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            Superfície de Vênus em recuperação

Sua superfície que é relativamente nova, geologicamente falando, parece ter sido refeita quase completamente a partir de 600 Ma. Daí o fato intrigante, de que a superfície de Vênus parece ter toda a mesma idade, ainda que relativamente recente, cerca de 500-600 Ma quando 80% da superfície do planeta foram recobertos por lava resultando em planícies basálticas levemente onduladas, característica da maior parte do relevo de Vênus. A composição da superfície é semelhante ao basalto da Terra contendo também cobre e ferro. Assim, as características da superfície original, entre elas vulcões de quando a crosta começou a se formar, foram encobertas dando a sensação de que a superfície foi aplainada, pois há cerca de 1.000 crateras, apenas, uma quantidade relativamente pequena.

Há em sua superfície marcas de muitas correntes de lava que parecem ter percorrido milhares de quilômetros em toda a superfície antes de se solidificar.

       Explicação:
Pode-se verificar que há uma grande coincidência; dois planetas, próximos, iniciaram um processo de renovação de sua superfície a partir do mesmo momento, ou seja, próximo dos últimos 600 Ma. Como foram formados na mesma região do espaço, suas crosta são provavelmente feitos dos mesmos materiais.  Vênus tem uma crosta com espessura superior a 80 km e a Terra tinha uma crosta mais fina, em torno de 46 km como evidencia a posição do fundo basáltico, sobre o qual fica o petróleo do pré-sal, em torno de 7 km abaixo do nível da superfície da crosta compatível com o grau de flutuação da crosta que pesa 2,8 t/m3 flutuando em um manto de 3,3 t/m3. A crosta da Terra era mais fina, relativamente, porque muito provavelmente gerava mais calor interno por motivo de suas pressões no núcleo serem maiores facilitando o processo de fusão nuclear e não por decaimento radioativo. Assim Vênus, com uma crosta compondo calota esférica de maior espessura e menor raio de curvatura, penetrou na crosta da Terra que tinha menor espessura e compunha uma calota de maior raio e, portanto de menor resistência à penetração. Em Vênus o efeito foi incomparavelmente menor devido à grande espessura de sua crosta e ao menor arco que lhe conferia uma dureza relativa muito maior. Por isto, a Terra perdeu muito material e ficou toda deformada, perdei o formato esférico e ficou com um formato quase cônico, enquanto Vênus sofreu parcial depressão e muitas rachaduras. Uma delas, a Baltis Vallis de 7.000 km, em http://www.thunderbolts.info/tpod/2005/arch05/050203venusriver.htm tida como canaleta sinuosa de lava ou rio Styx e cuja imagem, conseguida pela sonda Magellan, mostra uma seção onde a superfície sobe e desce uns 2 km ao longo de seu comprimento e assim, um líquido não a poderia ter escavado. No entanto, também em Vênus ocorreram muitas depressões, rachaduras e conseqüentemente muitas placas, mas como não se moveram considera-se que tem apenas uma placa.  O site da NASA http://vfm.jpl.nasa.gov/venusdesignreferencemission/vdrmsciencegoalsandobjectives/ é onde há muitas questões em aberto, que podem receber uma ajuda desta teoria para serem esclarecidas.

A saída de basalto pelos vulcões do Havaí faz os cientistas pensarem que o basalto encontrado em 80% da superfície de Vênus se deve a atividade vulcânica naquele planeta. O basalto encontrado em Vênus é de origem da Terra, mas não podemos descartar que possa ter saído pelos vulcões, tipo caldeira, de Vênus, algum basalto deste planeta, devido à inércia do choque, se o manto superior dele tem composição igual à da Terra.
Assim, o grande banho de lava que Vênus tomou é uma forte evidência de que ele mergulhou no manto de outro planeta, a Terra. É uma evidência de que ele esteve no local do “crime”.