus tinha uma órbita altamente excêntrica entre. 7 e .8. Vênus estava se dirigindo para seu afélio, a maior distância de sua órbita ao Sol, quando se chocou com a Terra empurrando-a para aqui perto da Lua e a capturou gravitacionalmente após um ou dois empurrões. Se a colisão fosse quando Vênus estava dirigindo-se para o periélio, a distância menor do Sol , muito provavelmente os dois planetas teriam caído no Sol.

Como a Terra escapou de continuar sendo uma esfera de magma coberta de gelo, até 600 milhões de anos atrás, como está sendo defendida pela teoria Snowball Earth?

           A Terra só poderia escapar da armadinha de Snowball Earth devido à ação de um agente externo, que foi Vênus em um choque planetário, arrancando parte da crosta e possibilitando o contato direto da água remanescente com o manto, liberando a imensa quantidade de energia que possibilitou o Período Cambriano e conseqüentemente a Explosão do Cambriano, período geológico que corresponde à explosão de complexidade dos organismos. Por enquanto o período Cambriano vem sendo aceito como tendo iniciado a partir dos últimos 540 milhões de anos, mas deverá haver, futuramente, o ajuste para 600 milhões de anos, pois foi quando ocorreram as condições para  evolução dos serem vivos que eram, até então, microorganismos tais como microalgas, bactérias e protozoários.

Qual a origem das montanhas?

A recuperação da esfericidade do planeta essencialmente líquido por ser composto de magma, forçou a quebra dos pedaços remanescentes da crosta para se adaptar, ocorrendo um tipo de alavanca, first class, onde o ponto de apoio fica no centro. Quando da quebra ou fissura da placa, o magma subia entre os pedaços da crosta levantando o subsolo que funcionava como uma fôrma levando a formatos diferentes ou então o magma corria em derrames. Observa-se que nos Himalaias muito do imenso volume de magma que ali levantou e formou o platô tibetano, transbordou no sentido de Yunnan. Assim, as grandes cadeias de montanhas tais como Himalaias, Alpes, Montanhas Rochosas, Pirineus, Apalaches, Andes, etc. não são resultado de colisão entre placas continentais, mas somente por quebras resultantes da adaptação da crosta a um planeta, agora, de menor diâmetro por ter perdido sua maior parte da massa.

 

Porque a recuperação da esfericidade da Terra é tão lenta, totalizando próximo de 600 milhões de anos?

           A lentidão se deve ao fato de todos os elementos diferem do mais próximo, em média, de um próton e um nêutron, pois a cada próton corresponde um nêutron. Afinal temos 92 elementos químicos naturais que vão do Hidrogênio com um próton até o mais pesado que é o Urânio com 92 prótons. São 92 camadas, do planeta, que precisam se recompor e terem a mesma espessura em todas as regiões em um processo iniciando a recuperação a partir do formato quase cônico, pós colisão. Portanto, a luta por sua posição relativa é árdua, mas inexorável.

Porque as montanhas tem idades diferentes conforme foi demonstrado por datações radiométricas?

          A recuperação da esfericidade da Terra é gradativa. Passando, ato contínuo à colisão, de um aspecto quase cônico até a quase esfericidade de hoje, passou por vários formatos, em lentíssimo processo, e só quando havia as condições insuficientes para apoiar a placa como um todo através de uma curvatura mais acentuada, provocava um processo de alavanca, ocorria a fratura e a subida do magma, que era seu ponto de apoio, através dela. Isto fica evidente ao verificarmos as datas das grandes montanhas de magma sólido: Corcovado 500 Ma, Pedra da Gávea 570 Ma, Everest 60 Ma, Montanhas Rochosas 70 Ma, Pirineus 100 Ma, Alpes 35 Ma, por exemplo. O solo levantado no processo da subida de magma e que ajudou a dar forma às montanhas é composto de cristais de silicatos e que compunham a crosta original e com idade anterior ao levantamento do magma, evidentemente, e não serve para se fazer a datação radiométrica. A Chapada Diamantina (BA), por exemplo foi datada em  1,4 bilhão de anos, mas ela tem a data do magma, agora sólido, que teria suspenso aquela região.

Foi constatada que a Índia estava há 200 Ma anexo à África, compondo o Pangea. Porque está fazendo parte da Ásia?

          Quando do Pangea a Índia já fazia parte do continente asiático, mas estava colado na África e quando da desintegração do super-continente Pangea, a India foi junto no movimento de torção da Ásia indo no sentido do centro do Pacífico na direção norte. Ao contrário, a ilha da Sri Lanka, que fica ao sul da Índia, vem se desgarrando no sentido do centro do Pacífico. Pela mesma razão isto também ocorre com a Tasmânia desgarrando no sentido do centro do Pacífico passando pelo sul.

Porque certas montanhas parecem pedaços de bolo, em camadas?

           Porque as rachaduras da crosta se processaram de maneiras diversas, e ali, ao invés de subir magma por entre rachaduras, ocorreu o levantamento de um pedacinho de placa continental, tal como uma rolha de garrafa de champanhe, porque o magma tem maior densidade que a crosta e assim pode sustentar o peso em um processo de flutuação. É o mesmo processo dos tsunamis que ocorre com pedaços de placas oceânicas e que levantam imensos volumes de água que precisam escoar.

Como e porque ocorreu a formação dos Himalaias?

            Pela mesma razão que quaisquer outras montanhas, o levantamento do magma pelas inúmeras fraturas de adaptação da crosta, que pertencia a um planeta mais volumoso ou de maior diâmetro, a um de menor diâmetro. As placas são convexas e forçam a concentração de pressão do magma até o rompimento e a mantêm até a solidificação.

Porque não há rochas ígneas ou magmáticas com idade superior a 600MA ?

           Porque estas rochas são resultantes da mistura de camadas do manto que ocorreram no momento da colisão planetária e que caíram sobre o gelado oceano global, em escoamento, e também e principalmente na subida do magma através das fissuras na crosta resultantes da adaptação da crosta que era da Super-Terra à massa restante e em busca da esfericidade perdida e com um raio muitas vezes menor, como ocorre até hoje.

Porque há rochas formadas por sedimentos com estruturas que foram interpretadas como ondas gigantes de sedimentos com idade próxima de 600 Ma que teriam sido depositados pela água a uma velocidade próxima de 20 m/s gerando “giant wave ripples” ?

          Estas rochas sedimentares foram descobertas por  Allen e Paul Hoffman (2005) na Austrália, Brasil, Canadá, Namibia e Svalbard, http://www.snowballearth.org/news.htmlA razão é que imediatamente após a colisão astronômica a água remanescente (os atuais 1,4 bilhões de km3) do Oceano Global de 9,2 km espessura que cobria toda a Terra e ficou a salvo da colisão por estar sobre a crosta salva ou remanescente (151 milhões/km2) escoou para fora da Pangea, recém formada, e este escoamento causou, já nos momentos finais, estas ondas gigantes de sedimentos.

Porque o levantamento de montanhas parou de ocorrer?

          O levantamento de montanhas parou de ocorrer porque a convexividade da crosta atingiu a curvatura próxima da ideal para o planeta formado com o que restou da Super-Terra. No entanto a atividade dos vulcões demonstra que ali a curvatura está longe do ideal.

Qual a origem dos canyons e das cavernas?

           Os canyons, e as extensas cavernas são produto de paulatina quebra da crosta em um processo de alavanca. As cavernas são estreitos canyons cobertos com escombros. Há diversos níveis de cavernas no mesmo local, mas os níveis inferiores estão provavelmente submersos. Como são resultado da adaptação de crosta não são 100% seguros para a construção de barragens e pontes porque não sabemos se serão alvo de novos ajustes.
Um canyon é perigoso por duas razões: uma porque pode precisar se abrir para acompanhar o inexorável ajuste ao diâmetro da Terra, devido ao deslocamento de massa ao suspender o fundo do Pacífico e que afeta a flutuação das placas tectônicas e a outra é que o terreno foi preenchido principalmente por desmoronamento e costumam ter falhas de preenchimento resultando na formação de camadas de cavernas em níveis sucessivos. O espelho de água da represa recém construída em Idaho (EUA) em 1976 desceu 100 m em menos de uma hora. Pensam que foi uma erosão repentina em solo macio.
Por desconhecimento as barragens das usinas hidrelétricas e pontes vêm sendo construídas neste tipo de relevo altamente perigoso, por se acreditar que são formações firmes e confiáveis. Como agora sabemos que é exatamente o contrário, vemos o perigo que representa um novo alargamento do canyonque pode abrir uma barragem e pontes ao meio.
Ao redor do mundo muitas barragens são danificadas por terremotos porque a maioria das hidrelétricas é feita em canyons. A cada subida do assoalho do Pacífico há sempre ajustes no meio das fissuras já existentes mesmo que sejam pequeníssimas. São rachaduras que estão estabilizadas, no que tange à flutuação das placas, mas não estão consolidadas e como este é um processo que não podemos impedir, o projeto de construção de hidrelétricas precisa levar em conta este risco.
“With the exception of nuclear power plants, no man-made structure has a greater
potential for killing a large number of people than a dam.” Joseph Ellam, Pennsylvania State Director of Dam Safety, 1987
Há muitas barragens com rachaduras. Na China ocorre cerca de 16% dos terremotos dos que ocorrem no mundo e por ser seu relevo o mais alto de todos os continentes, a grande espessura da placa leva a que seus canyons sejam muito largos. As companhias de engenharia responsáveis pela construção das barragens vêm sendo acusadas de erro de projeto ou de execução quando na verdade, a maioria das rachaduras se deve ao desconhecimento geral da formação dos canyons.
         “Most of the early dams were built with no consideration of earthquakes. For instance, dams built by the U.S. Army Corps of Engineers in the Louisville District before 1950 were not designed for earthquake forces because designers did not consider earthquakes probable threats (USACE 1990). As more information of earthquakes was collected, the need to built dams that could withstand earthquakes was recognized. Earth embankment dams may be damaged by earthquakes in several ways including dam movement, liquefaction of fill in a dam, water waves caused by an earthquake over topping a dam, and direct damage caused by a dam being located on a fault.”, http://academic.emporia.edu/aberjame/student/dahms3/web1.htm acesso em 21-4-2005

 

Onde estão os cerca de 900 km3 de material erodido do Grand Canyon, mas permanecia o grande mistério?

          O material erodido foi colapsado dentro do próprio canyon, ou seja, na imensa fenda de mais de 40 km de profundidade e em toda a sua extensão de 446 km. Isto vale para todos os outros canyons e cavernas.

Qual a causa do tectonismo global?

             A recuperação gradual da esfericidade da Terra precisa ser acompanhada pela crosta. Massa de todo o manto do planeta chega para a região do Pacífico alterando a esfericidade e com isto o apoio às placas. A estes ajustes da crosta chamamos de terremotos.
Para acompanhamento em real-time consulte: http://ds.iris.edu/seismon/

Qual a causa do vulcanismo global?

           A recuperação gradual da esfericidade da Terra precisa ser acompanhada pela crosta, que conduz alguma massa da parte superior do manto para os vulcões, em seus movimentos de adaptação. Os vulcões são furos remanescentes da quebra da crosta e funcionam como válvulas de alívio atrasando a ocorrência de terremotos.

Qual a real origem dos tsunamis?

           A massa que chega regularmente para região cujo leito oceânico está em plano inferior à média do restante dos outros oceanos e mares, provoca uma pressão de baixo para cima na crosta oceânica e quando algum pedaço de crosta se solta e sobe levantando água acima do nível do oceano e a água suspensa precisa escoar. Se houver alguma ilha perto o efeito pode ser grande.

 Como atua o geodinamismo?

O geodinamismo é conseqüência da recuperação, gradual, lenta e inexorável, da esfericidade perdida na colisão da Terra com outro planeta (Vênus) há aproximadamente 600 Ma, na qual ficou com aspecto cônico após perder a maior parte de sua massa, da maior parte de sua crosta original e de sua água tornando-se um planeta de menor volume. A Terra passou por vários formatos até o dia de hoje e a crosta vai se adaptando a cada alteração na esfericidade causando terremotos e vulcanismo.

Porque o Pacifico é o maior oceano Terra e vem diminuindo gradativamente?

           Porque é o local do impacto planetário e por causa disto é o local da perda da maior parte da crosta e atrai os pedaços da crosta remanescente, desfazendo a Pangea, há 200 milhões de anos em deslocamentos radiais. O escorregamento das placas para aquela região é porque, ali, a distância até o centro de gravidade é ligeiramente menor e como a gravidade reivindica a totalidade, o escorregamento das placas é forçado.

Como foi formado o campo geomagnético, como se mantêm, porque houve as inversões de pólos e porque está diminuindo gradativamente?

          No processo de migração, para voltar à sua posição relativa, as massas que compunham o manto terrestre original passaram pelo processo de segregação gravimétrica. Os elementos mais pesados que a camada de  ferro, que atua como poderoso íma, estavam mais próximos da ponta do cone e precisaram atravessar a camada de ferro por diversos lugares, para chegar ao novo centro de gravidade e isto levou a que a camada de ferro tivesse diferentes formatos ao longo deste processo e isto tornou possível as inversões. A diminuição do campo resulta da paulatina recuperação do formato da Terra que depende da recuperação de todas as suas camadas. É um processo inexorável.

Porque os depósitos de minérios e também do silício, o fósforo e o enxofre, estão sobre a parte superior da crosta continental e distribuídos, de forma aleatória, por todos os continentes?

          O manto e o núcleo da Terra é formado por camadas de metais, como esferas concêntricas, onde o Urânio que é o átomo com o núcleo mais pesado que existe naturalmente na Terra, pois contem 92 prótons e 135 a 148 nêutrons  e outros metais pesadíssimos ocupam a posição central, atualmente tido como em estado sólido, envolvido em esferas compostas de elementos cada vez mais leves onde as esferas, compostas de níquel e ferro, estão em posições intermediárias. Ainda não há como ter certeza de que reste urânio no núcleo central terrestre após a colisão planetária com Vênus, pois não sabemos, ao certo, como o núcleo central foi afetado.
As esferas concêntricas de metais que foram espirrados, em grande parte, junto com parte do manto para o espaço exterior e que passaram por fora das placas remanescentes, mas que não tinham velocidade de escape do campo gravitacional da Terra, caíram aleatoriamente sobre elas por causa da continuação do movimento de rotação do que restou do planeta e deram origem aos depósitos de minérios e por isto os elementos não se encontram uniformemente disseminados pela crosta. É evidente que também caíram na parte lateral do cone, formado de magma, mas como ainda não tinha sido formada nova crosta, muito provavelmente afundaram no manto e se dirigiram ao novo centro de gravidade para recuperar sua posição relativa.
Assim a crosta terrestre remanescente ficou com tantos metais disseminados que contaminava qualquer saída de magma. Isto fica muito evidente nos basaltos da cadeia meso-atlântica onde, os geocientistas, descobriram, em 1950, faixas magnéticas com polaridades invertidas que serviram para evidenciar a mudanças da polaridade do campo magnético terrestre. Este ferro foi levado para o oceano pelas erosões da parte superior da crosta e também retirado dos canyons que conduziam e conduzem rios. É evidente que a camada ou esfera de ferro da Terra, antes da colisão, era muito mais espessa que a dos outros elementos metálicos, pois o ferro é seguramente o metal mais distribuído pela superfície da crosta.

Porque muitos depósitos de minérios têm também outros elementos de peso atômico próximo?

          Porque os elementos que compõe o manto da Terra estão organizados em esferas concêntricas devido à segregação gravimétrica e quando da chuva de metais, ato contínuo à colisão, os elementos de quase mesmo peso atômico cairam próximo. Assim, onde se encontra Ouro provavelmente se encontrará pepitas de Platina.

Qual a composição do núcleo da Terra?

           Os elementos do manto estão organizados por segregação gravimétrica e assim o elemento mais pesado é o Urânio que fica no centro envolto por camadas muito densas de elementos também muito pesados, mas cada vez mais leves até chegar à parte superior do manto.

Qual a origem do petróleo?

  A vida existia no corpo dos micro-organismos que compunham uma massa orgânica de bactérias, protozoários e principalmente micro-algas. A maior parte dessa massa foi para o espaço exterior junto com a maior parte da crosta e da água. A massa orgânica que ficou sobre as placas continentais e foi coberta por sedimentos resultou em petróleo tal como no estado do Texas - USA, a que ficou entre as placas continentais resultou em depósitos de grande profundidade tal como o depósito do Pré-sal - Brasil. O restante deu origem aos organismos que existem hoje.

Porque há petróleo, no oceano, a 7.000 m de profundidade e outros a menor profundidade e também sobre a crosta?

            Os depósitos da massa de micro organismos formados entre as placas continentais ficaram a 7 km de profundidade, sobre a parte superior do manto, solidificada, porque isto representa a diferença de flutuação entre a crosta (2,8 t/m3) e a parte superior do manto (3,3 t/m3), foi coberta por sedimentos que caiam da beirada da placa continental e à medida que a crosta foi se adaptando a nova esfericidade do planeta as extensas fraturas provocadas e/ou já existentes conduziam o petróleo para níveis mais acima dando a impressão de que os novos depósitos foram formados com material orgânico mais recente.

Porque não há petróleo no fundo do oceano Pacífico?

           O Pacífico é o oceano remanescente do que já foi o grande oceano que cercava o Pangea e que estava em contato direto com a parte superior do manto e com suas águas em grandes correntes convectivas, por estar em ebulição e assim não houve, ali, aprisionamento de material orgânico para formar depósitos.

O que ocorreu com a vida logo após esta colisão astronômica?

            A vida existia no corpo dos micro-organismos que compunham uma massa orgânica de bactérias, protozoários e principalmente micro-algas. A maior parte dessa massa foi para o espaço exterior junto com a maior parte do manto, da crosta e da água. A massa orgânica que ficou sobre as placas continentais e foi coberta por sedimentos resultou em petróleo tal como no estado do Texas, a que ficou entre as placas continentais resultaram em depósitos de grande profundidade tal como o depósito do Pré-sal. O restante deu origem aos organismos de pouca e grande complexidade que existem hoje.
Porque e como ocorreu a Explosão do Cambriano?

            Para haver uma explosão é preciso haver uma grande liberação de energia. Com a perda da maior parte da crosta a Terra a maior parte da água remanescente, salva da colisão porque estava em cima do Pangea, ficou em  contato direto com o magma que tinha altas temperaturas que variavam de 1.200 oC na beira da Pangea a 6.000 oC na ponta do cone e que causavam ebulição fazendo com  que a Terra passasse a parecer com uma bola de vapor ou Steamball Earth. Este ambiente de alta pressão e de nuvens grande espessura em movimento constante por fortes ventos provocou um ambiente altamente elétrico por intensa queda de raios em todo o planeta durante dezenas de milhões de anos. Junto com a existência da variedade de elementos químicos arrancados do manto e jogados sobre a crosta havia elementos radioativos tais como o Urânio, Rádio, Tório, Urânio e Polônio, que afetavam os organismos que existiam resultando em alterações de seus corpos. A divisão em vários filos, que passaram de 3 para cerca de 100 pode ter se originado disto. Isto em ambiente de águas muito quentes.

Porque há tantos fósseis de animais marinhos ou de água salgada sobre a crosta continental?

          Porque quando da perda da maior parte crosta original, o muito salgado Oceano Global escoou para fora das placas que ficaram flutuando no manto e a água que sobrou desse escoamento ficou em lagoas, lagos e mares onde se desenvolveram os animais complexos a partir dos organismos simples que já existiam antes da colisão astronômica. Os organismos eram microalgas, bactérias e protozoários.

Porque se diz que Charles Darwin tinha um grande problema conhecido como Dilema de Darwin?

            Darwin queixou-se, em sua obra, A Origem das Espécies, de que o ponto fraco de sua teoria e que seria usado como argumento por seus contestadores e detratores, seria o fato de não se encontrar fosseis de variedades intermediárias ou formas transicionais que fariam a ponte entre as espécies atuais e as antigas, os elos perdidos, embora ele tivesse certeza de que teriam existido. Afirmava também que os registros geológicos tinham grandes falhas que correspondiam a grandes e lapsos de tempo e isto lhe trazia um grande incômodo porque dificultava a compreensão de sua obra.
A teoria de Darwin foi coerentemente defendida pelo inglês Richard Dawkins, o mais famoso biólogo evolucionista, em seu livro “O Relojoeiro Cego” de 1986 e mais recentemente em, o The Greatest Show on Earth (O Maior Espetáculo da Terra)afirmando que a evolução é evidente e por causa desta defesa tão ferrenha ele vem sendo desafiado por quem não concorda com a evolução dos seres vivos a explicar o aparecimento simultâneo e abrupto de grande variedade de fósseis de animais complexos, entre os quais os vermes Platelmintos (Platyhelminthes), que é um dos principais desafios na biologia da evolução. Houve um grande intervalo de tempo entre o aprisionamento para fossilização de algas e protozoários (600 Ma) e a fossilização dos vermes Platelmintos que atualmente compôe em filo bem sucedido com cerca de 25.000 espécies conhecidas. Mas o verdadeiro desafio além da razão  desta explosão de complexidade de organismos é a grande variedade de formas fossilizaveis que apareceu mais ou menos no mesmo instante no tempo geológico e explicar o aparecimento simultâneo e abrupto daqueles que é um dos principais desafios na biologia da evolução.
Afinal, a falta de registro da existência dos antecessores de uma família não é garantia de que não tenham existido. Trata-se, apenas, de falta de registro.
Nem Richard Dawkins, o grande biólogo evolucionista, nem qualquer paleontólogo, nem qualquer outra pessoa tem condições de explicar o grande intervalo de tempo que está faltando com relação ao primeiro registro fóssil, de animais com exoesqueleto, sem a compreensão da Teoria VCT600MA. Assim, Dawkins e/ou qualquer paleontólogo não precisam invocar uma hipótese ad-hoc na tentativa de explicar as lacunas e desafios apresentados pelo registro fóssil nos pontos mais cruciais pois a VCT600MA é suficiente para a compreensão de parte do passado da Terra.

     A explicação é a seguinte:
Quem desconhece o processo da fossilização, que depende do sepultamento abrupto dos organismos, pode tender a acreditar que exemplares de todos os organismos que viveram deveriam estar fossilizados, mas isto não é verdade. O registro através de fósseis foi caótico, pois a natureza não tem um plano de registro de eventos visando a compreensão futura da existência da vida no planeta. A falta de cobertura jornalística de um campeonato não garante que ele não ocorreu. O planejamento para registro é característica do ser humano para deixar para as futuras gerações e para isto, a Paleontologia está fazendo investigações e registrando todos os avanços do conhecimento.
A fossilização não depende somente da caracteristica dos organismos de serem “fossilizáveis”, mesmo os de acorpo mole. Qualquer organismo é fossilizável se for aprisionado repentinamente em camadas de sedimentos finos, pois foram encontrados, ali, os formatos do corpo de inúmeros fósseis de organismos de corpo mole. Assim, a primeira fossilização, de microorganismos, se deu, há 600 Ma, logo após a colisão planetária,  quando do escoamento rápido do Oceano Global que misturou sedimentos sobre a crosta com o material orgânico existente evidenciados em rochas encontradas por Paul Hoffman em todos os continentes e mostradas em sua teoria Snowball Earth (www.snowball.org) que estava aguardando a descoberta da real fonte de calor que teria feito a Terra passar de ambiente gelado para extremamente quente quase instantaneamente e que é mostrada na VCT600MA.
Após o evento da colisão astronômica, a crosta só apresentou condições de fossilização em quatro tipos de eventos:
O primeiro, foi o sepultamento dos microorganismos pelo deslocamento de sedimentos resultante do escoamento do restante do Oceano Global, ato contínuo à colisão, para fora do Pangea e que formou o Pantalassa.
O segundo, foi pelo deslocamento de sedimentos entre lagoas ou lagos de níveis diferentes de água quando do transbordamento de algum deles, devido a chuvas, pois a crosta do planeta estava repleta de lagos e lagoas de água salgada.
O terceiro, foi o sepultamento pela lama resultante da queda de pedaços da crosta da Terra ou do manto e que retornaram após teram estado no espaço como asteróides. Naquela época a probabilidde de queda dos escombros era muito mais provável que hoje. Os fósseis do Ediacarano devem ter sido sepultados por este processo assim como o segundo processo, muito provavelmente. Assim ao encontrarmos fósseis do Ediacarano, provavelmente, encontraremos o asteróide que provocou este espirramento de lama. Os organismos que não foram sepultados, foram muito provavelmente consumidos como alimento ou se decompuseram químicamente.
O quarto e principal, foi deslizamento de sedimentos que resultaram em fossilizações provocados pelo levantamento de montanhas por subida de magma como resultado da quebra das placas continentais e consequente no processo  de adaptação a crosta a um planeta líquido e agora de menor raio. É um processo planetário pois trata-se da recuperação da esfericidade da Terra. O processo de recuperação da esfericidade do planeta e de sua organização em camadas, através da segregação gravimétrica de seus elementos é lentíssimo e ainda não terminou.
O monolítico Pão de Açucar tem 560 milhões de anos de existência ou seja foi levantado 40 milhões de anos após a colisão planetária com Vênus quando o continente sul-americano ainda estava encostado na África. Isto resulta em um grande intervalo sem registro dos seres desenvolvidos ou evoluidos. Era o que Darwin mais temia, a inexistência de registros mais amíudes, mas Darwin estava certo, havia grandes períodos de evolução sem registros fósseis de sua existência. O processo que levantou o Pão de Açucar também atuou em outros lugares da crosta,  naquela época, porque a melhora da esfericidade se processava em todo o planeta, causando as rachaduras de adaptação da crosta e assim, lá, no sopé daquelas montanhas formadas a partir do levantamento do magma, poderemos escavar e encontrar muitos fósseis.

Por que foi encontrada uma enorme quantidade de fosseis (mais de 7.600), na província de Shandong, na região de Zhucheng – China em uma ravina de 300 metros de comprimento por 10 de largura como recentemente anunciado pela Agencia de notícias Xinhua?

             Um  outro processo que concorre com a abertura dos canyons, quanto ao volume de animais fossilizados, é o processo de levantamento das montanhas pelo magma. Quando duas fileiras de montanhas, a pouca distância, eram criadas ao mesmo tempo, em um processo rápido, o sepultamento dos animais ocorria devido ao escorregamento do solo levantado  que descia e cobria os animais que não conseguiam escapar devido à distância a percorrer e à desorientação sobre em qual sentido correr. Isto potencializado pela altura e alta temperatura das montanhas em formação. Provavelmente os animais, de espécies diversas, foram encurralados ali, pelo calor gerado pela subida de magma, tal como peixes em uma grande rede, e sepultados pelo deslizamento do solo levantado. Assim, a quantidade de fosseis é proporcional à densidade de montanhas. Como as montanhas são formadas pelo levantamento do magma, a datação destas rochas favorece o direcionamento para os tipos de fósseis que queremos encontrar. O levantamento das montanhas pela subida de magma que levava ao soterramento dos animais é um processo que não existe mais e há dezenas de milhões de anos só vem ocorrendo a erosão que deixa à mostra muitos daqueles fósseis que haviam sido soterrados.

Onde é mais provável de serem encontrados fósseis de grandes animais e também imensa quantidade e variedade de fósseis; dinossauros, morcegos e elos perdidos de inúmeras espécies? 

            Sepultados nos canyons formados por mais de uma abertura da crosta naquela região. Os animais passavam por dentro das ravinas, pois era um lugar bom para andar por ser sedimentado, mas perigoso porque os canyons se abriam para novo ajuste da esfericidade do planeta. O Grand Canyon, muito provavelmente, virá a ser conhecido, também, como “Grand Cemetery of Animals”.

O que fez desaparecerem os ambientes onde viviam baleias, tais como o Vale das Baleias (wadi al-hitan) no deserto egípcio, atualmente rico em fosseis de animais marinhos pré-históricos?

  A acentuação da curvatura da crosta original fez desaparecer ambientes, escoando suas águas, onde viviam baleias, que provavelmente tinha comunicação com o Mar Vermelho. Assim também foi encontrada no deserto peruano Pisco, a 4 km de altitude, uma cabeça da gigante Leviathan melvillei de até 18 metros de comprimento que viveu entre 12 e 13 Ma atrás. Assim, também, o encontro de fósseis com mais 13 milhões de anos no deserto do Atacama tais como ossadas de focas e dentes de tubarões, leva a se pensar que este enorme deserto chileno já foi fundo de mar.

Porque foram encontrados fósseis claramente de origem marinha, a milhares de metros acima do nível do mar no meio dos continentes levando os geocientistas a pensarem que os continentes tinham emergido?

         Com a descida do oceano global, após a colisão, a parte superior da crosta ficou com mares internos, lagos e lagoas muito salgadas onde se desenvolveram os animais complexos conhecidos como animais marinhos. Com o processo de adaptação da crosta o magma levantou o solo e produziu montanhas. Se estes fósseis encontrados na parte superior das montanhas forem examinados em detalhes, poderão ser detectados sinais de cozimento pois o magma que subiu estava com temperatura próxima dos 1200 oC e levou muito tempo para esfriar.

Porque Vênus não perdeu sua crosta?

           Porque logo após fraturar a crosta da Terra, por ter maior espessura de crosta e também bem menor diâmetro caiu em um lugar macio e denso, o manto da Terra. Além disto Vênus também é preenchido de magma.
Que parte de Vênus é a região de seu primeiro atrito e impacto com a Terra?

            Lakshmi Planum. É uma área de atrito e de impacto muito limpa, com dois conjuntos de  linhas cruzadas que, no entanto está incompleta, pois a NASA mostra apenas um retângulo de 37Km por 80Km e precisa disponibilizá-la por inteiro.

Como Vênus não perdeu sua crosta, podemos ver o ponto de contato entre os dois planetas?

           Sim, são duas regiões uma de atrito e de primeiro impacto e outra de maior impacto no processo de afundamento no manto terrestre. O ponto inicial de contato, uma área com 2 conjuntos cruzados de linhas, em Lakshmi Planum, ficou a salvo do banho de lava que o restante do planeta tomou. Ali, há linhas de atrito devido à rotação dos dois planetas e linhas de rachaduras de impacto. Esta área tem o apelido de Graph Paper devido a sua limpeza e ficou a salvo da lava porque o violento jato de água proveniente da explosiva compressão do que era o Oceano Global, com mais de 9 km de espessura, e cobria a Super-Terra impediu.

Que parte de Vênus é a região de maior impacto com a Terra?

            Aphrodite Terra que é cercada de rachaduras circulares e concêntricas.

 Por que Vênus teve 80% de sua superfície recoberta de magma, com muito basalto, a partir dos últimos 600 Milhões de anos?
Porque quando entrou no corpo da Terra ficou com sua crosta cheia de magma da Terra incluindo o basalto que é a camada superior do manto terrestre e que sai continuamente pelos vulcões do Hawaii, resultado do aporte contínuo de magma para aquela região.

Poderia ocorrer outro choque planetário novamente?

           Atualmente, os planetas não têm pontos comuns em suas órbitas, portanto não há como ocorrer choques planetários. Também, a Terra não está mais em rota de colisão com muitos e grandes asteróides que foram originados na colisão, pois já caíram. Ainda restam muitos meteoritos, mas o efeito da queda deles seria relativamente pequeno.

 Por que Vênus tem rotação retrógrada e também mostra sempre a mesma face quando está à menor distância da Terra?

            Ao mergulhar no denso manto da Terra com altíssima pressão sua rotação, que provavelmente não era grande, parou e passou a rodar a -4 km/h porque o que restou da Terra manteve seu movimento de rotação. Mostra sempre a mesma face porque era a face de último contato com a Terra ou o momento do afastamento.

 Qual a real razão da precessão do periélio de Mercúrio?

A anômala precessão do periélio de Mercúrio, cuja órbita é elíptica, mas roda em torno do ponto focal (o Sol) descrevendo o movimento de um bambolê, foi anunciada por Urbain Jean Joseph Le Verrier, um matemático, astrônomo e diretor do Observatório de Paris, em 1859 e vem se mantendo como um fenômeno inexplicável, na sua totalidade, com base nas leis da Gravitação Universal de Isaac Newton as quais vêm funcionando muito bem há 300 anos e haviam ajudado Le Verrier a detectar a existência de Netuno, mesmo sem tê-lo visto, apenas pelas alterações na órbita de Urano, pois os planetas perturbam-se mutuamente, em suas órbitas. Le Verrier deu seus cálculos para o astrônomo Johann Galle Gottried no Observatório de Berlim que, com eles, foi capaz de observar o planeta em menos de uma hora. John Couch Adams, um matemático inglês, também havia feito o mesmo à mesma época. Como conseqüência, Le Verrier e Adams compartilharam a honra como descobridores de Netuno. Esta descoberta consolidava as Leis de Newton (mecânica newtoniana) como leis universais.

         A precessão das órbitas de todos os planetas, exceto para Mercúrio, pode de fato, ser entendida pelas leis de Newton, mas Mercúrio parecia ser uma exceção ou anomalia. Boa parte desta precessão do periélio de Mercúrio, tal como o de um bambolê em volta do Sol, pode ser explicada pelas perturbações devido aos outros planetas, no entanto, após cálculos, sobram 43''/século que não são explicados. Devido a isto, Le Verrier formulou a hipótese de que a precessão do periélio de Mercúrio seria devido à presença de um planeta desconhecido, denominado de “Vulcan’’ ou de alguns asteróides que estariam na parte interna da órbita de Mercúrio”. Assim, outros astrônomos também, durante muito tempo buscaram freneticamente esse planeta, mas ele nunca foi descoberto.
Albert Einstein, em 1917, incentivado e quase instado por seu amigo astrofísico e parceiro na teoria da relatividade, Sir Arthur Stanley Eddington, publicou um trabalho no qual apresentava a “solução” desse problema e assim acenava para o fim do mistério, a procura terminou devido ao prestígio de Einstein e alguns chegaram a pensar que Newton estava errado.
Lee Smolin, um especialista em relatividade geral no Perimeter Institute for Theoretical Physics in Canada e autor do livro A Vida do Cosmos, vai tão longe para atestar os números: “Eu tenho verificado pessoalmente os cálculos sobre o periélio de Mercúrio, assim como, tenho certeza, milhares de outras pessoas.” http://www.cosmosmagazine.com/features/was-einstein-a-fake/.

        Pensa-se, ainda, que “o periélio do planeta Mercúrio exibe uma precessão que não pode ser totalmente explicada pelas leis do movimento de Newton (veja o diagrama à direita), embora tenha levado algum tempo para perceber isso. A diferença observada para precessão de Mercúrio  newtoniana entre teoria e observação foi uma das coisas que ocorreu a Einstein como um possível teste no início de sua teoria da Relatividade Geral. Seus cálculos relativísticos combinados de observação muito mais perto do que a teoria newtoniana (a diferença é de aproximadamente 43 segundos de arco por século)” http://www.pesquisa-unificada.com/pesquisas/introducao-ao-metodo-cientifico/

No entanto a solução de Einstein vem sendo contestada por vários cientistas incluindo o astrónomo Dr. Thomas Van Flandern, que trabalhou no U.S. Naval Observatory em Washington. Segundo eles, Einstein teria conseguido esta informação (43” arc) e “ajustado” os argumentos para que o resultado da equação, previamente sabido, fosse alcançado, pois sabia que este seria um teste crítico para sua Teoria da Relatividade Geral, http://ldolphin.org/vanFlandern/, http://www.cosmosmagazine.com/features/was-einstein-a-fake/, www.metaresearch.org , “The Greatest Standing Errors in Physics and Mathematics” em http://milesmathis.com/merc.html acessados em 6-4-2008.

Se as leis da Gravitação Universal ou de Isaac Newton, seu autor, servem para explicar a órbita de todos os astros, porque não serviria para explicar, também, a precessão anômala de Mercúrio? É evidente que algo extraordinário tenha ocorrido muito próximo de Mercúrio e isto pode ser perfeitamente solucionado dentro das leis de Newton. Não há necessidade de se apelar para formulas Ad hoc feitas especificamente para explicar esta anormalidade e principalmente uma que foi feita, por uma pessoa já famosa, já se sabendo o resultado, ou seja, os 43” arcsec de precessão de Mercúrio. Einstein, muito provavelmente, torceu para que não viessem a compreender sua formula da Teoria da Relatividade quanto à explicação da precessão do periélio de Mercúrio.
Eu quero oferecer a solução desta grande questão, de acordo com as leis de Newton e de Kepler, ao demonstrar que uma parte da precessão do periélio de Mercúrio pode e deve ser mais uma evidência de que havia um astro que passava, periodicamente, na parte interna da órbita de Mercúrio, muito próximo ao Sol a altíssima velocidade e que lhe garantia uma órbita de grande excentricidade e não mais voltou devido à sua colisão com a Terra. Esta passagem periódica de um astro no interior da órbita de Mercúrio causava uma perturbação gravitacional, ou puxão no periélio de Mercúrio cuja anulação foi impedida devido à sua colisão com a Terra e o retorno às suas órbitas respectivas ficou impossível. Afinal, a cessação da influência de um astro, que havia mudado a posição do eixo da elipse de outro, Mercúrio, não traria esse eixo de volta à posição original, mas sim continuaria com a perturbação gravitacional remanescente e ele ficaria bamboleando como já está há 600 Ma.