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               Porque há tectonismo global

                       Há mapas históricos mostrando abalos sísmicos todo o globo com sua classificação na escala Richter e mapas atuais em real-time, onde aparecem os que tem intensidade acima de 4 e em média diária de 11 eventos, que podem ser acompanhados pelas páginas da USGS http://www.iris.washington.edu/seismon/ e - http://earthquake.usgs.gov/eqcenter/recenteqsww/Quakes/quakes_all.html#listtop onde são listados os eventos sísmicos mais importantes dos últimos sete dias ao redor do mundo.
A seguinte página mostra a freqüência de pequenos terremotos nos EUA:
http://news.sciencemag.org/earth/2014/01/midwestern-fault-zones-are-still-alive

      Ocorrem cerca de 600 pequenos eventos sísmicos ao redor da Terra a cada cinco minutos.
Para vermos a dificuldade de previsão de terremotos podemos acessar: Geomagnetism and Earthquake Prediction http://geomag.usgs.gov/research/geomagnetism-earthquakes.php

   
Explicação:
Pelos vulcões do Hawaii sai continuamente magma e faz parecer que eles têm um suprimento sem fim, e isto é provocado pelo deslocamento da parte superior do manto para a região do Pacífico, vindo do restante do globo, na tentativa de melhorar a esfericidade e nisto há uma relação com a flutuação das placas tectônicas que vão fazendo pequenos ajustes, mudando os pontos de pressão, até que estes não são mais suficientes e então ocorrem grandes ajustes que provocam grandes terremotos. Todos os fenômenos estão interligados, pois cada placa que se movimenta deixa espaço para o movimento de outra em um ciclo contínuo e assim o planeta vibra o tempo todo. A inclinação é pequena, mas o peso das placas continentais é colossal e força o deslizamento que é o maior responsável pela ocorrência de terremotos. Este processo de deslizamento das placas continentais leva ao esmagamento das placas oceânicas que são muito mais finas e tem cerca de 1/8 das placas continentais.
O contínuo deslocamento das camadas superiores do manto para a região do Pacífico diminui a sustentação das placas continentais do outro lado do globo e as placas precisam sofrer reajustes tectônicos. Isto é facilitado pelo fato de que o calor gerado no núcleo terrestre mantêm o manto em estado líquido.

         O tectonismo global é função da geodinamismo que para ser entendido implica na aceitação de que o que restou da Terra, pós colisão, tenha ficado com o formato aparentemente cônico, devido a imensa perda de massa, e a movimentação das massas remanescentes é devido à luta pela volta à esfericidade executada inexoravelmente pela segregação gravimétrica onde cada camada procura sua posição relativa e com a mesma espessura em toda a esfera. Isto porque se trata de um astro, predominantemente líquido, que quer voltar a ser uma esfera, o menor estado de energia potencial e de maior estabilidade. Isto também implica que esta alteração de formato e perda de massa tenha sido provocado por uma colisão astronômica por um astro, Vênus, que, tinha órbita de alta excentricidade, cruzava a órbita da Terra em vertiginosa velocidade, levando assim, à conclusão de que o Sistema Solar tinha alguns de seus astros, há 600Ma, em uma posição relativa diferente da encontrada atualmente.

A energia cinética de Vênus foi insuficiente para pulverizar completamente o planeta Terra, mas suficiente para pulverizar a maior parte do manto e provocar grande mudança de órbita dos dois planetas. A deformação do que restou ficou com grande quantidade de energia potencial gravitacional que evidenciada neste desmoronamento contínuo, a que assistimos, nos terremotos e que são responsáveis pela liberação de imensa de energia.
Assim, na busca por melhor esfericidade, o planeta faz ocorrer eventos sísmicos por toda a crosta e podemos sentir em eventos tais como a subida de magma que provocou a explosão em Krakatoa que deixou uma cratera aberta no fundo do mar. Neste caso, provavelmente a parte oca do vulcão estava cheia de água e com a chegada do magma foi aquecendo-a chegando ao ponto de ebulição e aumentando rapidamente a pressão e que foi suportada até o momento em que o aporte de magma foi demasiado e rachou a montanha, muito provavelmente, quando então a explosão varreu a ilha do mapa jogando os pedaços longe assim como o magma que estava subindo, transformando-o em pedra-pomes de até 25m. Estas pedras são leves e formadas pela penetração de vapor de água, sob altíssima pressão, formando tubos no magma que foram usados na a saída do vapor de água quando da expansão no momento da explosão do vulcão. Estas imensas pedras flutuantes ficaram atrapalhando, durante um tempo, a navegação no estreito de Sonda. A imagem que poderíamos associar a este evento seria a compressão de um cilindro, do motor de um automóvel, que, devido a grande folga no eixo, passasse do ponto e fraturasse o cabeçote em vários pedaços quando então seriam jogados longe pelo escapamento explosivo do vapor d’água, ali comprimido.
No local onde ficava Krakatoa está crescendo o que se chama de Anak Krakatoa (filho de Krakatoa). Está com mais de 300 metros de altitude e cresce 5 metros ao ano, pois ali é o local de junção da ponta de três placas (placa euro-asiática, placa indo-australiana, placa do pacífico) e local de concentração de magma a ser pressionado pela inclinação delas e neste levantamento do solo está formando a montanha por onde sai esporadicamente colunas de fumaça, sinal de chegada de magma em um processo parecido com o que pode estar ocorrendo em Yellowstone National Park, pois cientistas detectaram  levantamento do solo naquela região à velocidade (7 centímetros/ano) evidenciado pela ocorrência de 1.000 a 3.000 terremotos (USGS, 2010),  cada ano, dentro deste parque e os seus arredores imediatos Although most are too small to be felt, these quakes reflect the active nature of the Yellowstone region, one of the most seismically active areas in the United States.muitmuito embora a maioria são pequenos demais para ser sentida. O perigo de explosão só ocorre se o espaço deixado pela descida do magma, for preenchido por água e ocorrer fechamento posterior por sedimentos de tal monta que ocorra vedação e que quando da chegada de magma a água entre em estado de vapor, gerando incrivel pressão, como no caso do Santorine e do Krakatoa. Assim o Akak Krakatoa, enquanto estiver em atividade, não sofrerá explosão. Recentemente (mar/2010) um vulcão da geleira Eyjafjallajokull - Islândia que estava inativo há quase 200 anos lançou fumaça composta de vapor dágua e outra de cor cinza escuro composta de micro cristais de silício. Isto porque quando aportou magma pela coluna do vulcão a água que permeava a estrutura dele devido a infiltrações, durante tantos anos, foi superaquecida e o vapor dágua, no ato de escapar, esfregou a coluna de magma arrastando para cima, com explosões, o silício que é o grande componente da camada superior do manto. Assim, se a estrutura do vulcão estivesse seca este fenômeno de intensa fumaça não teria ocorrido e onde o máximo que poderia ocorrer seriam rachaduras nas paredes do vulcão se a saída for incompatível com o volume do magma aportado. Assim, logo que a montanha do vulcão seque a fumaça branca cessará.
No oceano Atlântico também ocorrem tsunamis e o mais famoso deles foi o de 1755 após um grande terremoto que destruiu a cidade de Lisboa, o Algarve e várias cidades de Marrocos. Muito provavelmente foi gerado pelo levantamento do Banco de Gorringe que é um maciço montanhoso submerso com cerca de 200 quilômetros de comprimento por 80 de largura e é o resultado do reposicionamento das placas tectônicas. Está situado a cerca de 120 milhas marítimas a sudoeste do Cabo de São Vicente. Ali ocorre a junção de três placas tectônicas: a Placa Africana, a Placa Norte Americana e a Placa Euro-Asiática e por isso é o local de sismos de grande magnitude.
As grandes placas continuam a deslizar para o centro do que resta desta imensa bacia do Pacífico, lentamente e com grande atrito entre si disputando, incessantemente, o privilégio de avançar e causando pontos de tensão com as vizinhas que quando liberados produzem os terremotos. A cada novo diâmetro há alteração na flutuação das placas causando pontos de tensão que quando atinge o máximo são liberados pelo avivamento de antigas fissuras ou falhas gerando terremotos que nada mais são que acomodações dos pedaços da crosta em um processo inexorável até o planeta conseguir a esfericidade ideal usando o deslocamento de tantas camadas quantos elementos naturais da tabela periódica.
Uma boa analogia para ter uma boa visualização deste processo, é imaginar que estamos cobrindo uma grande esfera de metal com placas de argila já seca, de espessura regular e que pertenciam à cobertura de uma esfera de muito maior diâmetro, tentando, ao máximo, preservar sua aparência esférica e assim verificaremos que uma série de rachaduras nas placas terá que ocorrer, em várias direções, para uma perfeita adaptação. Assim, à medida que o planeta foi melhorando sua esfericidade, o apoio nas beiradas das placas foi diminuindo e o manto passou a atuar, neste caso, como o ponto de apoio de uma alavanca inter-resistente lembrando uma gangorra. Quando da quebra, como o ponto de apoio é líquido, o manto tende a subir através da rachadura até à imaginária “Linha do Magma”, um conceito aqui introduzido e explicado adiante, no tópico que trata dos vulcões. Uma outra boa analogia para visualizar este fenômeno seria a imagem de um navio muito comprido galgando uma grande e única onda onde a pressão fica aplicada no meio do navio e se este não tiver sido bem construído ele se partirá ao meio como tem ocorrido ocasionalmente. Isto pode ser visto, como um exemplo, em:

 

            http://www.satnews.com/story.php?number=1619341476
 O manto da Terra comporta-se como uma grande onda apoiando a placa continental e isto causou inúmeras fraturas que resultaram em canyons, cavernas e montanhas e ainda causa ajustes quando dos terremotos.
Quando a saída de magma supera a superfície, levanta o solo e forma montanhas e ilhas, pois o solo levantado é o responsável pelo aspecto arredondado do cerne rochoso das montanhas. Se não houver grande espessura do solo, para cobri-lo, haverá derrame de magma que correrá como um rio.
A adaptação, para a melhor esfericidade do planeta, fica mais fácil através das fraturas já existentes. Esta é a razão, pela qual ocorrem terremotos e vulcões nas regiões intraplacas e em outros lugares fora do círculo do fogo e que até agora era um grande mistério para a Sismologia, mas como estamos vendo, o vulcanismo pode ocorrer em quase toda a área do planeta por causa desta permanente mudança de esfericidade que ocorre a cada subida do fundo do Pacífico. Assim o deslocamento de massa para centro do Pacífico causam a subida lenta do leito daquele oceano evidenciado pelo levantamento da água dos tsunamis que resultado do levantamento de pequenas placas oceânicas e que também ocorre no Oceano Índico como evidenciou o tsunami de 26/12/2004 na Indonésia e isto seria o resultado de uma pressão positiva ou de baixo para cima. No constante deslocamento de massa dos lugares em oposição ao centro do Pacífico ocorre o que poderemos chamar de pressão negativa do manto, pois este deslocamento retira pressão da parte inferior das placas, pois os líquidos são incompressíveis e isto vale para o manto, que é líquido.
 O processo da formação das montanhas e dos vulcões, pós-colisão ou secundários, é a mesma. A diferença é que os vulcões são fendas que não fecharam após o vulcanismo fissural, tal como o Vulcão Fimmvorduhals na Islândia, e atuam como válvulas de escape quando do deslocamento de magma para aquela região pelo imperceptível balanço das placas da crosta e atuam como vasos comunicantes enquanto no caso das montanhas a fenda foi fechada completamente.

 
   
   
   
   
   
     
   

        O escorregamento de uma placa provoca o afastamento de outra causando fissuras por onde sai magma que resultou na formação das cadeias oceânicas e nelas há fissuras que são, atualmente, chamadas Falhas Transformantes que ocorrem transversalmente em relação à direção de qualquer cadeia oceânica e têm orientação Leste-Oeste no Atlântico. Ocorrem nesta orientação porque esta cadeia meso-oceânica tem sentido Norte-Sul e lembra um pouco as vértebras de uma espinha dorsal razão pela qual estas cadeias também são chamadas de dorsais oceânicas. Defino estas falhas como fissuras de adaptação ou ajuste ao novo diâmetro por se tratar de um esferóide, sofre adaptação do diâmetro em todas as direções e foram abertas no início do processo de adaptação a novo diâmetro. No caso das fissuras no fundo do Pacífico, elas são devido à suspensão do assoalho daquele oceano, no processo de converter a concavidade em convexidade para atingir o diâmetro ideal do planeta. A Terra tenta chegar ao formato esférico, que é a menor razão área de superfície / volume, pois todos os sistemas percorrem trajetória no sentido de minimizar a energia.
Levando-se em conta que as placas tectônicas se movimentam à velocidade de poucos centímetros ao ano, no sentido do centro do enorme oceano e profundo Pacífico, deverão ocorrer muitos milhões de grandes  terremotos até que ocorra o nivelamento do fundo deste oceano. Para entendermos isto, devemos levar em conta que o oceano Pacífico tem uma área aproximada de 165,39 Milhões de km2, é aproximadamente um terço da área do planeta e sua profundidade média é cerca de 3.200 metros enquanto a profundidade média ponderada dos outros oceanos é cerca de 3.396 metros, havendo então uma diferença de 804 metros. Esta pequena diferença relativa de profundidade em relação ao raio da Terra (0,013%), em uma área tão grande, resulta em um volume aproximado de 133 Milhões de km3 e é o volume de massa que tem que aportar para aquela região para que o planeta atinja o grau de esfericidade próximo do ideal. Este é, também, o volume de água que será distribuído, pelos tsunamis, pois são resultado do levantamento da crosta oceânica, para todos os oceanos e mares comunicantes cuja subida de suas águas tem resultado no pensamento de que isto se deve exclusivamente à fusão das geleiras por causa do real aquecimento global. Esta é a razão pela qual a grande maioria dos tsunamis está concentrada na área do Pacífico. Como o fundo deste grande oceano tende a subir, a maioria de suas ilhas o acompanhará, pois estão em cima da crosta oceânica que flutua no manto.
O aspecto de esfera quase perfeita vista de longe, não tem deixado perceber que o resto da grande concavidade é atualmente uma região de menor curvatura e ainda em um plano inferior em relação ao restante da crosta e isto resulta em uma distância menor entre o fundo do Pacífico e o Centro de Gravidade.

   
     
   

   O deslizamento de massas é fácil de ser compreendido. Uma montanha tem seu topo a uma distância maior do centro de gravidade que seu sopé ou base. O solo que está nesta situação, quando da ocorrência de intempéries se solta e tenta ir no sentido do centro de gravidade no processo conhecido por deslizamento e para na base da montanha.
Assim, há uma relação direta entre o volume de magma que sai pelos vulcões da região do Pacífico, tanto os visíveis quanto os submersos, e ocorrência de terremotos. Por causa disto a previsão mais correta é que haverá muitos milhões de terremotos antes do último, muitos vulcões continuarão em atividade e outros voltarão a entrar em atividade, pois muito volume do manto ainda será deslocado e o fundo do Pacífico terminará de subir, sem que o oceano se feche, quando então, o equilíbrio da Terra será reencontrado, as placas não mais se moverão e haverá a consolidação da crosta. A adição de energia potencial gravitacional, ao meio ambiente, cessará e a superfície da Terra entrará num processo de esfriamento fazendo o planeta voltar a ser como era antes dos últimos 600 Ma, esférico e com as águas cobertas com uma capa de gelo. Afinal, estão faltando na região do Pacífico mais de 133 milhões de km3 e a saída de magma atual está estimada em cerca de 30 km3/anuais. Neste ritmo levaria mais de 4 Ma mas poderá ser um tempo bem menor em função do levantamento do fundo do Pacífico como fica evidenciado quando ocorrem tsunamis.
Em 1906 um terremoto arrasou São Francisco e ultimamente há o temor do Big One ainda mais devastador que poderá arrasar Los Angeles que se localiza sobre a falha geológica, San Andréas de 1,3 mil quilômetros de extensão. Em 1994, Los Angeles sofreu 20 tremores consecutivos. Nós estamos sobre um planeta que tem esta realidade, pois está tentando recuperar sua esfericidade perdida na colisão. Assim parece que nenhuma área está livre da ocorrência de terremotos, pois em 1811 e 1812 ocorreu, a partir de New Madrid, no estado do Missouri, no meio da placa continental Norte Americana, uma serie de terremotos, que sacudiram vários estados. Conforme estudo de cientistas que descobriram, nos anos 70, a origem provável deste terremoto foi devido à existência de uma falha geológica de 600 Ma que estava por baixo de muitas camadas de rocha. Se a datação está correta, esta deve ser uma rachadura primária, ou seja, do momento da colisão.
Pela importância que representam os terremotos, sua previsão é necessária, mas a ciência ainda não tem como prevê-los embora saiba muito sobre eles.

   

Se seqüenciarmos, cronologicamente, os terremotos que ocorreram, no círculo do fogo associados à atividade de alguns vulcões, pode-se conseguir um padrão de repetição que pode ajudar a prever a região do próximo terremoto ou de atividade vulcânica com alguma probabilidade de acerto. Isto porque a volta à atividade de um vulcão tal como o Shinmoedake – ilha Kyushu - Japão, com 1.420 metros de altura e chegou a mostrar lava, em janeiro de 2011 após 52 anos em repouso, evidenciava que a região teve um grande aumento de pressão sob a crosta e deveria ser entendido como um sinal de probabilidade de ocorrência de grande terremoto e de tsunami se este ocorresse no mar e levantasse um pedaço de placa oceânica levantando água consequentemente. O vulcão teve novas erupções dois dias após um forte terremoto de 11/3/2011 de 8,9 de magnitude, seguido de um devastador tsunami. Ele está a cerca de mil quilômetros da região afetada por tremor e tsunami.
Pensa-se, ainda, que o Brasil está livre de terremotos,  mas um mapa recente de abalos sismicos pode nos dar uma idéia melhor da atualidade em relação a terramotos: Ver: http://g1.globo.com/distrito-federal/noticia/2014/08/terremotos-no-pais-liberaram-energia-de-20-bombas-atomicas-diz-professor.html, ver mais em:
http://ronaldmansur.blogspot.com.br/2013/05/por-que-terra-treme-no-brasil.html

     
   

Assim, o tectonismo global está diretamente ligado ao avanço da esfericidade do planeta que vai deslocando parte das camadas superiores do manto no sentido do centro do Pacífico, gerando pressão sob a crosta e produzindo múltiplos pontos de tensão nas placas tectônicas e posteriormente liberados. Dia 10-3-2014 ocorreram 22 terremotos de pouco mais de intensidade 4 antes de ocorrer um muito maior 6,9 no norte da Califórnia, ver retroativamente, no site http://www.iris.edu/seismon/ que informa em Real Time e onde ficam registrados todos os eventos sísmicos de intensidade superior a 4 e no http://painelglobal.com.br/.
Assim a atividade vulcânica é uma evidencia de que a região está sob pressão porque o magma que sai da boca do vulcão está apoiada na parte superior do manto e a pressão necessária para que saia magma de um vulcão, como o Shinmoedake, chega a próximo de 30.000 ton/m2 e pode produzir levantamento de pedaços da crosta oceânica que resulta no levantamento de uma camada de água que é escoada através dos tsunamis. É um sistema um pouco caótico, mas pode-se tirar algum proveito quando relacionarmos os três tipos de fenômeno, atividade vulcânica, terremotos e tsunamis. A colocação de sismógrafos dentro dos vulcões ajudaria a perceber a chegada do magma.

     
   

Os canyons ou aberturas na crosta e as montanhas são as evidências do gigante tectonismo global que ocorreu em épocas diversas, pois para a subida do magma foi preciso que a crosta de abrisse e melhorasse a curvatura da crosta naquela região. Isto é uma prova de que a crosta, antes da colisão, tinha uma curvatura mais suave porque cobria um planeta de maior volume que o atual.
Pequenos tremores de terra não podem ser usados como previsão de grandes terremotos. Mostra apenas que, ali, está ocorrendo pequenos ajustes da crosta no processo inexorável da busca pela esfericidade.
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O tectonismo global é uma evidência do ajuste constante da crosta em função da busca do planeta pela esfericidade perdida na colisão astronômica há 600 milhões de anos.